Acreditando na administração como um todo começo a escrever novamente no blog, objetivando criar alguns artigos/noticias e buscar informações que julgo interessante em sites diversos, hoje encontrei essa breve definição de gestão empresarial que acredito ser interessante para a retomada do blog.
Gestão é atividade empreendedora de alguém que está engajado num empreendimento, reconhece viável uma idéia para um produto ou serviço, um negócio, e o leva adiante.
O comprometimento com o empreendedorismo leva à inovação, que se nutre na mudança para criar valor. Vivemos em uma sociedade de caráter empreendedor, em uma economia empreendedora – o que conduz a uma gestão empreendedora, pois o empreendedor não é apenas um dinamizador: é também um gestor eficiente.
Outro conceito essencial da gestão do milênio é o de organizações que aprendem, mudando o paradigma de uma organização que trabalha rotineiramente para o de uma organização que aprende, adotando uma filosofia permanente que permeia e envolve toda a empresa, tendo como técnicas de gestão o compartilhamento da informação, do conhecimento, a disseminação das melhores práticas, o empowerment e o aprendizado permanente.
Fonte: http://pt.shvoong.com
21 de mar. de 2012
15 de mar. de 2012
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/7-licoes-de-harry-potter-sobre-lideranca/53014/
06 de março de 2012, às 18h02min
7 lições de Harry Potter sobre liderança
A saga de Harry Potter se desenvolve ao longo de sete livros. Em cada um deles há importantes lições que os líderes contemporâneos poderiam utilizar no seu dia-a-dia. Saiba quais
No livro 1 (A pedra filosofal), o simpático bruxinho nos ensina que para liderar é preciso, em primeiro lugar, acreditar que as coisas podem ser melhores do que jamais foram. Esse insight nos permite compreender porque é fundamental que os líderes tenham consciência dos ônus e bônus inerentes à sua função, o quanto é importante saber fazer as escolhas certas, o valor inestimável dos aliados e o risco de subestimar os inimigos.
No segundo livro da saga (A câmara secreta), Harry nos inspira para refletir sobre como lidar com trade-offs e nos remete a reflexão sobre o estilo de liderança que devemos adotar. Durante seus frequentes atritos com Draco Malfoy verificamos que Harry deixa transparecer algo que muitos líderes lutam para esconder: que são seres sensíveis ao bem mas também o são ao mal.
Com base no livro 3 (O prisioneiro de Askaban), é possível estabelecer uma analogia entre os "dementadores" e a importância do modelo mental no exercício da liderança. Também é possível verificar como é importante saber onde estamos pisando (nosso "mapa do maroto"). Outro aspecto interessante é a reflexão sobre como utilizar experiências anteriores para tomar decisões mais seguras e discutir por que, às vezes, nossos inimigos são os melhores aliados.
O quarto livro (O cálice de fogo) nos inspira a utilizar nossas memórias na hora de decidir e nos ajuda a refletir sobre a importância de não nos preocuparmos apenas em vencer a qualquer custo. Um novo momento de reflexão pode ser vivido com
a leitura do livro 5 (A ordem da Phenix), que nos alerta sobre a importância de manter nossa mente livre de interferências, ensina a nos prepararmos para perder até mesmo pessoas que amamos e nos leva a refletir sobre a importância de não temermos as injustiças.
Podemos utilizar o livro 6 (O príncipe mestiço) para, junto com Harry, refletir sobre a importância de aprender com quem já fez antes, conhecer a história daqueles que nos cercam e ter cautela com as pessoas más.
Finalmente chega a grande apoteose do livro 7 (As relíquias da morte) para lembrar que mesmo os amigos mais leais podem ter ciúmes do nosso sucesso. Acreditamos que é possível utilizar a obra de J.K. Rowling para pensar sobre como: 1 – Aproveitar as metáforas contidas nos 7 livros da saga de Harry Potter para refletir sobre liderança; 2 – Analisar os principais desafios do líder contemporâneo; 3 – Compartilhar experiências, discutindo teorias e posturas que podem conduzir a formação de um estilo de liderança que permita atingir resultados sem abrir mão de um tratamento mais humano do liderado.
Não há dúvida de que formar líderes capazes de enfrentar desafios como a chegada da geração Y ao mercado do trabalho, apagão da mão de obra, uso cada vez mais intenso de novas tecnologias no ambiente de trabalho, necessidade de desenvolvimento de visão sistêmica e tantos outros não é tarefa fácil.
A ausência de novas abordagens que possam estimular pessoas a estudar liderança é um fator que torna mais agudo esse desafio. Até onde sabemos, não há notícias de que se tenha utilizado os livros que retratam a saga do simpático bruxinho Harry Potter para ilustrar os desafios diários enfrentados pelas lideranças.
Acreditamos que ao fazê-lo, poderemos estar ajudando as pessoas a se aproximar dessa importante temática de forma lúdica e sedutora.
JB Vilhena é presidente e consultor sênior do Instituto MVC.
7 lições de Harry Potter sobre liderança
A saga de Harry Potter se desenvolve ao longo de sete livros. Em cada um deles há importantes lições que os líderes contemporâneos poderiam utilizar no seu dia-a-dia. Saiba quais
No livro 1 (A pedra filosofal), o simpático bruxinho nos ensina que para liderar é preciso, em primeiro lugar, acreditar que as coisas podem ser melhores do que jamais foram. Esse insight nos permite compreender porque é fundamental que os líderes tenham consciência dos ônus e bônus inerentes à sua função, o quanto é importante saber fazer as escolhas certas, o valor inestimável dos aliados e o risco de subestimar os inimigos.
No segundo livro da saga (A câmara secreta), Harry nos inspira para refletir sobre como lidar com trade-offs e nos remete a reflexão sobre o estilo de liderança que devemos adotar. Durante seus frequentes atritos com Draco Malfoy verificamos que Harry deixa transparecer algo que muitos líderes lutam para esconder: que são seres sensíveis ao bem mas também o são ao mal.
Com base no livro 3 (O prisioneiro de Askaban), é possível estabelecer uma analogia entre os "dementadores" e a importância do modelo mental no exercício da liderança. Também é possível verificar como é importante saber onde estamos pisando (nosso "mapa do maroto"). Outro aspecto interessante é a reflexão sobre como utilizar experiências anteriores para tomar decisões mais seguras e discutir por que, às vezes, nossos inimigos são os melhores aliados.
O quarto livro (O cálice de fogo) nos inspira a utilizar nossas memórias na hora de decidir e nos ajuda a refletir sobre a importância de não nos preocuparmos apenas em vencer a qualquer custo. Um novo momento de reflexão pode ser vivido com
a leitura do livro 5 (A ordem da Phenix), que nos alerta sobre a importância de manter nossa mente livre de interferências, ensina a nos prepararmos para perder até mesmo pessoas que amamos e nos leva a refletir sobre a importância de não temermos as injustiças.
Podemos utilizar o livro 6 (O príncipe mestiço) para, junto com Harry, refletir sobre a importância de aprender com quem já fez antes, conhecer a história daqueles que nos cercam e ter cautela com as pessoas más.
Finalmente chega a grande apoteose do livro 7 (As relíquias da morte) para lembrar que mesmo os amigos mais leais podem ter ciúmes do nosso sucesso. Acreditamos que é possível utilizar a obra de J.K. Rowling para pensar sobre como: 1 – Aproveitar as metáforas contidas nos 7 livros da saga de Harry Potter para refletir sobre liderança; 2 – Analisar os principais desafios do líder contemporâneo; 3 – Compartilhar experiências, discutindo teorias e posturas que podem conduzir a formação de um estilo de liderança que permita atingir resultados sem abrir mão de um tratamento mais humano do liderado.
Não há dúvida de que formar líderes capazes de enfrentar desafios como a chegada da geração Y ao mercado do trabalho, apagão da mão de obra, uso cada vez mais intenso de novas tecnologias no ambiente de trabalho, necessidade de desenvolvimento de visão sistêmica e tantos outros não é tarefa fácil.
A ausência de novas abordagens que possam estimular pessoas a estudar liderança é um fator que torna mais agudo esse desafio. Até onde sabemos, não há notícias de que se tenha utilizado os livros que retratam a saga do simpático bruxinho Harry Potter para ilustrar os desafios diários enfrentados pelas lideranças.
Acreditamos que ao fazê-lo, poderemos estar ajudando as pessoas a se aproximar dessa importante temática de forma lúdica e sedutora.
JB Vilhena é presidente e consultor sênior do Instituto MVC.
10 de fev. de 2012
Reflexão
POPULAR LEI PELÉ
Art. 27. As entidades de prática desportiva participantes de competições profissionais e as entidades de administração de desporto ou ligas em que se organizarem, independentemente da forma jurídica adotada, sujeitam os bens particulares de seus dirigentes ao disposto no art. 50 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002, além das sanções e responsabilidades previstas no caput do art. 1.017 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002, na hipótese de aplicarem créditos ou bens sociais da entidade desportiva em proveito próprio ou de terceiros. Nova redação LEI Nº 10.672, DE 15 DE MAIO DE 2003 - DOU DE 16/05/2003
A dúvida que fica neste artigo é, E QUANDO SERÁ COLOCADO EM PRÁTICA TODO O ARTIGO, NO PAPEL É MUITO BONITO.
Profissional ou amador
O futebol Brasileiro precisa entrar na moda do futebol europeu, claro que o futebol paulista por intermédio da sua federação deu um passo interessante com a instituição da penalização em caso de atraso nos salários dos profissionais, mas quem efetivamente esta fiscalizando essa situação, esta penalização envolve apenas os atletas profissionais ou o clube no geral, por que só utilizar na primeira divisão estadual, realmente diferente do que acontece no velho continente o Brasil sempre utiliza do seu "jeitinho' para mascarar as realidades.
O que vivenciamos constantemente no futebol em nosso pais é um total despreparo de diretores, clubes da série A nacional com os salários dos jogadores e provavelmente funcionários atrasados, imagina oque ocorre em clubes da série D, melhor nem imaginar, pois teríamos que ir mais longe, ou seja, as terceiras e quartas divisões de estados desta "R$epública".
Estava a pensar que apesar da nossa politica ser falha e muito falha, só ela poderá instituir algo que obtenha um maior comprometimento por parte dos presidentes de clubes.
O futebol no Brasil é comandado em sua grande maioria por pessoas que de alguma forma acabaram se "adonando" das entidades, as federações e confederações são de "donos", não são entidades democráticas em nenhuma hipótese, acredito que quase na sua totalidade as federações são "dominadas" a anos pelos mesmos "proprietários", e o pior de tudo é que nenhum clube faz nada para coibir os mesmos, com medo do "ditador" o punir de alguma forma, manipular jogos, entre outras ações possíveis, isto é tudo que uma sociedade democrática deveria reprimir e acaba se adaptando.
Atualmente nós observamos que são muitas as perguntas nas questões que envolvem as "DITADURAS" do futebol principais responsáveis pelo futebol amador, existem alguns poucos clubes que administrativamente se estruturaram e caminham a cada dia para uma realidade empresarial no futebol, porque o PROFISSIONALISMO NO FUTEBOL BRASILEIRO PASSA LONGE.
7 de fev. de 2012
Sucesso
Desde a semana passada falam diretamente do Super Bowl e o retorno em termos de mídia deste evento fantástico, mas acredito que não é apenas a NFL que tem sucesso nos esportes americanos, eles estão infinitamente a frente de muitas organizações no mundo, NFL, NBA e NHL e MLB são entidades fantásticas que só nos apresentam exemplos de sucesso e principalmente organização, quem sabe até a MLS esteja a frente de muitas organizações esportivas mundias.
Não sou um fã da NFL, mas acompanho desde 2000 a temporada da MLB e fico surpreso como esta organização trata o esporte de forma fantástica, são exemplos e mais exemplos a cada dia que navego no site da MLB. Na MLB de Abril até Outubro são mais de 160 jogos de cada equipe, praticamente com jogos todos os dias é algo inimaginável para vivermos em nosso popular futebol, e o mais curioso a média de público destas equipes é extraordinária algo único no mundo em minha visão.
Falam, perguntam na imprensa oque seria fator determinante para o sucesso da NFL e eu colocaria nesta jogada a MLB, qual seria o sucesso para se ter uma média de público como colocado abaixo, eu tenho uma resposta simples e única ORGANIZAÇÃO.
Média de público na MLB em 2011
1 Philadelphia 45,440
2 NY Yankees 45,107
3 San Francisco 41,818
4 Minnesota 39,112
5 LA Angels 39,090
6 St. Louis 38,196
7 Milwaukee 37,918
8 Boston 37,703
9 Chicago Cubs 37,258
10 Texas 36,382
11 LA Dodgers 36,236
12 Colorado 35,923
13 Detroit 32,617
14 NY Mets 30,108
15 Atlanta 30,037
16 Cincinnati 27,327
17San Diego 26,457
18 Arizona 25,992
19 Houston 25,518
20 Washington 24,877
21 Chicago White Sox 24,705
22 Pittsburgh 24,255
23 Seattle 23,411
24 Cleveland 22,726
25 Toronto 22,445
26 Baltimore 21,943
27 Kansas City 21,289
28 Florida 19,007
29 Tampa Bay 18,878
30 Oakland 18,232
O detalhe básico é que são 79/80/81 jogos como mandante na temporada e a média de público é essa, simplesmente fantástica a gestão da MLB juntamente com seus afiliados.
Não sou um fã da NFL, mas acompanho desde 2000 a temporada da MLB e fico surpreso como esta organização trata o esporte de forma fantástica, são exemplos e mais exemplos a cada dia que navego no site da MLB. Na MLB de Abril até Outubro são mais de 160 jogos de cada equipe, praticamente com jogos todos os dias é algo inimaginável para vivermos em nosso popular futebol, e o mais curioso a média de público destas equipes é extraordinária algo único no mundo em minha visão.
Falam, perguntam na imprensa oque seria fator determinante para o sucesso da NFL e eu colocaria nesta jogada a MLB, qual seria o sucesso para se ter uma média de público como colocado abaixo, eu tenho uma resposta simples e única ORGANIZAÇÃO.
Média de público na MLB em 2011
1 Philadelphia 45,440
2 NY Yankees 45,107
3 San Francisco 41,818
4 Minnesota 39,112
5 LA Angels 39,090
6 St. Louis 38,196
7 Milwaukee 37,918
8 Boston 37,703
9 Chicago Cubs 37,258
10 Texas 36,382
11 LA Dodgers 36,236
12 Colorado 35,923
13 Detroit 32,617
14 NY Mets 30,108
15 Atlanta 30,037
16 Cincinnati 27,327
17San Diego 26,457
18 Arizona 25,992
19 Houston 25,518
20 Washington 24,877
21 Chicago White Sox 24,705
22 Pittsburgh 24,255
23 Seattle 23,411
24 Cleveland 22,726
25 Toronto 22,445
26 Baltimore 21,943
27 Kansas City 21,289
28 Florida 19,007
29 Tampa Bay 18,878
30 Oakland 18,232
O detalhe básico é que são 79/80/81 jogos como mandante na temporada e a média de público é essa, simplesmente fantástica a gestão da MLB juntamente com seus afiliados.
Os destinos foram os mesmos
No dia 03/05/2011, publiquei uma postagem sobre as mudanças de cidades do Barueri e do Guaratinguetá, menos de um ano depois a confirmação que os destinos são os mesmos, não foram os rebaixamentos e sim os dois clubes retornaram para suas cidade originais.
Agora resta saber se as cidades receberão as equipes de braços abertos, se a paixão dos torcedores será a mesma, a decisão de retornar a cidade deve envolver montantes significativos, mas tanto a decisão de sair de "casa", quando o retornar deve ser algo bem complicado para uma equipe.
Estarei procurando analisar mais a fundo as questões Barueri e principalmente o Guaratinguetá. Um grande estudo de caso estas duas instituições.
Agora resta saber se as cidades receberão as equipes de braços abertos, se a paixão dos torcedores será a mesma, a decisão de retornar a cidade deve envolver montantes significativos, mas tanto a decisão de sair de "casa", quando o retornar deve ser algo bem complicado para uma equipe.
Estarei procurando analisar mais a fundo as questões Barueri e principalmente o Guaratinguetá. Um grande estudo de caso estas duas instituições.
Velho Continente
O futebol do velho continente esta sempre a frente de nosso Brasil no futebol finance encontrei um material interessante sobre as regras da Liga Futebol Profissional da Espanha que aprovou as mudanças com base na limitação dos gastos excessivos dos clubes da Liga BBVA que corresponde a Primeira divisão e a Liga Adelante que corresponde a Segunda divisão.
Todas estas mudanças estão de acordo com as novas regras financeiras da UEFA e serão introduzidas durante os próximos três anos. Toda esta ação das organizações no velho continente tem como objetivo regulamentar e controlar para que os clubes tenham um equilíbrio entre as receitas e despesas, promovendo uma maior disciplina e coerência financeira.
Não diferente de muitas ligas no mundo a actual realidade dos clubes espanhóis serve de referência um estudo recente divulgado pela Universidade de Barcelona, onde indica que os 20 clubes da primeira divisão espanhola tiveram uma perda líquida combinada de 100 milhões de euros nos últimos 12 meses.
O site futebol finance ressalta ainda que o interessante deveria ser adotar o mesmo modelo da França que será o controle feito por entidade governamental (federal/ regional), reforço ainda a minha opinião que tudo é uma questão de equipe de trabalho, o poder público principalmente se fosse adotado no Brasil teria dois lados, o positivo e o principalmente o negativo. Vale aguardar e ver qual a melhor medida a Francesa ou a Espanhola.
Todas estas mudanças estão de acordo com as novas regras financeiras da UEFA e serão introduzidas durante os próximos três anos. Toda esta ação das organizações no velho continente tem como objetivo regulamentar e controlar para que os clubes tenham um equilíbrio entre as receitas e despesas, promovendo uma maior disciplina e coerência financeira.
Não diferente de muitas ligas no mundo a actual realidade dos clubes espanhóis serve de referência um estudo recente divulgado pela Universidade de Barcelona, onde indica que os 20 clubes da primeira divisão espanhola tiveram uma perda líquida combinada de 100 milhões de euros nos últimos 12 meses.
REGRAS DE CONTROLE FINANCEIRO ESPANHOL
1. Normas de controle econômico
- Obrigação de apresentar demonstrações financeiras anuais auditadas e / ou estados intermédios da execução orçamental.
- Obrigação de apresentar uma lista de transferências e aquisições de jogadores por liquidar.
- Proibição de débitos vencidos e exigíveis no fim do ano fiscal, com os jogadores, clubes e administração pública.
- Obrigação progressiva de seguir as regras de equilíbrio operacional e patrimonial.
- Observação de sinais que indiquem problemas futuros resultantes da relação entre as despesas associadas à equipe e as receitas relevantes.
- Observação de sinais que indiquem problemas futuros decorrentes da relação entre a dívida líquida e a receita total.
2. Documentação para obter ou manter a participação na LIGA
- Demonstrações financeiras anuais.
- Lista de dívidas resultantes da transferência de jogadores.
- Lista de dívidas resultantes de custos com pessoal.
- Apresentação de documentos indicativos de ocorrências ou alterações de importância económica significativa a partir da data de encerramento das contas anuais.
- Apresentação de orçamento para a época seguinte a quanto do encerramento da demonstração financeira anual.
2. Verificação de cumprimento dos créditos econômicos e financeiros
- Pagamento a outros clubes: No final do exercício nenhum clube poderá ter débitos vencidos e exigíveis referentes a actividades de transferência de jogadores.
- Deve preparar uma lista de transferências e aquisições de jogadores inscritos pelos representantes legais do clube.
- Deve demonstrar que no final do ano não há nenhuma dívida por pagar referente a custos com o pessoal.
- Apresentar uma lista de obrigações financeiras relacionadas com a equipa desportiva, assinada pelos representantes legais do clube.
- Deve demonstrar que no final do ano não há nenhuma dívida e pagar à Segurança Social nem à Agência Estatal de Administração Tributária.
- Apresentar um certificado de isenção de dívida, emitido pelas autoridades públicas.
2. Indicadores futuros de possível desequilíbrio econômico e financeiro
- Custos associados com a equipe profissional: Os custos dos clubes filiados não podem exceder 70% das receitas relevantes da temporada.
- Rateio da dívida em relação à receita total: A dívida líquida não deve ultrapassar 100% da receita total do clube.
2. Sanções previstas por descumprimento das normas
- Proibição de inscrever jogadores.
- Proibição de inscrição na Liga BBVA ou Liga Adelante.
- Expulsão da competição.
- Descida de divisão.
- Suspensão dos direitos económicos.
- Dedução de pontos na tabela classificativa.
- Multa ou admoestação publica.
O grande problema alertado pelo futebol finance esta relacionado ao controle que será feito pela Liga Profissional de Futebol Espanhola, na minha opinião esta questão pode e não ser um problema levando em consideração que tudo pode ser bem analisado e controlado tendo a frente um grupo de trabalho forte.
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