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26 de dez. de 2018

A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e B do Brasileiro e então é criada  a MAIOR liga de futebol do mundo, bem ao menos este é o planejamento estratégico desenvolvido pela equipe de trabalho do CEO da entidade que a partir de agosto deste ano administra o futebol nacional.

A competição terá em sua primeira edição os 16 melhores colocados no Brasileirão de 2019 mais os dois melhores da segunda divisão, a Serie B também será administrada pela LIGA e contará com 24 clubes, para fortalecimento do futebol nas divisões inferiores a CBF irá concentrar suas forças nas próximas divisões, além de ser  a responsável pela seleção brasileira e Copa do Brasil, ainda existe a possibilidade da criação de uma nova entidade de gerenciamento das ligas menores, mas no momento não houve um consenso sobre tal procedimento.

Com o fim dos grandes clubes jogando os campeonatos estaduais as federações precisam se adequar as novas demandas do esporte, as séries E e F serão criadas em caráter estadual, sendo os campeões classificados para as fazes seguintes que irão determinar os acessos as divisões maiores.

Um calendário justo e administrado por uma nova instituição que visa o fortalecimento do produto futebol.

Série A   34 jogos 
18 clubes
(34 rodadas 3 equipes rebaixadas diretamente e a 15ª enfrenta o quarto da Série B em dois jogos de mata mata)
Série B 50 jogos
24 clubes (46 rodadas 3 sobem direto, mais 4 equipes jogam mata mata e o vencedor destes confrontos enfrenta o 15º da Série A em dois jogos)
(4 últimos serão rebaixados)
Série C 40 jogos
24 clubes (2 grupos de 12 clubes regionalizados)
( Segunda fase 10 clubes Turno e Returno)
Série D 30 jogos
48 clubes (4 grupos de 12 clubes regionalizados- classificam 4 de cada grupo para a segunda fase - dois últimos de cada grupo serão rebaixados)
(Fazes seguintes mata mata até os acessos a Série C)
Série E
(Fase inicial dentro dos estados e depois fazes mata mata até os acessos a série D - 8 equipes no total sobem a série D- Rebaixamentos definidos em cada estado)
Série F
(Fase inicial dentro dos estados que irão definir os classificados a Série E -Acessos definidos em cada estado)

Serão muitas as novidades nesta nova era do futebol(já existentes em lei, porém não cobradas);

1- Os clubes precisam apresentar antes do inicio de cada temporada as suas projeções de receitas e despesas para a temporada que se incia, para cada receita a empresa que estará patrocinando o clube deverá apresentar uma carta de responsabilidade de aporte do valor conforme descrito em documento;

2- Os clubes não poderão ultrapassar com salários de jogadores o correspondente a 60% de sua projeção de receitas;

3- Cada clube deverá apresentar um quadro administrativo que será responsável pelo gerenciamento do  clube nos âmbitos, administrativo, financeiro e jurídico.

4- A grande novidade fica por conta das cotas de televisão, que serão divididas de forma uniforme e cada clube poderá comercializar espaços específicos em seu estádio que irá possibilitar o aumento de sua cota comercial.

5- Os clubes que não apresentaram o balanço patrimonial de acordo com as novas regras federais  e conforme determina a Lei Pelé serão excluídos do campeonatos subsequentes, pois seu presidente não terá mais poderes por determinação da entidade que administra o futebol;

A LIGA tem sua primeira edição na temporada 2020/2021 exatamente, nossos campeonatos seguirão o formato do calendário mundial, ou quase que na totalidade de futebol.

22 de jul. de 2018

Um pesadelo chamado PROFUT

Quando o bom senso iniciou o processo objetivando a modernização do futebol brasileiro em 2013 a esperança pairou no ar, foram protestos significativos no campeonato brasileiro e posteriormente acompanhamos os resultados destas ações.

Foi iniciado um estudo a cerca do fair-play financeiro e novas posturas que deveriam ser adotadas pelos clubes e federações a cerca do futebol.

O grande resultado esperado por todos que vivem do futebol foi posto em pratica com a aprovação da Lei Profut dia 04 de agosto de 2015, ainda este ano os clubes tiveram a oportunidade de refinanciar suas dividas fiscais com a União, aparentemente vivíamos uma nova realidade, uma esperança que praticamente se tornava realidade pouco a pouco.

Os anos passaram um total de 127 clubes aderiram ao programa de refinanciamento e acreditava-se que poderíamos viver uma nova era, porém nem mesmo os que aderiram nos proporcionaram alegrias nesta renovação, menos de 20% dos clubes pagaram a primeira parcela do financiamento que ainda contava com uma redução significativa da divida.

Passados pouco mais de dois anos da aprovação da Lei Profut o supremo tribunal federal suspendeu todas as obrigatoriedades, realmente estamos longe de nos tornar um exemplo de gestão, todo processo para que o profut saísse de órbita foi articulado pela CBF que lançou no mesmo mês de setembro de 2017 as novas regras para licenciamento dos clubes, ou seja, todo poder do futebol continua exclusivamente com a CBF, regras e mais regras impostas e fiscalizadas pela CBF com seu presidente e ex-presidentes denunciados em esquemas de corrupção.

Mais um ano da aprovação da lei esta se completando e o que vemos é o descaso pela grande maioria dos clubes e entidades que fiscalizam. A nova entidade que fiscaliza o nosso futebol até se posicionou com relação ao balanço patrimonial dos clubes da Série A do Brasileiro, mas o futebol nacional não se limita a 20 clubes e a morosidade do processo de fiscalização só nos remete ao descaso que vivemos.

Com a retomada do blog pretendo focar na analise dos balanços patrimoniais e suas características técnicas de acordo com as normas que foram desenvolvidas no final de 2017.

7 de jun. de 2017

SEJA VOCÊ A MUDANÇA NO FUTEBOL!

Vai mais uma pequena reflexão ao nosso futebol, uma realidade em que vivemos atualmente é que as equipes estão preocupadas apenas com o “EU”, ainda não existe uma preocupação do espetáculo futebol, e temos exemplos de ligas em crescimento que trabalham em conjunto e com regras básicas fundamentais para a saúde do esporte.

O futebol brasileiro ainda não caiu na realidade do espetáculo, campeonatos ainda deficitários, e não é culpa de uma ou outra equipe especificamente e sim de uma cultura que vem de décadas.

Por mais que algumas equipes tentem vender o futebol como um produto rentável, por mais que alguns profissionais tentem transmitir essa informação, ainda está enraizado aquela situação de que “EU” sou mais importante que todos os demais, o "EU" sou mais importante do que o conjunto, ainda no nosso futebol o importante é o “EU” não o “NOSSO”.

Enquanto não mudarmos a cultura este será o futuro de muitos clubes de futebol e suas belas estruturas.

Até quando o produto vai ser vendido como o EU??? Onde esta este erro?? Não precisamos de muito para saber que o produto futebol deveria ser comercializado de uma forma mais conjunta em todas as competições.

Temos campeonatos deficitários e este não é um problema exclusivo dos clubes, é principalmente das federações que administram mau suas competições, sim as federações são as culpadas por estarem organizando competições problemáticas, não fiscalizar os clubes da forma como deveria, impor regras abaixo das capacidades das instituições, ou pior, impor as regras e não fiscalizar para que as mesmas tenham um cumprimento e consequentemente a imagem do futebol melhore.

Está na hora de mudar esta cultura arcaica, não existe uma pensamento lógico de que uma competição organizada, patrocinada e vendida da melhor forma possível, e que isso vai ser melhor para todos, e não uma competição catastrófica que apresenta todas as dificuldades possíveis e impossíveis de se ver no futebol, a federação é para os clubes, e ela vive dos clubes, só os clubes que não entenderam ainda este processo.

A Federação é parte do processo mas não é o “TODO”, ela não tem que ser a dona do negócio ela tem que ser alguém que vai fazer parte desse processo, mas até quando os clubes vão manter esse pensamento de que as Federações são o todo??? As Federações são nada e os clubes são TUDO, mas enquanto os diretores de clubes não entenderem isso, assim continuará o nosso futebol, deficitário. POUCOS COM MUITO e MUITOS COM POUCO e todas as equipes com suas dificuldades básicas, mas essas dificuldades não estão ai por acaso, começa nos estaduais onde a desvalorização das equipes é visível em todos os sentidos.

Continuaremos com mais uma pergunta sem resposta, até quando os clubes irão permitir a continuidade deste processo.


Por Tiago Borges

30 de abr. de 2017

Contabilidade no Futebol


Mais um ano econômico se encerrou no dia 28 de abril de 2017, dia em que todos os clubes do futebol brasileiro deveriam ter publicado seus demonstrativos contábeis referente ao ano de 2016, sabemos que ainda estamos distantes de conseguir esta perfeição do nosso futebol e muito menos contar com as entidades federativas para organizar tal procedimento.
Conforme leis nacionais (PELÉ 1998 E PROFUT 2015) as punições deveriam ser impostas a todos os presidentes de clubes profissionais do nosso amado futebol, que muitas vezes esta mais para futebol amador que profissional, mas a luta continua a cada temporada.
Em Santa Catarina cinco dos 25 clubes profissionais não publicaram seus demonstrativos, na ordem da Série A Tubarão, Internacional de Lages, Navegantes e da Série C Porto e Caçador,  mesmo assim as demais instituições que publicaram apresentam alguns erros administrativos, mas ao menos publicaram seus demonstrativos, importante também fazer uma colocação a cerca das diferentes formas de publicação das associações.

Diferente de Santa Catarina que cobra dos clubes, no Rio Grande do Sul, no site da Federação não existe publicação de seus filiados, e no meio de 2016 enviei e-mail a FGF questionando o porque de não cobrarem os clubes do procedimento e fui informado pela entidade que não poderia exigir dos clubes (?????) fiquei com mutias interrogações e o questionamento fica ao ministério público, que deveria tomar as medidas necessárias para tal obrigatoriedade, sendo que as leis federais não estão sendo respeitadas.
De acordo com NBC T 10.13 (2004) os clubes deveriam padronizar seus demonstrativos contábeis, mas depois de mais de 10 anos de publicação da norma, ainda não conseguimos atingir esta maturidade administrativa, culpa dos clubes? Acredito que na totalidade não, por contarmos na sua grande maioria por apaixonados pelos clubes o grande vilão neste história é a federação de cada estado que não obriga este procedimento.


#contabilidade #futebol #futeboladministração #administração #soccer #bussiness #fcf  #gestão 



4 de mai. de 2016

Mais uma goleada!

Chegamos em maio de 2016, passaram praticamente 18 anos do surgimento da Lei Pele (muitas foram as alterações até hoje), e na última sexta-feira(29 de abril) completamos mais um ano econômico, sendo a data limite para publicação de todos os clubes profissionais de seus balanços patrimoniais com parecer de auditoria INDEPENDENTE.

Esta noticia sem dúvida deveria estar em todos os jornais do nosso Brasil, deveríamos ter inclusive programas esportivos voltados a analisar os resultados econômicos dos clubes, suas variações apresentadas e suas projeções para o ano, mas aqui não estamos preocupados com gestão e sim somente com o futebol dentro de quatro linhas, alguns comentaristas estão em programas de TV falando em amadorismo de diretores, mas não existe um consentimento da imprensa sobre a importância deste assunto.

Assim, estamos esta semana sofrendo mais uma goleada no futebol, o pior de tudo é que não existe um vencedor neste resultado, clubes continuam com seus presidentes amadores e federações com seus ditadores.

Quem esta envolvido com o futebol a alguns anos sabe o quanto este mercado é sujo em clubes que não presam pelo gerenciamento consciente e profissional, atletas sem salários, sem alimentação, sem condições de treinamento, algo tão normal no nosso futebol "amador", se bem que não podemos taxar clubes profissionais de amadores, pois existem muitos clubes amadores com organização infinitamente superior a os ditos profissionais.

Levantar a bandeira da gestão profissional é oque resta as pessoas que querem o bem do nosso futebol, esperamos o mesmo de órgãos como Bom Senso e Primeira Liga. Por mais complicado que sejam nossas teorias, são importantes para a credibilidade e o respeito no futebol.
Apaixonado por Futebol


31 de mai. de 2011

Reflexões para gerentes de empresas esportivas

Para quem começa a gerir uma instituição são várias as perguntas que devemos fazer, entre elas, em que negócio esta a empresa?, Qual o terreno de jogo?, as respostas a estas duas perguntas básicas possuem um impacto relevante e o desempenho do presente e do futuro da sua unidade de negócios.
Identificar o terreno de jogo passa por ter claramente visualizada a necessidade que o mercado procura satisfazer, os mercados e seus objetivos pretendidos, os produtos e serviços para este mercado e o setor competente para tal segmento.
Falar da necessidade é falar da permanência no tempo, as necessidades são essências insaturável, por que, focar o negócio e sua razão de ser nelas , facilita a adaptação no entorno, e mais, de contribuir com a permanência do negócio no tempo.
As empresas que definem seu terreno de jogo com base em processos e atividades estão condenadas ao fracasso. Os processos e atividades se tornam obsoletos, as necessidades não. Quem identifica com precisão a necessidade de satisfazer tem maiores probabilidades de enconrar sempre as oportunidades, e de não padecer na enfermidade empresarial conhecida como miopia de marketing. Por todas estas razões, identificar o terreno de jogo é uma decisão transcendental para a direção estratégia de uma EMPRESA ESPORTIVA.
Definir adequadamente a missão determina o sentido, pertinência e indicação a gestão da EMPRESA ESPORTIVA. Seus líderes irão entender porquê e para que a instituição existe e fundamentam suas decisões sobre a base de fazer realidade esta declaração.
O anterior ajuda a demonstrar o mito a visão míope detectado no mercado que refere ao esporte como um negocio de EQUIPE/CLUBE, substituindo pela concepção de ESPORTE/INDUSTRIA onde somente as empresas tem possibilidades de êxito.
Com relação a visão organizacional, o autor concreta sua proposta em umas poucas linhas; a visão é o objetivo macro que pretende alcançar a empresa em longo prazo. Este é o cenário desejado e por isso terá que trabalhar. Uma EMPRESA DE ESPORTE deverá responder a "um grande objetivo", um resultado desejado a longo prazo, que contemple visões elevadas em todos os aspectos organizacionais respaldados na declaração de missão, incorporando o elemento "tempo" e que se aspira alcançar este grande objetivo.
A VISÃO ESTRATÉGICA vai mais além de jogar um torneio, participar de competições internacionais e ser campeão. Isto é considerar o sonho da UNIDADE DE NEGOCIOS, e de seus membros e grupos de interesse de X até XX anos.. Deverá ser uma forma de alimentação para que possa motivar o talento humano a trabalhar para alcançar.
Nos negócios, quando as coisas se tornam difíceis, o primeiro que alguns diretores fazem é arquivar seu PLANO ESTRATÉGICO e dedicar-se a voltar a trabalhar o dia a dia, implantando como sendo uma ferramenta filosófica de apoio, temos uma frase que é muito conhecida "como estamos vivendo, vamos vivendo", o que termina gerando catástrofes que induzem ao fechamento do clube.
Paradoxalmente, em crise, nada mais conveniente do que ter a direção da empresa claramente definida, sabe o quão longe ele aspira, o que resulta em médio e longo prazo é desejado, em suma, ter uma direção clara indicando o norte como sendo o percurso planejado.
Dar a volta ao pensamento estratégico é condenar a influência do tempo e do ambiente, basta apagar o fogo pequeno, médio e grande porte que são acionados todos os dias como parte do gerenciamento é reconhecer que, como líderes, temos muito pouca influência sobre destino e os resultados da nossa empresa.
Planejar estrategicamente em tempos de turbulência e incerteza é uma obrigação. Ela ensina o curso de direção e sentido para a gestão. O planejamento é parte da solução.
Quanto aos valores em causa são, eles que descrevem os princípios que presidem à gestão da empresa esportiva. Estes são os códigos de conduta. Isso corrobora com a cultura da empresa a ser compartilhada por cada um dos seus membros. Todas as decisões tomadas neste documento estão a elaboração de valores. E para toda a sua força produtiva, o diário.
Em resumo, a visão, missão e valores são pilares fundamentais no processo de gestão estratégica.

Fonte: Esportes e Negócios(esp)

10 de mai. de 2011

Três caminhos!

Como sempre falo na administração, existem diversas formas de fazer futebol, a errada, sem planejamento, a mais adequada objetivando reverter os erros cometidos em temporadas passadas, não que seja essa a salvação de todos os clubes, mas temos diariamente informações na mídia de equipes que não entendem a necessidade de mudar, e acabam fechando, equipes que analisaram e projetaram o futuro da melhor forma possível objetivando consertar erros do passado, existem ainda as que irão a partir de determinado momento cuidar do futebol amador.

Como é de conhecimento de todos os torcedores e apaixonados pelo futebol em geral, o Brasil passou por um período de descaso por parte dos dirigentes desportivos, e hoje sua grande maioria possui gigantesca divida trabalhista em decorrência de má administração. Equipes tradicionais em todo nosso país estão e passaram por “maus bocados” o que nos remete a três caminhos, os que estão em processo precário, os que quebraram e os que projetaram os problemas há alguns anos e estão renascendo.

Temos a visão inicial das equipes que ainda não fecharam e que podem fechar a cada momento, como noticia recente o Clube do Remo, um dos gigantes na década de 90 no futebol Brasileiro possui uma divida trabalhista de 8 milhões de reais o que esta fazendo a justiça trabalhista de seu estado solicitar a penhora de seus bens, alguma novidade?Não, isso é apenas o retrato do futuro de muitos clubes.

Ontem foi noticiado na imprensa paulista que dois clubes do maranhão, o Moto Club sendo o mais tradicional e o JV Liberam fecharam as portas do futebol profissional, ambos alegaram que a principal culpada pelo seu fechamento seria a Federação do estado do Maranhão, na minha análise critica isso é mais uma “desculpa furada” pela má administração no nordeste.

Pelo lado mais profissional temos exemplo o Santa Cruz pernambucano que esta jogando ao lado do Club do Remo a quarta divisão nacional, mas este prevendo problemas futuros passou por um processo de transformação de associação sem fins lucrativos para clube empresa, este fator seria o mais adequado a grande maioria de nossos clubes nacionais para evitarem os fatos que ocorrem com Remo, Moto Club, JV Liberal e muitos outros que devem surgir nos próximos dias/meses.

7 de mai. de 2011

Gestão Esportiva

Para quem começa a gerir uma instituição são várias as perguntas que devemos fazer, entre elas, em que negócio esta a empresa?, Qual o terreno de jogo?, as respostas a estas duas perguntas básicas possuem um impacto relevante e o desempenho do presente e do futuro da sua unidade de negócios.

Identificar o terreno de jogo passa por ter claramente visualizada a necessidade que o mercado procura satisfazer, os mercados e seus objetivos pretendidos, os produtos e serviços para este mercado e o setor competente para tal segmento.

Falar da necessidade é falar da permanência no tempo, as necessidades são essências insaturável, por que, focar o negócio e sua razão de ser nelas , facilita a adaptação no entorno, e mais, de contribuir com a permanência do negócio no tempo.

As empresas que definem seu terreno de jogo com base em processos e atividades estão condenadas ao fracasso. Os processos e atividades se tornam obsoletos, as necessidades não. Quem identifica com precisão a necessidade de satisfazer tem maiores probabilidades de enconrar sempre as oportunidades, e de não padecer na enfermidade empresarial conhecida como miopia de marketing. Por todas estas razões, identificar o terreno de jogo é uma decisão transcendental para a direção estratégia de uma EMPRESA ESPORTIVA.

Definir adequadamente a missão determina o sentido, pertinência e indicação a gestão da EMPRESA ESPORTIVA. Seus líderes irão entender porquê e para que a instituição existe e fundamentam suas decisões sobre a base de fazer realidade esta declaração.

O anterior ajuda a demonstrar o mito a visão míope detectado no mercado que refere ao esporte como um negocio de EQUIPE/CLUBE, substituindo pela concepção de ESPORTE/INDUSTRIA onde somente as empresas tem possibilidades de êxito.

Com relação a visão organizacional, o autor concreta sua proposta em umas poucas linhas; a visão é o objetivo macro que pretende alcançar a empresa em longo prazo. Este é o cenário desejado e por isso terá que trabalhar. Uma EMPRESA DE ESPORTE deverá responder a "um grande objetivo", um resultado desejado a longo prazo, que contemple visões elevadas em todos os aspectos organizacionais respaldados na declaração de missão, incorporando o elemento "tempo" e que se aspira alcançar este grande objetivo.

A VISÃO ESTRATÉGICA vai mais além de jogar um torneio, participar de competições internacionais e ser campeão. Isto é considerar o sonho da UNIDADE DE NEGOCIOS, e de seus membros e grupos de interesse de X até XX anos.. Deverá ser uma forma de alimentação para que possa motivar o talento humano a trabalhar para alcançar.

Nos negócios, quando as coisas se tornam difíceis, o primeiro que alguns diretores fazem é arquivar seu PLANO ESTRATÉGICO e dedicar-se a voltar a trabalhar o dia a dia, implantando como sendo uma ferramenta filosófica de apoio, temos uma frase que é muito conhecida "como estamos vivendo, vamos vivendo", o que termina gerando catástrofes que induzem ao fechamento do clube.

Paradoxalmente, em crise, nada mais conveniente do que ter a direção da empresa claramente definida, sabe o quão longe ele aspira, o que resulta em médio e longo prazo é desejado, em suma, ter uma direção clara indicando o norte como sendo o percurso planejado.

Dar a volta ao pensamento estratégico é condenar a influência do tempo e do ambiente, basta apagar o fogo pequeno, médio e grande porte que são acionados todos os dias como parte do gerenciamento é reconhecer que, como líderes, temos muito pouca influência sobre destino e os resultados da nossa empresa.

Planejar estrategicamente em tempos de turbulência e incerteza é uma obrigação. Ela ensina o curso de direção e sentido para a gestão. O planejamento é parte da solução.

Quanto aos valores em causa são, eles que descrevem os princípios que presidem à gestão da empresa esportiva. Estes são os códigos de conduta. Isso corrobora com a cultura da empresa a ser compartilhada por cada um dos seus membros. Todas as decisões tomadas neste documento estão a elaboração de valores. E para toda a sua força produtiva, o diário.

Em resumo, a visão, missão e valores são pilares fundamentais no processo de gestão estratégica.

10 de ago. de 2010

Mais um exemplo de administração!

post na radiozoz

Administração onde o futebol é serio!

Nesta retomada do blog apos minha colação de grau um texto muito interessante que encontrei no site da BBC SPORTS relatando como ocorre com os clubes que possuem dividas praticamente impagáveis no futebol inglês, onde os mesmos adotam um sistema de administração externo.


O que é o conselho de administração?


É um procedimento legal que permite a uma empresa (clube) em dificuldade financeira continuar operando sem serem forçados a vender ativos para pagar dívidas. O objetivo é dar à empresa uma margem de manobra que lhe permita reestruturar suas finanças e coloque o seu negócio em uma base mais sólida. É preferencial a liquidação ou venda de um clube em sérias dificuldades financeiras, pois sua finalidade legal é a "sobrevivência da empresa sendo de interesse comum." Os credores geralmente são favoráveis a um período de planejamento administrativo ao invés de passar diretamente para a venda, porque existe uma maior chance de receber todo o seu investimento.


Como isso acontece?


No Brasil essa situação não acontece, mas nos países que o futebol e tratado como um negocio serio, uma petição é feita a um tribunal de magistrados de seus credores ou, mais freqüentemente, os seus administradores. Antes uma ordem da inserção de um conselho de administração, as partes devem convencer o tribunal de que o clube não consegue pagar suas dívidas. Não há exigência de informar os adeptos ou os meios de comunicação até o administrador optar por ir a público. Ocorre a nomeação de um indivíduo para administrar a situação, geralmente é chamada uma empresa de contabilidade, sendo esta nomeado pelo tribunal, é provável que o tribunal nomeie a escolha da empresa.


O que faz o conselho de administração?


Ele assume o papel de dirigir a empresa (clube) com o objetivo de obter dos credores tanto dinheiro quanto possível, para manter o clube vivo. Ele fará uma série de propostas sobre o futuro da empresa (clube), desde a venda de ativos como de jogadores.

O que os fãs podem fazer?

Não há exigência legal para tornar a situação de conhecimento dos torcedores, mas na prática, muitos administradores preferem ter em conta os sentimentos dos fãs. Em muitos casos pode ocorrer de os fãs formarem um grupo para pressionar o conselho de administração, tendo esse que muitas vezes se reuniu com eles para discutir suas propostas.

Como é que um clube inícia sua recuperação?



Quando os objetivos do conselho administrador forem cumpridos, ou seja, satisfazer os credores e insistindo em certas práticas comerciais, ele vai recorrer ao tribunal para sua liberação. Esta é uma proposta de reestruturação da dívida do clube com os seus credores, um acordo privado para pagar parte do dinheiro devido, sendo essa um certo acordo reciprocamente satisfatório. O clube deve, então, ser deixado como uma entidade solvente, a cargo de suas próprias finanças e capaz de continuar no mercado.

Como as coisas podem chegar a ficar ruins?

Se a reestruturação não for bem sucedida, os administradores vão passar para a fase de liquidar a companhia, vendendo seus ativos para pagar os credores, como bancos e tomadores. Se todas as dívidas sejam cumpridas e não há dinheiro que sobra, é distribuído entre os acionistas.

Essa e uma forma inteligente de fazer futebol, todos podem acompanhar no futebol inglês a cada ano as dificuldade de algumas equipes, mas dificuldades essas que quase em sua totalidade se reerguem e voltam fortes no mercado do futebol no reino unido.

A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...