26 de dez. de 2018
A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!
A competição terá em sua primeira edição os 16 melhores colocados no Brasileirão de 2019 mais os dois melhores da segunda divisão, a Serie B também será administrada pela LIGA e contará com 24 clubes, para fortalecimento do futebol nas divisões inferiores a CBF irá concentrar suas forças nas próximas divisões, além de ser a responsável pela seleção brasileira e Copa do Brasil, ainda existe a possibilidade da criação de uma nova entidade de gerenciamento das ligas menores, mas no momento não houve um consenso sobre tal procedimento.
Com o fim dos grandes clubes jogando os campeonatos estaduais as federações precisam se adequar as novas demandas do esporte, as séries E e F serão criadas em caráter estadual, sendo os campeões classificados para as fazes seguintes que irão determinar os acessos as divisões maiores.
Um calendário justo e administrado por uma nova instituição que visa o fortalecimento do produto futebol.
Série A 34 jogos
18 clubes
(34 rodadas 3 equipes rebaixadas diretamente e a 15ª enfrenta o quarto da Série B em dois jogos de mata mata)
Série B 50 jogos
24 clubes (46 rodadas 3 sobem direto, mais 4 equipes jogam mata mata e o vencedor destes confrontos enfrenta o 15º da Série A em dois jogos)
(4 últimos serão rebaixados)
Série C 40 jogos
24 clubes (2 grupos de 12 clubes regionalizados)
( Segunda fase 10 clubes Turno e Returno)
Série D 30 jogos
48 clubes (4 grupos de 12 clubes regionalizados- classificam 4 de cada grupo para a segunda fase - dois últimos de cada grupo serão rebaixados)
(Fazes seguintes mata mata até os acessos a Série C)
Série E
(Fase inicial dentro dos estados e depois fazes mata mata até os acessos a série D - 8 equipes no total sobem a série D- Rebaixamentos definidos em cada estado)
Série F
(Fase inicial dentro dos estados que irão definir os classificados a Série E -Acessos definidos em cada estado)
Serão muitas as novidades nesta nova era do futebol(já existentes em lei, porém não cobradas);
1- Os clubes precisam apresentar antes do inicio de cada temporada as suas projeções de receitas e despesas para a temporada que se incia, para cada receita a empresa que estará patrocinando o clube deverá apresentar uma carta de responsabilidade de aporte do valor conforme descrito em documento;
2- Os clubes não poderão ultrapassar com salários de jogadores o correspondente a 60% de sua projeção de receitas;
3- Cada clube deverá apresentar um quadro administrativo que será responsável pelo gerenciamento do clube nos âmbitos, administrativo, financeiro e jurídico.
4- A grande novidade fica por conta das cotas de televisão, que serão divididas de forma uniforme e cada clube poderá comercializar espaços específicos em seu estádio que irá possibilitar o aumento de sua cota comercial.
5- Os clubes que não apresentaram o balanço patrimonial de acordo com as novas regras federais e conforme determina a Lei Pelé serão excluídos do campeonatos subsequentes, pois seu presidente não terá mais poderes por determinação da entidade que administra o futebol;
A LIGA tem sua primeira edição na temporada 2020/2021 exatamente, nossos campeonatos seguirão o formato do calendário mundial, ou quase que na totalidade de futebol.
22 de jul. de 2018
Um pesadelo chamado PROFUT
Foi iniciado um estudo a cerca do fair-play financeiro e novas posturas que deveriam ser adotadas pelos clubes e federações a cerca do futebol.
O grande resultado esperado por todos que vivem do futebol foi posto em pratica com a aprovação da Lei Profut dia 04 de agosto de 2015, ainda este ano os clubes tiveram a oportunidade de refinanciar suas dividas fiscais com a União, aparentemente vivíamos uma nova realidade, uma esperança que praticamente se tornava realidade pouco a pouco.
Os anos passaram um total de 127 clubes aderiram ao programa de refinanciamento e acreditava-se que poderíamos viver uma nova era, porém nem mesmo os que aderiram nos proporcionaram alegrias nesta renovação, menos de 20% dos clubes pagaram a primeira parcela do financiamento que ainda contava com uma redução significativa da divida.
Passados pouco mais de dois anos da aprovação da Lei Profut o supremo tribunal federal suspendeu todas as obrigatoriedades, realmente estamos longe de nos tornar um exemplo de gestão, todo processo para que o profut saísse de órbita foi articulado pela CBF que lançou no mesmo mês de setembro de 2017 as novas regras para licenciamento dos clubes, ou seja, todo poder do futebol continua exclusivamente com a CBF, regras e mais regras impostas e fiscalizadas pela CBF com seu presidente e ex-presidentes denunciados em esquemas de corrupção.
Mais um ano da aprovação da lei esta se completando e o que vemos é o descaso pela grande maioria dos clubes e entidades que fiscalizam. A nova entidade que fiscaliza o nosso futebol até se posicionou com relação ao balanço patrimonial dos clubes da Série A do Brasileiro, mas o futebol nacional não se limita a 20 clubes e a morosidade do processo de fiscalização só nos remete ao descaso que vivemos.
Com a retomada do blog pretendo focar na analise dos balanços patrimoniais e suas características técnicas de acordo com as normas que foram desenvolvidas no final de 2017.
7 de jun. de 2017
SEJA VOCÊ A MUDANÇA NO FUTEBOL!
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| Enquanto não mudarmos a cultura este será o futuro de muitos clubes de futebol e suas belas estruturas. |
Por Tiago Borges
30 de abr. de 2017
Contabilidade no Futebol
#contabilidade #futebol #futeboladministração #administração #soccer #bussiness #fcf #gestão
4 de mai. de 2016
Mais uma goleada!
Esta noticia sem dúvida deveria estar em todos os jornais do nosso Brasil, deveríamos ter inclusive programas esportivos voltados a analisar os resultados econômicos dos clubes, suas variações apresentadas e suas projeções para o ano, mas aqui não estamos preocupados com gestão e sim somente com o futebol dentro de quatro linhas, alguns comentaristas estão em programas de TV falando em amadorismo de diretores, mas não existe um consentimento da imprensa sobre a importância deste assunto.
Assim, estamos esta semana sofrendo mais uma goleada no futebol, o pior de tudo é que não existe um vencedor neste resultado, clubes continuam com seus presidentes amadores e federações com seus ditadores.
Quem esta envolvido com o futebol a alguns anos sabe o quanto este mercado é sujo em clubes que não presam pelo gerenciamento consciente e profissional, atletas sem salários, sem alimentação, sem condições de treinamento, algo tão normal no nosso futebol "amador", se bem que não podemos taxar clubes profissionais de amadores, pois existem muitos clubes amadores com organização infinitamente superior a os ditos profissionais.
Levantar a bandeira da gestão profissional é oque resta as pessoas que querem o bem do nosso futebol, esperamos o mesmo de órgãos como Bom Senso e Primeira Liga. Por mais complicado que sejam nossas teorias, são importantes para a credibilidade e o respeito no futebol.
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| Apaixonado por Futebol |
31 de mai. de 2011
Reflexões para gerentes de empresas esportivas
10 de mai. de 2011
Três caminhos!
Como é de conhecimento de todos os torcedores e apaixonados pelo futebol em geral, o Brasil passou por um período de descaso por parte dos dirigentes desportivos, e hoje sua grande maioria possui gigantesca divida trabalhista em decorrência de má administração. Equipes tradicionais em todo nosso país estão e passaram por “maus bocados” o que nos remete a três caminhos, os que estão em processo precário, os que quebraram e os que projetaram os problemas há alguns anos e estão renascendo.
Temos a visão inicial das equipes que ainda não fecharam e que podem fechar a cada momento, como noticia recente o Clube do Remo, um dos gigantes na década de 90 no futebol Brasileiro possui uma divida trabalhista de 8 milhões de reais o que esta fazendo a justiça trabalhista de seu estado solicitar a penhora de seus bens, alguma novidade?Não, isso é apenas o retrato do futuro de muitos clubes.
Ontem foi noticiado na imprensa paulista que dois clubes do maranhão, o Moto Club sendo o mais tradicional e o JV Liberam fecharam as portas do futebol profissional, ambos alegaram que a principal culpada pelo seu fechamento seria a Federação do estado do Maranhão, na minha análise critica isso é mais uma “desculpa furada” pela má administração no nordeste.
Pelo lado mais profissional temos exemplo o Santa Cruz pernambucano que esta jogando ao lado do Club do Remo a quarta divisão nacional, mas este prevendo problemas futuros passou por um processo de transformação de associação sem fins lucrativos para clube empresa, este fator seria o mais adequado a grande maioria de nossos clubes nacionais para evitarem os fatos que ocorrem com Remo, Moto Club, JV Liberal e muitos outros que devem surgir nos próximos dias/meses.
7 de mai. de 2011
Gestão Esportiva
Identificar o terreno de jogo passa por ter claramente visualizada a necessidade que o mercado procura satisfazer, os mercados e seus objetivos pretendidos, os produtos e serviços para este mercado e o setor competente para tal segmento.
Falar da necessidade é falar da permanência no tempo, as necessidades são essências insaturável, por que, focar o negócio e sua razão de ser nelas , facilita a adaptação no entorno, e mais, de contribuir com a permanência do negócio no tempo.
As empresas que definem seu terreno de jogo com base em processos e atividades estão condenadas ao fracasso. Os processos e atividades se tornam obsoletos, as necessidades não. Quem identifica com precisão a necessidade de satisfazer tem maiores probabilidades de enconrar sempre as oportunidades, e de não padecer na enfermidade empresarial conhecida como miopia de marketing. Por todas estas razões, identificar o terreno de jogo é uma decisão transcendental para a direção estratégia de uma EMPRESA ESPORTIVA.
Definir adequadamente a missão determina o sentido, pertinência e indicação a gestão da EMPRESA ESPORTIVA. Seus líderes irão entender porquê e para que a instituição existe e fundamentam suas decisões sobre a base de fazer realidade esta declaração.
O anterior ajuda a demonstrar o mito a visão míope detectado no mercado que refere ao esporte como um negocio de EQUIPE/CLUBE, substituindo pela concepção de ESPORTE/INDUSTRIA onde somente as empresas tem possibilidades de êxito.
Com relação a visão organizacional, o autor concreta sua proposta em umas poucas linhas; a visão é o objetivo macro que pretende alcançar a empresa em longo prazo. Este é o cenário desejado e por isso terá que trabalhar. Uma EMPRESA DE ESPORTE deverá responder a "um grande objetivo", um resultado desejado a longo prazo, que contemple visões elevadas em todos os aspectos organizacionais respaldados na declaração de missão, incorporando o elemento "tempo" e que se aspira alcançar este grande objetivo.
A VISÃO ESTRATÉGICA vai mais além de jogar um torneio, participar de competições internacionais e ser campeão. Isto é considerar o sonho da UNIDADE DE NEGOCIOS, e de seus membros e grupos de interesse de X até XX anos.. Deverá ser uma forma de alimentação para que possa motivar o talento humano a trabalhar para alcançar.
Nos negócios, quando as coisas se tornam difíceis, o primeiro que alguns diretores fazem é arquivar seu PLANO ESTRATÉGICO e dedicar-se a voltar a trabalhar o dia a dia, implantando como sendo uma ferramenta filosófica de apoio, temos uma frase que é muito conhecida "como estamos vivendo, vamos vivendo", o que termina gerando catástrofes que induzem ao fechamento do clube.
Paradoxalmente, em crise, nada mais conveniente do que ter a direção da empresa claramente definida, sabe o quão longe ele aspira, o que resulta em médio e longo prazo é desejado, em suma, ter uma direção clara indicando o norte como sendo o percurso planejado.
Dar a volta ao pensamento estratégico é condenar a influência do tempo e do ambiente, basta apagar o fogo pequeno, médio e grande porte que são acionados todos os dias como parte do gerenciamento é reconhecer que, como líderes, temos muito pouca influência sobre destino e os resultados da nossa empresa.
Planejar estrategicamente em tempos de turbulência e incerteza é uma obrigação. Ela ensina o curso de direção e sentido para a gestão. O planejamento é parte da solução.
Quanto aos valores em causa são, eles que descrevem os princípios que presidem à gestão da empresa esportiva. Estes são os códigos de conduta. Isso corrobora com a cultura da empresa a ser compartilhada por cada um dos seus membros. Todas as decisões tomadas neste documento estão a elaboração de valores. E para toda a sua força produtiva, o diário.
Em resumo, a visão, missão e valores são pilares fundamentais no processo de gestão estratégica.
10 de ago. de 2010
Administração onde o futebol é serio!
Nesta retomada do blog apos minha colação de grau um texto muito interessante que encontrei no site da BBC SPORTS relatando como ocorre com os clubes que possuem dividas praticamente impagáveis no futebol inglês, onde os mesmos adotam um sistema de administração externo.
É um procedimento legal que permite a uma empresa (clube) em dificuldade financeira continuar operando sem serem forçados a vender ativos para pagar dívidas. O objetivo é dar à empresa uma margem de manobra que lhe permita reestruturar suas finanças e coloque o seu negócio em uma base mais sólida. É preferencial a liquidação ou venda de um clube em sérias dificuldades financeiras, pois sua finalidade legal é a "sobrevivência da empresa sendo de interesse comum." Os credores geralmente são favoráveis a um período de planejamento administrativo ao invés de passar diretamente para a venda, porque existe uma maior chance de receber todo o seu investimento.
Ele assume o papel de dirigir a empresa (clube) com o objetivo de obter dos credores tanto dinheiro quanto possível, para manter o clube vivo. Ele fará uma série de propostas sobre o futuro da empresa (clube), desde a venda de ativos como de jogadores.
Como é que um clube inícia sua recuperação?
Como as coisas podem chegar a ficar ruins?
Se a reestruturação não for bem sucedida, os administradores vão passar para a fase de liquidar a companhia, vendendo seus ativos para pagar os credores, como bancos e tomadores. Se todas as dívidas sejam cumpridas e não há dinheiro que sobra, é distribuído entre os acionistas.Essa e uma forma inteligente de fazer futebol, todos podem acompanhar no futebol inglês a cada ano as dificuldade de algumas equipes, mas dificuldades essas que quase em sua totalidade se reerguem e voltam fortes no mercado do futebol no reino unido.
A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!
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