O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e B do Brasileiro e então é criada a MAIOR liga de futebol do mundo, bem ao menos este é o planejamento estratégico desenvolvido pela equipe de trabalho do CEO da entidade que a partir de agosto deste ano administra o futebol nacional.
A competição terá em sua primeira edição os 16 melhores colocados no Brasileirão de 2019 mais os dois melhores da segunda divisão, a Serie B também será administrada pela LIGA e contará com 24 clubes, para fortalecimento do futebol nas divisões inferiores a CBF irá concentrar suas forças nas próximas divisões, além de ser a responsável pela seleção brasileira e Copa do Brasil, ainda existe a possibilidade da criação de uma nova entidade de gerenciamento das ligas menores, mas no momento não houve um consenso sobre tal procedimento.
Com o fim dos grandes clubes jogando os campeonatos estaduais as federações precisam se adequar as novas demandas do esporte, as séries E e F serão criadas em caráter estadual, sendo os campeões classificados para as fazes seguintes que irão determinar os acessos as divisões maiores.
Um calendário justo e administrado por uma nova instituição que visa o fortalecimento do produto futebol.
Série A 34 jogos
18 clubes
(34 rodadas 3 equipes rebaixadas diretamente e a 15ª enfrenta o quarto da Série B em dois jogos de mata mata)
Série B 50 jogos
24 clubes (46 rodadas 3 sobem direto, mais 4 equipes jogam mata mata e o vencedor destes confrontos enfrenta o 15º da Série A em dois jogos)
(4 últimos serão rebaixados)
Série C 40 jogos
24 clubes (2 grupos de 12 clubes regionalizados)
( Segunda fase 10 clubes Turno e Returno)
Série D 30 jogos
48 clubes (4 grupos de 12 clubes regionalizados- classificam 4 de cada grupo para a segunda fase - dois últimos de cada grupo serão rebaixados)
(Fazes seguintes mata mata até os acessos a Série C)
Série E
(Fase inicial dentro dos estados e depois fazes mata mata até os acessos a série D - 8 equipes no total sobem a série D- Rebaixamentos definidos em cada estado)
Série F
(Fase inicial dentro dos estados que irão definir os classificados a Série E -Acessos definidos em cada estado)
Serão muitas as novidades nesta nova era do futebol(já existentes em lei, porém não cobradas);
1- Os clubes precisam apresentar antes do inicio de cada temporada as suas projeções de receitas e despesas para a temporada que se incia, para cada receita a empresa que estará patrocinando o clube deverá apresentar uma carta de responsabilidade de aporte do valor conforme descrito em documento;
2- Os clubes não poderão ultrapassar com salários de jogadores o correspondente a 60% de sua projeção de receitas;
3- Cada clube deverá apresentar um quadro administrativo que será responsável pelo gerenciamento do clube nos âmbitos, administrativo, financeiro e jurídico.
4- A grande novidade fica por conta das cotas de televisão, que serão divididas de forma uniforme e cada clube poderá comercializar espaços específicos em seu estádio que irá possibilitar o aumento de sua cota comercial.
5- Os clubes que não apresentaram o balanço patrimonial de acordo com as novas regras federais e conforme determina a Lei Pelé serão excluídos do campeonatos subsequentes, pois seu presidente não terá mais poderes por determinação da entidade que administra o futebol;
A LIGA tem sua primeira edição na temporada 2020/2021 exatamente, nossos campeonatos seguirão o formato do calendário mundial, ou quase que na totalidade de futebol.
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26 de dez. de 2018
30 de abr. de 2017
Contabilidade no Futebol
Conforme leis nacionais (PELÉ 1998 E PROFUT 2015) as punições deveriam ser impostas a todos os presidentes de clubes profissionais do nosso amado futebol, que muitas vezes esta mais para futebol amador que profissional, mas a luta continua a cada temporada.
Em Santa Catarina cinco dos 25 clubes profissionais não publicaram seus demonstrativos, na ordem da Série A Tubarão, Internacional de Lages, Navegantes e da Série C Porto e Caçador, mesmo assim as demais instituições que publicaram apresentam alguns erros administrativos, mas ao menos publicaram seus demonstrativos, importante também fazer uma colocação a cerca das diferentes formas de publicação das associações.
Diferente de Santa Catarina que cobra dos clubes, no Rio Grande do Sul, no site da Federação não existe publicação de seus filiados, e no meio de 2016 enviei e-mail a FGF questionando o porque de não cobrarem os clubes do procedimento e fui informado pela entidade que não poderia exigir dos clubes (?????) fiquei com mutias interrogações e o questionamento fica ao ministério público, que deveria tomar as medidas necessárias para tal obrigatoriedade, sendo que as leis federais não estão sendo respeitadas.
De acordo com NBC T 10.13 (2004) os clubes deveriam padronizar seus demonstrativos contábeis, mas depois de mais de 10 anos de publicação da norma, ainda não conseguimos atingir esta maturidade administrativa, culpa dos clubes? Acredito que na totalidade não, por contarmos na sua grande maioria por apaixonados pelos clubes o grande vilão neste história é a federação de cada estado que não obriga este procedimento.
#contabilidade #futebol #futeboladministração #administração #soccer #bussiness #fcf #gestão
4 de mai. de 2016
Mais uma goleada!
Chegamos em maio de 2016, passaram praticamente 18 anos do surgimento da Lei Pele (muitas foram as alterações até hoje), e na última sexta-feira(29 de abril) completamos mais um ano econômico, sendo a data limite para publicação de todos os clubes profissionais de seus balanços patrimoniais com parecer de auditoria INDEPENDENTE.
Esta noticia sem dúvida deveria estar em todos os jornais do nosso Brasil, deveríamos ter inclusive programas esportivos voltados a analisar os resultados econômicos dos clubes, suas variações apresentadas e suas projeções para o ano, mas aqui não estamos preocupados com gestão e sim somente com o futebol dentro de quatro linhas, alguns comentaristas estão em programas de TV falando em amadorismo de diretores, mas não existe um consentimento da imprensa sobre a importância deste assunto.
Assim, estamos esta semana sofrendo mais uma goleada no futebol, o pior de tudo é que não existe um vencedor neste resultado, clubes continuam com seus presidentes amadores e federações com seus ditadores.
Quem esta envolvido com o futebol a alguns anos sabe o quanto este mercado é sujo em clubes que não presam pelo gerenciamento consciente e profissional, atletas sem salários, sem alimentação, sem condições de treinamento, algo tão normal no nosso futebol "amador", se bem que não podemos taxar clubes profissionais de amadores, pois existem muitos clubes amadores com organização infinitamente superior a os ditos profissionais.
Levantar a bandeira da gestão profissional é oque resta as pessoas que querem o bem do nosso futebol, esperamos o mesmo de órgãos como Bom Senso e Primeira Liga. Por mais complicado que sejam nossas teorias, são importantes para a credibilidade e o respeito no futebol.
Esta noticia sem dúvida deveria estar em todos os jornais do nosso Brasil, deveríamos ter inclusive programas esportivos voltados a analisar os resultados econômicos dos clubes, suas variações apresentadas e suas projeções para o ano, mas aqui não estamos preocupados com gestão e sim somente com o futebol dentro de quatro linhas, alguns comentaristas estão em programas de TV falando em amadorismo de diretores, mas não existe um consentimento da imprensa sobre a importância deste assunto.
Assim, estamos esta semana sofrendo mais uma goleada no futebol, o pior de tudo é que não existe um vencedor neste resultado, clubes continuam com seus presidentes amadores e federações com seus ditadores.
Quem esta envolvido com o futebol a alguns anos sabe o quanto este mercado é sujo em clubes que não presam pelo gerenciamento consciente e profissional, atletas sem salários, sem alimentação, sem condições de treinamento, algo tão normal no nosso futebol "amador", se bem que não podemos taxar clubes profissionais de amadores, pois existem muitos clubes amadores com organização infinitamente superior a os ditos profissionais.
Levantar a bandeira da gestão profissional é oque resta as pessoas que querem o bem do nosso futebol, esperamos o mesmo de órgãos como Bom Senso e Primeira Liga. Por mais complicado que sejam nossas teorias, são importantes para a credibilidade e o respeito no futebol.
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| Apaixonado por Futebol |
4 de out. de 2015
Balanço patrimonial
Sabemos da obrigatoriedade de publicação do balanço patrimonial por parte dos clubes, conforme lei sancionada de número 12.395, de 16 de março de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 17/03/2011, que, dentre outras providências, alterou a Lei nº 9.615/98 (Lei Pelé) e entrou em vigor dia 17/03/2011, onde estabelece, de acordo com a nova redação do inciso I do art. 46-A, que as entidades de administração de desporto (Confederações e Federações) e as de prática desportivas (clubes) envolvidas em qualquer competição de atletas profissionais, independentemente da forma jurídica adotada ficam obrigadas a elaborar suas demonstrações financeiras, separadamente por atividade econômica, de modo distinto das atividades recreativas e sociais, nos termos da lei e de acordo com os padrões estabelecidos pelo Conselho Federal de Contabilidade, e, após terem sido submetidas à auditoria independente, providenciar sua publicação até o último dia útil do mês de abril do ano subseqüente, por período não inferior a 3 (três) meses, em sítio eletrônico próprio e da respectiva da respectiva entidade de administração ou de liga desportiva.
Foi salientado ainda em oficio da Federação Catarinense de Futebol que, as entidades dirigentes (Confederações e
Federações) e os clubes profissionais que não cumprirem o dispositivo legal acima
mencionado os seus dirigentes serão afastados e será declarada a nulidade de
todos os atos praticados pelos dirigentes em nome da entidade após a
infração, ficando os dirigentes das entidades dirigentes inelegíveis por dez
anos e os dirigentes de clubes inelegíveis por cinco anos.
Gostaria de aproveitar a oportunidade e perguntar a todos os clubes que se dizem profissionais e não publicam seus balanços patrimoniais, qual o motivo que leva uma instituição a não publicar algo que é exigido por lei, isso é uma grande perguntar que gostaríamos de fazer a todos os dirigentes que se dizem presidentes de clubes profissionais. Pelo que pude observar no site da Federação Catarinense de Futebol apenas 10 equipes profissionais publicaram seus balanços e estão de acordo com a lei... E agora FCF????
FONTE: Circular FCF/2011
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