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4 de mai. de 2016

Mais uma goleada!

Chegamos em maio de 2016, passaram praticamente 18 anos do surgimento da Lei Pele (muitas foram as alterações até hoje), e na última sexta-feira(29 de abril) completamos mais um ano econômico, sendo a data limite para publicação de todos os clubes profissionais de seus balanços patrimoniais com parecer de auditoria INDEPENDENTE.

Esta noticia sem dúvida deveria estar em todos os jornais do nosso Brasil, deveríamos ter inclusive programas esportivos voltados a analisar os resultados econômicos dos clubes, suas variações apresentadas e suas projeções para o ano, mas aqui não estamos preocupados com gestão e sim somente com o futebol dentro de quatro linhas, alguns comentaristas estão em programas de TV falando em amadorismo de diretores, mas não existe um consentimento da imprensa sobre a importância deste assunto.

Assim, estamos esta semana sofrendo mais uma goleada no futebol, o pior de tudo é que não existe um vencedor neste resultado, clubes continuam com seus presidentes amadores e federações com seus ditadores.

Quem esta envolvido com o futebol a alguns anos sabe o quanto este mercado é sujo em clubes que não presam pelo gerenciamento consciente e profissional, atletas sem salários, sem alimentação, sem condições de treinamento, algo tão normal no nosso futebol "amador", se bem que não podemos taxar clubes profissionais de amadores, pois existem muitos clubes amadores com organização infinitamente superior a os ditos profissionais.

Levantar a bandeira da gestão profissional é oque resta as pessoas que querem o bem do nosso futebol, esperamos o mesmo de órgãos como Bom Senso e Primeira Liga. Por mais complicado que sejam nossas teorias, são importantes para a credibilidade e o respeito no futebol.
Apaixonado por Futebol


2 de jul. de 2011

Etica, palavra bonita!

O futebol é o esporte mais popular do mundo. Milhões de indivíduos se unem de quatro em quatro anos para prestigiar o que é uma idolatria mundial. No entanto muitos ainda não sabem que cada vez mais este esporte esta sendo desvestido de ÉTICA.
Falar sobre o futebol no Brasil é fácil, todo mundo sabe pelo menos do que se trata. A frase “no Brasil, todo mundo é técnico de futebol” promulga bem a força com que esse esporte consegue as pessoas aqui em nosso país. Neste momento, estamos com nossos pensamentos voltados para a Copa do Mundo, onde poderemos manifestar a tradição de enfeitar as ruas, pendurar bandeiras e viver intensamente a copa de 2014, mas até lá teremos muitas dúvidas no ar sobre este evento que esta sendo preparado para o mundo.
Mas e falar da ética no futebol? O que envolve essa ética? Neste pequeno comentário vou analisar o que é ética. Entende-se por ética quaisquer regras que são dadas de modo normativo. Ou seja, existem normas de conduta que uma pessoa deve seguir, que variam de sociedade para sociedade, e que ao agir de acordo com essas normas, fazem com que essa pessoa aja de modo ético. Portanto, falar de ética significa falar de uma ação que é guiada por um padrão construído socialmente.
No futebol temos na minha opinião apenas um exemplo prático a questão do “fairplay”, palavra esta que significa “jogo limpo”. Bem, a partir dos elementos lealdade, honra e jogo limpo já dá para imaginarmos o que fairplay significa na prática: honestidade na execução da tarefa e respeito pelo adversário. A ideia do fairplay é bastante bonita, pois procura tratar o esporte como uma prática lúdica, que remete ao prazer de jogar. No entanto, vivemos em mundo capitalista em que o dinheiro e a profissionalização norteiam essa prática. Você já deve ter ouvido seus pais ou avôs comentando que os jogadores de hoje não têm ética; que bons eram os de antigamente que não pensavam em dinheiro: gostavam de jogar e entravam em campo para ganhar.
Hoje, com a extrema profissionalização e, junto com ela os super salários, muitos jogadores têm medo de ser machucar, jogando de modo mais cauteloso.Podemos dizer que hoje os atletas de futebol não atuam com ética? Se sua análise for racional, perceberá que eles atuam com ética sim, haja vista que fazem tudo o que é exigido deles. O que é preciso lembrar é que atletas são profissionais e que “jogar com o coração”, embora faça o esporte ficar mais bonito e apaixonante, não é uma exigência de contrato e, portanto, a falta com esse item não faz com que o jogador seja menos ético no exercício de sua profissão.
Tudo isso faz com que cheguemos a uma conclusão: o futebol talvez seja o esporte que mais esteja próximo de se tornar uma mercadoria: o jogador é “vendido” ou “comprado”; os preços dos ingressos são abusivos; assim como as camisas oficiais.
A cada temporada o futebol fica ainda mais comerciável: álbum de figurinhas; lanchonetes oficiais e etc...
Restam então as perguntas: Qual é a ética existente no uso do jogador como mercadoria? E no uso de um esporte e de um campeonato (como é o caso da Copa do Mundo) como instrumento de marketing é uma ação conduzida eticamente? Os gestores e suas ações anti-desportivas? Enfim temos tantas questões que precisam ser reavaliadas no mundo do futebol.

A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...