18 de abr. de 2012

Empresa eo administrador financeiro


A questão financeira é fundamental em uma empresa para que a mesma tenha uma saúde administrável.
O objetivo do administrador financeiro é trabalhar de forma que as ações e procedimentos administrativos que envolvem o planejamento, a análise e o controle das atividades financeiras da empresa sejam analisados e projetados de forma a resultar em ótimos "retornos".
O conjunto tem ações tem como objetivo melhorar os resultados apresentados pela empresa e aumentar o valor do patrimônio por meio da geração de lucro líquido proveniente das atividades operacionais. Como podemos observar no mercado, é muito comum que empresas deixem de realizar uma adequada gestão financeira.  
Uma correta atitude neste sentido administrativo permite que se visualize a real situação da empresa, pois os registros adequados permitem análises e colaboram com o planejamento para otimizar resultados.
Destaco em postagem do site http://www2.rj.sebrae.com.br/boletim/ os problemas que podem ser causados da falta de administração financeira:
- Não ter as informações corretas sobre saldo do caixa, valor dos estoques das mercadorias, valor das contas a receber e das contas a pagar, volume das despesas fixas e financeiras. Isso ocorre porque não é feito o registro adequado das transações realizadas;
- Não saber se a empresa está tendo lucro ou prejuízo em suas atividades operacionais, porque não é elaborado o demonstrativo de resultados;
- Não calcular corretamente o preço de venda, porque não são conhecidos seus custos e despesas;
- Não conhecer corretamente o volume e a origem dos recebimentos, bem como o volume e o destino dos pagamentos, porque não é elaborado um fluxo de caixa, um controle do movimento diário do caixa;
- Não saber o valor patrimonial da empresa, porque não é elaborado o balanço patrimonial;
- Não saber quanto os sócios retiram de pró-labore, porque não é estabelecido um valor fixo para a remuneração dos sócios;
- Não saber administrar corretamente o capital de giro da empresa, porque o ciclo financeiro de suas operações não é conhecido;
- Não fazer análise e planejamento financeiro da empresa, porque não existe um sistema de informações gerenciais (fluxo de caixa, demonstrativo de resultados e balanço patrimonial).
Muitas empresas nos mais diversos setores começam essa implementação com pessoas que trabalham ou trabalharam em outras empresas da área, ou que têm habilidades e conhecimento de produção. Neste caso poucas pessoas têm experiência ou até mesmo formação em administração, e isso interfere nas análises que objetivam os melhores resultados. 
Outro erro fundamental é a inserção das atividades quando a organização esta em sua fase inicial em âmbito pequeno e, com o desenvolvimento do negócio, a administração financeira não acompanha o crescimento da empresa porque os gestores não têm conhecimentos necessários nesta área de gestão e se envolvem excessivamente com outras áreas da empresa.
Um administrador financeiro tem como objetivo dentro da organização a análise e o planejamento nas seguintes questões:  Procurar prováveis ações que possam determinar uma melhor utilização dos recursos financeiros, Objetivar uma politica de crédito aos clientes e recebimento de créditos compatível com a situação, Efetuar os recebimentos e os pagamentos, Controlar as contas a receber relativas às vendas a prazo e contas a pagar relativas às compras a prazo, Impostos e despesas operacionais;

Reforçando que para que as decisões tomadas gerem resultado satisfatório, todas esses objetivos do administrador passam por uma organização inicial e criteriosa de todas as ações dentro da organização.

21 de mar. de 2012

Gestão Empresarial

Acreditando na administração como um todo começo a escrever novamente no blog, objetivando criar alguns artigos/noticias e buscar informações que julgo interessante em sites diversos, hoje encontrei essa breve definição de gestão empresarial que acredito ser interessante para a retomada do blog.


Gestão é atividade empreendedora de alguém que está engajado num empreendimento, reconhece viável uma idéia para um produto ou serviço, um negócio, e o leva adiante. 


O comprometimento com o empreendedorismo leva à inovação, que se nutre na mudança para criar valor. Vivemos em uma sociedade de caráter empreendedor, em uma economia empreendedora – o que conduz a uma gestão empreendedora, pois o empreendedor não é apenas um dinamizador: é também um gestor eficiente. 


Outro conceito essencial da gestão do milênio é o de organizações que aprendem, mudando o paradigma de uma organização que trabalha rotineiramente para o de uma organização que aprende, adotando uma filosofia permanente que permeia e envolve toda a empresa, tendo como técnicas de gestão o compartilhamento da informação, do conhecimento, a disseminação das melhores práticas, o empowerment e o aprendizado permanente.


Fonte: http://pt.shvoong.com

15 de mar. de 2012

http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/7-licoes-de-harry-potter-sobre-lideranca/53014/

06 de março de 2012, às 18h02min
7 lições de Harry Potter sobre liderança

A saga de Harry Potter se desenvolve ao longo de sete livros. Em cada um deles há importantes lições que os líderes contemporâneos poderiam utilizar no seu dia-a-dia. Saiba quais

No livro 1 (A pedra filosofal), o simpático bruxinho nos ensina que para liderar é preciso, em primeiro lugar, acreditar que as coisas podem ser melhores do que jamais foram. Esse insight nos permite compreender porque é fundamental que os líderes tenham consciência dos ônus e bônus inerentes à sua função, o quanto é importante saber fazer as escolhas certas, o valor inestimável dos aliados e o risco de subestimar os inimigos.

 No segundo livro da saga (A câmara secreta), Harry nos inspira para refletir sobre como lidar com trade-offs e nos remete a reflexão sobre o estilo de liderança que devemos adotar. Durante seus frequentes atritos com Draco Malfoy verificamos que Harry deixa transparecer algo que muitos líderes lutam para esconder: que são seres sensíveis ao bem mas também o são ao mal.


Com base no livro 3 (O prisioneiro de Askaban), é possível estabelecer uma analogia entre os "dementadores" e a importância do modelo mental no exercício da liderança. Também é possível verificar como é importante saber onde estamos pisando (nosso "mapa do maroto"). Outro aspecto interessante é a reflexão sobre como utilizar experiências anteriores para tomar decisões mais seguras e discutir por que, às vezes, nossos inimigos são os melhores aliados.

O quarto livro (O cálice de fogo) nos inspira a utilizar nossas memórias na hora de decidir e nos ajuda a refletir sobre a importância de não nos preocuparmos apenas em vencer a qualquer custo. Um novo momento de reflexão pode ser vivido com

a leitura do livro 5 (A ordem da Phenix), que nos alerta sobre a importância de manter nossa mente livre de interferências, ensina a nos prepararmos para perder até mesmo pessoas que amamos e nos leva a refletir sobre a importância de não temermos as injustiças.

Podemos utilizar o livro 6 (O príncipe mestiço) para, junto com Harry, refletir sobre a importância de aprender com quem já fez antes, conhecer a história daqueles que nos cercam e ter cautela com as pessoas más.

Finalmente chega a grande apoteose do livro 7 (As relíquias da morte) para lembrar que mesmo os amigos mais leais podem ter ciúmes do nosso sucesso. Acreditamos que é possível utilizar a obra de J.K. Rowling para pensar sobre como: 1 – Aproveitar as metáforas contidas nos 7 livros da saga de Harry Potter para refletir sobre liderança; 2 – Analisar os principais desafios do líder contemporâneo; 3 – Compartilhar experiências, discutindo teorias e posturas que podem conduzir a formação de um estilo de liderança que permita atingir resultados sem abrir mão de um tratamento mais humano do liderado.

Não há dúvida de que formar líderes capazes de enfrentar desafios como a chegada da geração Y ao mercado do trabalho, apagão da mão de obra, uso cada vez mais intenso de novas tecnologias no ambiente de trabalho, necessidade de desenvolvimento de visão sistêmica e tantos outros não é tarefa fácil.

A ausência de novas abordagens que possam estimular pessoas a estudar liderança é um fator que torna mais agudo esse desafio. Até onde sabemos, não há notícias de que se tenha utilizado os livros que retratam a saga do simpático bruxinho Harry Potter para ilustrar os desafios diários enfrentados pelas lideranças.

Acreditamos que ao fazê-lo, poderemos estar ajudando as pessoas a se aproximar dessa importante temática de forma lúdica e sedutora.


 JB Vilhena é presidente e consultor sênior do Instituto MVC.

10 de fev. de 2012

Reflexão


POPULAR LEI PELÉ

Art. 27. As entidades de prática desportiva participantes de competições profissionais e as entidades de administração de desporto ou ligas em que se organizarem, independentemente da forma jurídica adotada, sujeitam os bens particulares de seus dirigentes ao disposto no art. 50 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002, além das sanções e responsabilidades previstas no caput do art. 1.017 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002, na hipótese de aplicarem créditos ou bens sociais da entidade desportiva em proveito próprio ou de terceiros. Nova redação LEI Nº 10.672, DE 15 DE MAIO DE 2003 - DOU DE 16/05/2003


A dúvida que fica neste artigo é, E QUANDO SERÁ COLOCADO EM PRÁTICA TODO O ARTIGO, NO PAPEL É MUITO BONITO.

Profissional ou amador

O futebol Brasileiro precisa entrar na moda do futebol europeu, claro que o futebol paulista por intermédio da sua federação deu um passo interessante com a instituição da penalização em caso de atraso nos salários dos profissionais, mas quem efetivamente esta fiscalizando essa situação, esta penalização envolve apenas os atletas profissionais ou o clube no geral, por que só utilizar na primeira divisão estadual,  realmente diferente do que acontece no velho continente o Brasil sempre utiliza do seu "jeitinho' para mascarar as realidades.

O que vivenciamos constantemente no futebol em nosso pais é um total despreparo de diretores, clubes da série A nacional com os salários dos jogadores e provavelmente funcionários atrasados, imagina oque ocorre em clubes da série D,  melhor nem imaginar, pois teríamos que ir mais longe, ou seja, as terceiras e quartas divisões de estados desta "R$epública".

Estava a pensar que apesar da nossa politica ser falha e muito falha, só ela poderá instituir algo que obtenha um maior comprometimento por parte dos presidentes de clubes.

O futebol no Brasil é comandado em sua grande maioria por pessoas que de alguma forma acabaram se "adonando" das entidades, as federações e confederações são de "donos",  não são entidades democráticas em nenhuma hipótese, acredito que quase na sua totalidade as federações são "dominadas" a anos pelos mesmos "proprietários", e o pior de tudo é que nenhum clube faz nada para coibir os mesmos, com medo do "ditador" o punir de alguma forma, manipular jogos, entre outras ações possíveis, isto é tudo que uma sociedade democrática deveria reprimir e acaba se adaptando.

Nos clubes a situação não é diferente, a única coisa que muda é a rotatividade dos diretores, mas as mentalidades são as mesmas e os clubes continuam sempre na mesma situação, existem inúmeros exemplos que podem ser aqui neste post comentado confirmando oque estou dizendo, mas não é este o objetivo da postagem e sim apenas frisar o porque do amadorismo para muitos e "pRofi$sionalismo" para poucos do nosso futebol.

Atualmente nós observamos que são muitas as perguntas nas questões que envolvem as "DITADURAS" do futebol principais responsáveis pelo futebol amador, existem alguns poucos clubes que administrativamente se estruturaram e caminham a cada dia para uma realidade empresarial no futebol, porque o PROFISSIONALISMO NO FUTEBOL BRASILEIRO PASSA LONGE.

7 de fev. de 2012

Sucesso

Desde a semana passada falam diretamente do Super Bowl e o retorno em termos de mídia deste evento fantástico, mas acredito que não é apenas a NFL que tem sucesso nos esportes americanos, eles estão infinitamente a frente de muitas organizações no mundo, NFL, NBA e NHL e MLB são entidades fantásticas que só nos apresentam exemplos de sucesso e principalmente organização, quem sabe até a MLS esteja a frente de muitas organizações esportivas mundias.

Não sou um fã da NFL, mas acompanho desde 2000 a temporada da MLB e fico surpreso como esta organização trata o esporte de forma fantástica, são exemplos e mais exemplos a cada dia que navego no site da MLB. Na MLB de Abril até Outubro são mais de 160 jogos de cada equipe, praticamente com jogos todos os dias é algo inimaginável para vivermos em nosso popular futebol, e o mais curioso a média de público destas equipes é extraordinária algo único no mundo em minha visão.

Falam, perguntam na imprensa oque seria fator determinante para o sucesso da NFL e eu colocaria nesta jogada a MLB, qual seria o sucesso para se ter uma média de público como colocado abaixo, eu tenho uma resposta simples e única ORGANIZAÇÃO.

Média de público na MLB em 2011
1 Philadelphia 45,440
  2 NY Yankees  45,107
  3 San Francisco  41,818
  4 Minnesota  39,112
  5 LA Angels  39,090
  6 St. Louis  38,196
  7 Milwaukee  37,918
  8 Boston  37,703
  9 Chicago Cubs  37,258
  10 Texas  36,382
  11 LA Dodgers  36,236
  12 Colorado  35,923
  13 Detroit  32,617
  14 NY Mets  30,108
  15 Atlanta  30,037
  16 Cincinnati  27,327
  17San  Diego  26,457
  18 Arizona  25,992
  19 Houston  25,518
  20 Washington  24,877
  21 Chicago White Sox  24,705
  22 Pittsburgh  24,255
  23 Seattle  23,411
  24 Cleveland  22,726
  25 Toronto  22,445
  26 Baltimore  21,943
  27 Kansas City  21,289
  28 Florida  19,007
  29 Tampa Bay  18,878
  30 Oakland  18,232


O detalhe básico é que são 79/80/81 jogos como mandante na temporada e a média de público é essa, simplesmente fantástica a gestão da MLB juntamente com seus afiliados.

Os destinos foram os mesmos

No dia 03/05/2011,  publiquei uma postagem sobre as mudanças de cidades do Barueri e do Guaratinguetá, menos de um ano depois a confirmação que os destinos são os mesmos, não foram os rebaixamentos  e sim os dois clubes retornaram para suas cidade originais.

Agora resta saber se as cidades receberão as equipes de braços abertos, se a paixão dos torcedores será a mesma, a decisão de retornar a cidade deve envolver montantes significativos, mas tanto a decisão de sair de "casa", quando o retornar deve ser algo bem complicado para uma equipe.

Estarei procurando analisar mais a fundo as questões Barueri e principalmente o Guaratinguetá. Um grande estudo de caso estas duas instituições.



A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...