28 de set. de 2012

Despesas do Dpto de Futebol, temporada 2011

A equipe de Consultoria BDO RSC, através de sua secção de Esporte Total, revelou recentemente os gastos com o Departamento de Futebol dos 20 clubes brasileiros que mais arrecadaram em 2011. Esse grupo seleto do Futebol Brasileiro chegou à marca de R$ 1.55 bilhões em despesas com seu departamento mais importante. Esse valor representa um aumento de 17,6% quando comparado aos R$ 1,31 bilhão de 2010. Quando se olha um pouco mais para trás, no ano de 2007, esses gastos foram de R$ 869 milhões, o que significa um aumento de 78% nos últimos cinco anos.

Custo do Futebol Perante Receita Total

Uma relação importante de se observar é o quanto as despesas com o Departamento de Futebol representam das Receitas Operacionais dos clubes, uma medida de eficiência da gestão das instituições. Como as despesas com o Departamento de Futebol desses clubes tem crescido mais do que suas receitas operacionais, esse índice vem aumentando desde 2007, porém registrou um recuo de 78,3% em 2010 para 72,4% em 2011. As receitas de 2011 foram parcialmente impactadas pelo novo contrato de transmissão dos jogos da Serie A do Campeonato Brasileiro que já foi em parte antecipado nos resultados desse ano e cresceram 27% em R$ (reais), como pode ser visto no artigo “Receitas dos Clubes Brasileiros em 2011”. Além disso, as despesas não acompanharam esse aumento em 2011 e os Clubes não gastaram todo o incremento de receita com seus Departamentos de Futebol.

Fonte: BDO
Em 2011 os Clubes do futebol brasileiro apresentaram um incremento nos gastos com seus Departamentos de Futebol que superou os R$ 230 milhões, de longe o maior incremento anual dos últimos cinco anos, sendo a maior parte desses gastos com salários. Isso mostra que os Clubes já começaram a praticar outro nível de gastos no que diz respeito à remuneração de seus atletas, ou seja, o incremento da receita vindo de um novo contrato de transmissão de jogos que mudou o patamar das receitas dos Clubes já está impactando o nível de preços do mercado futebolístico brasileiro. Isso mesmo antes do contrato supracitado entrar em vigor, o que mostra a antecipação desse fluxo futuro por parte dos Clubes.

Despesas do Departamento de Futebol dos Clubes Brasileiros em 2011

ClubeUFCusto Futebol 2011Custo Futebol 2010Var. % 2010-11Custo Futebol 2007Var. % Ultimos 5 Anos 2007-11
CorinthiansSP197.386153.39928,7%114.75972,0%
InternacionalRS147.500136.5078,1%107.66437,0%
São PauloSP145.883132.08310,4%110.51732,0%
SantosSP142.42187.15063,4%61.388132,0%
PalmeirasSP115.856151.900-23,7%62.28886,0%
FlamengoRJ108.61669.27356,8%55.41696,0%
GrêmioRS96.27193.6932,8%54.08578,0%
AtléticoMG91.31770.40829,7%43.278111,0%
CruzeiroMG88.83177.25015,0%51.05274,0%
Vasco da GamaRJ78.54769.33113,3%37.582109,0%
FluminenseRJ64.20354.82317,1%35.47181,0%
BotafogoRJ59.62642.32340,9%25.924130,0%
CoritibaPR50.27031.48859,6%11.477338,0%
FigueirenseSC35.81818.35095,2%14.270151,0%
GoiásGO26.82829.799-10,0%24.38910,0%
VitóriaBA23.44123.1161,4%12.02195,0%
PortuguesaSP19.94722.036-9,5%13.29850,0%
Ponte PretaSP19.85022.017-9,8%10.28593,0%
São Caetano LtdaSP18.65114.36429,8%18.2852,0%
GR Barueri(Prudente)SP14.34915.202-5,6%5.035185,0%
TOTAL1.545.6111.314.51217,6%868.48778,0%
Valores em R$ mil
Fonte: BDO

Momento de Euforia e Antecipação de Recursos

Os clubes europeus, historicamente os principais clientes do futebol brasileiro em termos de transferência de atletas, passam por um momento de contenção de gastos, tendo em vista a situação econômica do velho continente que tem impactado as receitas daquela região. Já é possível ver um movimento inverso tomando força, onde os atletas brasileiros passam mais tempo atuando em campos nacionais do que indo jogar no exterior precocemente, além de jogadores consagrados voltando a atuar em solo brasileiro antes do que se via há alguns anos atrás. Quando o valor “cheio” das receitas de transmissão começar a entrar nas contas dos Clubes, esse movimento pode se tornar regra e a indústria esportiva verificar uma mudança em como o mercado funciona. Esse é um cenário que pode se tornar perverso para as principais instituições do futebol brasileiro se elas não souberem controlar seus gastos.
Um exemplo que vem se materializando no presente é o contrato do C. R. Flamengo com seu principal atleta, Ronaldinho Gaúcho: expectativas infladas com relação ao astro fizeram o Clube assinar um contato com remuneração mensal milionária que há alguns meses não vem sendo cumprido pelo contratante. Dentro de alguns anos outros clubes podem começar a demonstrar dificuldade de honrar seus compromissos firmados ao longo de 2011 única e exclusivamente por terem se comprometido a gastar em demasia quando o momento era de empolgação e não terem se preocupado com a gestão de caixa do Clube. Parcimônia em momentos de euforia não pode ser considerada um pessimismo exagerado e sim uma decisão estratégica para não encontrar problemas no futuro.

Fonte:futebolfinance
(Amanhã o comentário sobre as receitas)

6 de ago. de 2012

Opostos


Que o futebol profissional pode causar muito estresse a seus dirigentes é verdade, mas temos uma realidade dura na maior cidade catarinense, de um lado o Joinville Esporte Clube que domina o futebol em todos os sentidos na cidade e do outro o Caxias Futebol Clube que vive a triste realidade do futebol mau administrado.

O que pode tornar as duas equipes tão diferentes se ambas estão localizadas na mesma região?? Seria isso apenas um fato determinado pela divisão em que se encontram no futebol regional?? Gosto de colocar algumas perguntas antes de explanar minha opinião sobre o futebol, este post tem como foco a equipe do Caxias, apesar de mencionar as duas inicialmente.

Sem dúvida que o Joinville tem enorme vantagem com relação a sua trajetória no futebol nacional e estadual no presente momento, mas o Joinville não tem a estrutura que o Caxias possui e isso na minha opinião é o grande diferencial, o JEC como é conhecido na cidade tem uma ótima gestão e desta forma mesmo sem possuir um estádio próprio "faz chover" na cidade.

O Gualicho como é conhecido o Caxias passa por um momento turbulento desde o ano passado e como estava trabalhando no clube a um ano eu tenho a certeza que oque falta ao alvi-negro da manchester catarinense é administração, apenas conseguir(ou não) valores para fazer o clube andar não é determinante para uma ótima gestão extra campo, é preciso saber administrar o dinheiro arrecadado da melhor forma possível e também devem ser  oportunizadas novas fontes de receita para o clube que tem tudo para ser o maior da cidade do norte catarinense, mas peca nas coisas simples do dia a dia do futebol.

E conforme mencionado pela revista gestão no esporte e de conhecimento de nós pesquisadores da gestão no futebol, segue abaixo algumas colocações importantes e fatores que são ignorados por quase a totalidade dos clubes nacionais e são  determinantes para se obter um resultado significativo;  

Uma primeira colocação esta ligada a falta de organização administrativa que acaba afastando os potenciais investidores, estes investidores que analisam a forma de administração do clube, pois sendo bem administrado não há duvidas que irá trazer retorno financeiro a empresa. 

Para qualquer entidade esportiva ter uma melhor imagem na sociedade o passo inicial seria aderir ao planejamento estratégico, principalmente pelas tendências e mudanças que estão ocorrem no esporte constantemente. 


Salientando que o Planejamento estratégico deve ser coordenado por um período de longo prazo, levando em consideração os caminhos, orientações e objetivos que a entidade deve seguir. Muitas equipes que iniciam um planejamento querem dar o “passo maior que a perna” e acabam por não atingir os objetivos, contraindo dívidas que prejudicarão o andamento do processo.

Problemas comuns na administração do futebol são os esperdícios, irregularidades e falhas de estratégias administrativas. Uma administração adequada e responsável pode conduzir um trabalho profissional com recursos financeiros aceitáveis e sem excessos.

Com os avanços tecnológicos de hoje, é inadmissível dirigentes que trabalhem sem responsabilidade e que liderem as entidades com empirismo, reforço ainda que os clubes devem ser geridos como empresas, independentemente da modalidade e do objetivo final.

Não estou aqui dizendo que o Joinville é gerido como empresa até porque não tenho esta informação, mas o objetivo de tal postagem é reforçar que o Caxias tem tudo que o Joinville não possui em termos estruturais e históricos e só estará em situação melhor financeiramente e de imagem na sociedade se começar a adotar ferramentas administrativas que mudem a realidade, porque continuar fazendo oque todos os clubes fazem é um erro grotesco.





8 de jul. de 2012

Trabalho

Este esta sendo um ano muito especial, apesar de todas as adversidades no inicio de 2012 agora estou mais feliz com as realizações e resultados profissionais.

Em janeiro tive a oportunidade de participar da Taça São Paulo quando ainda era funcionário do Paraná Clube, em fevereiro após me desligar do clube paranaense iniciei trabalho como gestor do Macro F.C. mas as ações não foram as esperadas por parte da diretoria e com pouco mais de 30 dias no clube pedi demissão da mesma.

No mês de maio recebi o convite do treinador Pingo para trabalhar no G.E. Juventus e estou desde então desenvolvendo minhas atividades no clube, a estrutura não é a melhor por não termos um CT, mas o clube conta com uma torcida apaixonada, o público na primeira partida em casa na temporada anima qualquer profissional do futebol, estou contente com oque pude ver nas arquibancadas do João Marcatto no domingo passado 01 de julho, esta semana teremos a segunda rodada na cidade de Concórdia e fica a expectativa de tudo correr bem nesta que será a viagem mais longa na temporada de 2012 pela Divisão Especial.

Sempre temos fatos negativos no nosso trabalho e neste momento na temporada de ruim ficou a não confirmação do empréstimo do jogador Galvão por parte da sua equipe no Rio de Janeiro o Angra dos Reis F.C. e o mesmo ficou de fora da primeira partida na divisão especial.

Semana começa com treinamento amanhã a tarde no João Marcatto e na terça pela manhã mais um treinamento antes de partirmos para Concórdia encarar o Galo do Oeste.

18 de abr. de 2012

Empresa eo administrador financeiro


A questão financeira é fundamental em uma empresa para que a mesma tenha uma saúde administrável.
O objetivo do administrador financeiro é trabalhar de forma que as ações e procedimentos administrativos que envolvem o planejamento, a análise e o controle das atividades financeiras da empresa sejam analisados e projetados de forma a resultar em ótimos "retornos".
O conjunto tem ações tem como objetivo melhorar os resultados apresentados pela empresa e aumentar o valor do patrimônio por meio da geração de lucro líquido proveniente das atividades operacionais. Como podemos observar no mercado, é muito comum que empresas deixem de realizar uma adequada gestão financeira.  
Uma correta atitude neste sentido administrativo permite que se visualize a real situação da empresa, pois os registros adequados permitem análises e colaboram com o planejamento para otimizar resultados.
Destaco em postagem do site http://www2.rj.sebrae.com.br/boletim/ os problemas que podem ser causados da falta de administração financeira:
- Não ter as informações corretas sobre saldo do caixa, valor dos estoques das mercadorias, valor das contas a receber e das contas a pagar, volume das despesas fixas e financeiras. Isso ocorre porque não é feito o registro adequado das transações realizadas;
- Não saber se a empresa está tendo lucro ou prejuízo em suas atividades operacionais, porque não é elaborado o demonstrativo de resultados;
- Não calcular corretamente o preço de venda, porque não são conhecidos seus custos e despesas;
- Não conhecer corretamente o volume e a origem dos recebimentos, bem como o volume e o destino dos pagamentos, porque não é elaborado um fluxo de caixa, um controle do movimento diário do caixa;
- Não saber o valor patrimonial da empresa, porque não é elaborado o balanço patrimonial;
- Não saber quanto os sócios retiram de pró-labore, porque não é estabelecido um valor fixo para a remuneração dos sócios;
- Não saber administrar corretamente o capital de giro da empresa, porque o ciclo financeiro de suas operações não é conhecido;
- Não fazer análise e planejamento financeiro da empresa, porque não existe um sistema de informações gerenciais (fluxo de caixa, demonstrativo de resultados e balanço patrimonial).
Muitas empresas nos mais diversos setores começam essa implementação com pessoas que trabalham ou trabalharam em outras empresas da área, ou que têm habilidades e conhecimento de produção. Neste caso poucas pessoas têm experiência ou até mesmo formação em administração, e isso interfere nas análises que objetivam os melhores resultados. 
Outro erro fundamental é a inserção das atividades quando a organização esta em sua fase inicial em âmbito pequeno e, com o desenvolvimento do negócio, a administração financeira não acompanha o crescimento da empresa porque os gestores não têm conhecimentos necessários nesta área de gestão e se envolvem excessivamente com outras áreas da empresa.
Um administrador financeiro tem como objetivo dentro da organização a análise e o planejamento nas seguintes questões:  Procurar prováveis ações que possam determinar uma melhor utilização dos recursos financeiros, Objetivar uma politica de crédito aos clientes e recebimento de créditos compatível com a situação, Efetuar os recebimentos e os pagamentos, Controlar as contas a receber relativas às vendas a prazo e contas a pagar relativas às compras a prazo, Impostos e despesas operacionais;

Reforçando que para que as decisões tomadas gerem resultado satisfatório, todas esses objetivos do administrador passam por uma organização inicial e criteriosa de todas as ações dentro da organização.

21 de mar. de 2012

Gestão Empresarial

Acreditando na administração como um todo começo a escrever novamente no blog, objetivando criar alguns artigos/noticias e buscar informações que julgo interessante em sites diversos, hoje encontrei essa breve definição de gestão empresarial que acredito ser interessante para a retomada do blog.


Gestão é atividade empreendedora de alguém que está engajado num empreendimento, reconhece viável uma idéia para um produto ou serviço, um negócio, e o leva adiante. 


O comprometimento com o empreendedorismo leva à inovação, que se nutre na mudança para criar valor. Vivemos em uma sociedade de caráter empreendedor, em uma economia empreendedora – o que conduz a uma gestão empreendedora, pois o empreendedor não é apenas um dinamizador: é também um gestor eficiente. 


Outro conceito essencial da gestão do milênio é o de organizações que aprendem, mudando o paradigma de uma organização que trabalha rotineiramente para o de uma organização que aprende, adotando uma filosofia permanente que permeia e envolve toda a empresa, tendo como técnicas de gestão o compartilhamento da informação, do conhecimento, a disseminação das melhores práticas, o empowerment e o aprendizado permanente.


Fonte: http://pt.shvoong.com

15 de mar. de 2012

http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/7-licoes-de-harry-potter-sobre-lideranca/53014/

06 de março de 2012, às 18h02min
7 lições de Harry Potter sobre liderança

A saga de Harry Potter se desenvolve ao longo de sete livros. Em cada um deles há importantes lições que os líderes contemporâneos poderiam utilizar no seu dia-a-dia. Saiba quais

No livro 1 (A pedra filosofal), o simpático bruxinho nos ensina que para liderar é preciso, em primeiro lugar, acreditar que as coisas podem ser melhores do que jamais foram. Esse insight nos permite compreender porque é fundamental que os líderes tenham consciência dos ônus e bônus inerentes à sua função, o quanto é importante saber fazer as escolhas certas, o valor inestimável dos aliados e o risco de subestimar os inimigos.

 No segundo livro da saga (A câmara secreta), Harry nos inspira para refletir sobre como lidar com trade-offs e nos remete a reflexão sobre o estilo de liderança que devemos adotar. Durante seus frequentes atritos com Draco Malfoy verificamos que Harry deixa transparecer algo que muitos líderes lutam para esconder: que são seres sensíveis ao bem mas também o são ao mal.


Com base no livro 3 (O prisioneiro de Askaban), é possível estabelecer uma analogia entre os "dementadores" e a importância do modelo mental no exercício da liderança. Também é possível verificar como é importante saber onde estamos pisando (nosso "mapa do maroto"). Outro aspecto interessante é a reflexão sobre como utilizar experiências anteriores para tomar decisões mais seguras e discutir por que, às vezes, nossos inimigos são os melhores aliados.

O quarto livro (O cálice de fogo) nos inspira a utilizar nossas memórias na hora de decidir e nos ajuda a refletir sobre a importância de não nos preocuparmos apenas em vencer a qualquer custo. Um novo momento de reflexão pode ser vivido com

a leitura do livro 5 (A ordem da Phenix), que nos alerta sobre a importância de manter nossa mente livre de interferências, ensina a nos prepararmos para perder até mesmo pessoas que amamos e nos leva a refletir sobre a importância de não temermos as injustiças.

Podemos utilizar o livro 6 (O príncipe mestiço) para, junto com Harry, refletir sobre a importância de aprender com quem já fez antes, conhecer a história daqueles que nos cercam e ter cautela com as pessoas más.

Finalmente chega a grande apoteose do livro 7 (As relíquias da morte) para lembrar que mesmo os amigos mais leais podem ter ciúmes do nosso sucesso. Acreditamos que é possível utilizar a obra de J.K. Rowling para pensar sobre como: 1 – Aproveitar as metáforas contidas nos 7 livros da saga de Harry Potter para refletir sobre liderança; 2 – Analisar os principais desafios do líder contemporâneo; 3 – Compartilhar experiências, discutindo teorias e posturas que podem conduzir a formação de um estilo de liderança que permita atingir resultados sem abrir mão de um tratamento mais humano do liderado.

Não há dúvida de que formar líderes capazes de enfrentar desafios como a chegada da geração Y ao mercado do trabalho, apagão da mão de obra, uso cada vez mais intenso de novas tecnologias no ambiente de trabalho, necessidade de desenvolvimento de visão sistêmica e tantos outros não é tarefa fácil.

A ausência de novas abordagens que possam estimular pessoas a estudar liderança é um fator que torna mais agudo esse desafio. Até onde sabemos, não há notícias de que se tenha utilizado os livros que retratam a saga do simpático bruxinho Harry Potter para ilustrar os desafios diários enfrentados pelas lideranças.

Acreditamos que ao fazê-lo, poderemos estar ajudando as pessoas a se aproximar dessa importante temática de forma lúdica e sedutora.


 JB Vilhena é presidente e consultor sênior do Instituto MVC.

10 de fev. de 2012

Reflexão


POPULAR LEI PELÉ

Art. 27. As entidades de prática desportiva participantes de competições profissionais e as entidades de administração de desporto ou ligas em que se organizarem, independentemente da forma jurídica adotada, sujeitam os bens particulares de seus dirigentes ao disposto no art. 50 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002, além das sanções e responsabilidades previstas no caput do art. 1.017 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002, na hipótese de aplicarem créditos ou bens sociais da entidade desportiva em proveito próprio ou de terceiros. Nova redação LEI Nº 10.672, DE 15 DE MAIO DE 2003 - DOU DE 16/05/2003


A dúvida que fica neste artigo é, E QUANDO SERÁ COLOCADO EM PRÁTICA TODO O ARTIGO, NO PAPEL É MUITO BONITO.

A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...