5 de dez. de 2010


Este título aparentemente não tem nada a ver com esporte, mas acredito que esta seja uma questão que deva ser tratada com mais respeito por todos os torcedores.

Acreditar em algum ser superior é algo fantástico, mas até que ponto devemos levar estas questões a um jogo de futebol, é triste ver um estádio quando os torcedores comemoram um gol com reza ou fazendo o sinal da cruz, não que seja algo errado na forma simples, mas desanimador para quem acredita realmente na existência de um DEUS.

Nestas pequenas palavras, o que gostaria de passar é que DEUS esta muito além de uma simples comemoração de gol ou defesa de um goleiro.

QUE O PODER DE DEUS ESTEJA DENTRO DE VOCÊ!


2 de nov. de 2010

Grandes negociações em outubro


O período de contratações esta encerrado na temporada do futebol mundial, mas as negociações envolvendo o futebol estão gerando grandes receitas.

O primeiro e mais importante negócio se deu sobre o Liverpool, clube tradicional na Inglaterra. Foram três anos de negociação, a empresa dona do Boston Red Sox adquiriu o clube por nada menos que 340 milhões de euros. Esta aquisição foi de fundamental importância para o clube reduzir grande parte da sua divida bancária, passando a pagar os juros anuais de 3 milhões de euros.

Sempre falamos a famosa gíria, “negócio de grego”, mas neste caso é um negócio bom para a liga grega que assinou um contrato de patrocínio com a Forthnet, o contrato tem a duração de duas temporadas eo valor de 176 milhões para as duas temporadas.

O todo poderoso Chelsea da melhor liga de futebol do mundo prolongou o contrato com a Adidas por nada menos que 8 temporadas, esta nova negociação poderá render ao clube 21,5 milhões de euros anuais.

Até na Austrália tivemos negociações milionárias, a Australian Football League acordou com a CGU Insurance por 7 anos, a cada tempodada a Liga irá receber 1,4 milhões de euros, quem sabe não surgem brasileiros famosos na liga australiana.

Acordo curioso, a Juventus e a Balocco (empresa de confecções) assinaram um contrato no valor de 3,5 milhões de euros para o restante dos jogos da temporada apenas para jogos fora de seus domínios.

O futebol não para de gerar milhões a seus apaixonados.

20 de out. de 2010

Cada dia uma "nova" noticia!


Tudo é muito curioso no processo eleitoral, para todo lado falam de corrupção, roubo, desvios, abandono entre outros "casos", curioso é que todos nós continuamos votando neles.

Para nossos conterrâneos desta pátria esta faltando comprometimento e entendimento que estamos cometendo erros gravíssimos votando sempre nos mesmos canditados, essa é a palavra mais adequada para a situação.

Se fôssemos comprometidos com nosso pais teríamos um pouco de consciência ao votar sempre nos mesmos políticos desse BRASIL.

Continuando o relato eleição, no dia de hoje uma agressão em caminhada de um determinado candidato por eleitores identificados como sendo do partido adversário. O "partido" agressor no mesmo instante em nota diz que não instiga a violência, mas fica a dúvida, eles se matam na campanha eleitoral e querem passar paz aos eleitores mais apaixonados pelo seu partido, mais esta curiosidade no meio político.

Rugby up! Baseball down!

O rugby consegue mais um importante "apoiador" no Brasil, este que é o segundo patrocínio com o esporte de grande importância e terá duração até 2016, com o foco total nas Olimpíadas no Rio.O Bradesco é o segundo contrato de peso fechado pelo rugby nacional, o primeiro foi o fornecimento de material pela Topper

O acordo terá validade para as equipes masculina e feminina, e o mote do investimento será na valorização do esporte no país.

Nas Olimpíadas de 2016, o Rugby volta a fazer parte do quadro de modalidades da competição, fato que não acontece desde 1928.

E o BEISEBOL??? Será que esta parado por conseqüência da Confederação Brasileira de Beisebol e Softboll??

Marketing



“Marketing no futebol é coisa pra vigarista. Marketing no futebol é camisa, manga, PPV, contratar empresa pra licenciar produto, as lojas são privatizadas e o clube recebe percentual, e isso não é coisa de marketing. Nós fazemos tudo aquilo que os outros clubes fazem. Quadruplicamos nossa camisa, triplicamos nossa manga, temos um faturamento estúpido de PPV, e aqui não tem dpto de marketing, tinham 20 pessoas, mandei todos embora. Não faziam nada. Não tem assunto grande que não é tratado pelo presidente. Quando peguei o depto de marketing do clube tinha um prejuízo de 4 milhões/ano. Com marketing aqui, minha camisa valia 1/6 do que ela vale quando eu contratei sem marketing.”

Estas foram as palavras do presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, ao Lancenet e que vocês podem ouvir aqui. Ela vem reafirmar algumas declarações que o presidente já havia dado de que o marketing de um clube não serve para nada.

Vejo como uma afirmação normal, tendo em vista que para ele marketing é apenas uniforme, televisão e produtos. Esta visão micro do presidente não colabora para o desenvolvimento do clube.

Como se pode ter um presidente que ainda acha que o marketing de nada serve? Os patrocínios conseguidos pelo clube foram através do seu poder de negociação e da imagem do clube perante o cenário nacional, e o papel do marketing, entre outras funções, é atuar com a imagem de uma instituição.

Seu pensamento impede que o clube consiga valores consideráveis através de ferramentas que o marketing disponibiliza. Sendo através da internet, sócio-torcedor, matchdays e a possibilidade de fechar com novos parceiros que possam explorar o CT do clube, entrevistas e os próprios jogadores.

Ao fazer esta afirmação está clara a posição do presidente em não ouvir a necessidade do seu torcedor. Se o marketing se baseia na troca, no entendimento das necessidades do consumidor para supri-las, o presidente vai no caminho oposto. Pra que licenciar produtos se você nem ouve o torcedor? E se os produtos não são aqueles que os torcedores esperavam ou precisam? Isto sim é prejuízo.

Se o prejuízo era de 4 milhões, seu papel seria reestruturá-lo, analisar as carências, investir e esperar resultados de médio e longo prazo. Sua atitude radical, prejudicou o clube.

Em clubes como Real Madrid, Manchester United e Barcelona, o marketing representa 30% do faturamento. Não se pode comparar, mas pode-se afirmar que o marketing é sim rentável e necessário.

Mas enquanto existirem dirigentes que enxerguem o marketing desta maneira, que não valorizam a imagem do clube para trazer um retorno benéfico a sua agremiação, continuaremos a dar passos longos no desenvolvimento do futebol brasileiro.

30 de set. de 2010

O Mundo é um diamante!


Para os Rangers de Texas campeão da divisão Oeste da Liga Americana que nunca ganhou uma serie de pós temporada, o objetivo é a world series, a equipe não se conforma apenas com um objetivo médio já conquistado neste ano de 2010.

Provavelmente não começaram como favoritos qualquer que sejam seus adversários na divisão. Sobre o grupo de jogadores o manager Ron Washington tem um plantel mais completo que nas edições que os Rangers classificaram a pós temporada de outubro de 1996, 1998 e 1999.

“Temos as ferramentas”, assegurou o outfield Nelson Cruz, que passou por lesões e esta em uma temporada sólida como titular dos Texas pelo segundo ano seguido.

“Nossos arremessadores são fortes –comandado pelos starters Cliff Lee, C.J. Wilson e Colby Lewis e reforçado por um bullpen liderado pelo sensacional novato Neftalí Féliz- e nosso ataque também, isso não temos dúvida”, analisou Cruz, que se sente orgulhoso de haver trabalhado forte para retornar mais rápido que o esperado de suas lesões para ajudar aos Rangers a ganhar.

Tanto Cruz como os demais Rangers –um dos planteis da Major League com maior quantidade de jogadores latinos- irão para os playoffs com objetivos grandes, sabendo que não pode pensar na world series sem encarar as difíceis primeiras rodadas.

“Temos capacidade para mesclar velocidade, força e arremessos e com isso vamos poder fazer muito barulho”, disse o venezuelano Elvis Andrus, que se sente satisfeito de estar na postemporada em sua segunda temporada completa.

Washington se encarregara que sua equipe não durma em seus louros da vitória. Obviamente, Washington, que vai aos playoffs em apenas sua quarta temporada como manager dos Rangers, sabe que classificar antecipadamente pode ser saboroso, porém também perigoso porque as vezes as equipes perdem esse toque ganhador mágico por ter muito descanso.

A chave nos playoffs será os arremessadores e os managers precisam estar cientes de quem colocará toda sua qualidade e experiência para tratar de ajudar a Texas a vencer.

Um comentário interessante de Benjie Molina: “Temos bons arremessadores e nosso line-up é capaz de anotar cinco corridas ou mais de maneira consistente”.

Jogar sem lesões é o que ajudou ao dominicano Vladimir Guerrero a conquistar uma invejável temporada, somando sua maior quantidade de corridas impulsionadas desde 2007.

“Sempre peço a DEUS que me permita jogar sem lesões”, agradeceu Guerrero. “Estou muito bem este ano”.

Guerrero já havia classificado cinco vezes a pós temporada com os Angels e espera que em 2010 possa alcançar com os Rangers o que não conseguiu, ou seja, ir a world series.

“Desde o dia que começamos a temporada sabíamos que poderíamos ir a world series”, disse Féliz, que salvou nesta temporada 38 jogos, e fez uma importante marca na Major League para um novato.

A meta de todos os jogadores é precisamente esta: Etapas vitoriosas no playoffs como os Rangers nunca alcançaram em uma pós temporada.

Fonte:Beisbol.net

23 de set. de 2010

Iniciando o Planejamento Estratégico

Por Fabio Fontanela Moreira, publicado na revista Liderança (Set 2010 – n. 71)

Uma execução eficiente depende de uma estratégia bem formulada.

Ao iniciar a mobilização para o ciclo anual de planejamento estratégico, muitas empresas utilizam técnicas apuradas de análise, com ou sem ajuda de consultoria, outras utilizam um processo mais informal e caseiro de planejamento. Independente da forma, o conteúdo gerado deve conter em sua essência alguns aspectos que possibilitem tornar realidade algo que no início nada mais é do que um plano.

O Planejamento Estratégico é o método pelo qual uma organização define como irá explorar os recursos que dispõe e as condições que desfruta visando o alcance de determinados objetivos futuros.

Muitas empresas têm falhado no alcance dos objetivos futuros justamente por não levarem em consideração que a estratégia gerada deve sair do papel. Por mais incrível que possa parecer, muitos planejamentos estratégicos tem finalidade em si mesmo.

Um dos grandes motivos de falha desse processo é a complexidade da estratégia gerada. Muitas estratégias são um compêndio de centenas ou milhares de diretrizes, metas e ações não interligadas. Não levam em consideração que na ponta existem recursos limitados e muitas vezes não capacitados nem ao menos em entender as estratégias. Tendo acompanhado por muitos anos execuções bem e mal sucedidas, posso afirmar que é melhor ter um conjunto reduzido de metas alcançadas do que centenas impossíveis.

Outro aspecto determinante no sucesso de uma estratégia definida é a maneira como ela se traduz em ações. Toda estratégia pressupõe transformações na organização. Significa dizer que novas entregas ou entregas semelhantes de forma diferente deverão acontecer. As transformações só ocorrem a partir de iniciativas estruturadas na forma de ações ou projetos., São esses projetos, portanto, as ferramentas que farão as estratégias tornarem-se realidade.

O que tenho visto nas organizações é o grande desalinhamento dos projetos com os direcionadores estratégicos. Muitas coisas são feitas ao mesmo tempo, competindo por recursos e com propósitos totalmente difusos. Qual o resultado disso? A empresa não saí do lugar com resultados inexpressivos e com pessoas exaustas de tanto trabalhar.

Existe um seleto grupo de organizações que são muito bem sucedidas no planejamento estratégico e também na execução da estratégia. Alguns fatores são comuns a essas organizações:

• Fundamentação técnica baseada em dados e análises consistentes.

• Foco e objetividade no estabelecimento de objetivos (Querer fazer tudo é o mesmo que não fazer nada bem feito);

• Diretrizes claras e alinhadas num mesmo propósito;

• Objetivos estratégicos perfeitamente desdobrados em projetos e ações;

• Desenvolvimento de um modelo de gestão estratégica que propicie acompanhamento constante e tomada de decisão.

Eu gostaria de ressaltar dois pontos: O primeiro é que planejamento não tem nada a ver com previsão, caso contrario, algumas cartomantes seriam as mais indicadas para a equipe de planejamento. Em segundo lugar o planejamento deve estar necessariamente inserido em um modelo contínuo de gestão estratégica. Empresas falham por tratar pontualmente a estratégia sendo o ambiente extremamente dinâmico.

A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...