16 de set. de 2010
HOMENAGEM AO ADMINISTRADOR
Administrador não come, degusta o produto.
Administrador não cheira, sente a fragrância.
Administrador não toca, examina o design.
Administrador não dá a resposta, cria outra pergunta.
Administrador não conquista, persuade.
Administrador não tem destino, tem target.
Administrador não ouve barulho, ouve ruído.
Administrador não fala, envia mensagem verbal.
Administrador não vende, faz marketing.
Administrador não escuta, decodifica a mensagem.
Administrador não tem idéia, tem brain storm.
Administrador não recebe resposta, recebe feedback.
Administrador não faz calculo, analisa.
Administrador não tem memória, tem repertório.
Administrador não lê, decifra o código textual.
Administrador não pergunta, faz pesquisa.
Administrador não ouve música, ouve trilha sonora.
Administrador não copia, se inspira.
Administrador não vê outdoor, vê mídia exterior.
Administrador não falece, é seu ciclo de vida que chega ao fim.
Fonte: e-mail de amigos
30 de ago. de 2010
FOR THE PLAYERS
"i'm going to tell you something very important.
Forget all.
The only thing you've got to think about is yourselves.
Put all your energy into your game...
into your development as a ballplayer.
Forget about everything else.
And just play.
You want to succeed?
You've got to be like a racehorse, focused on your final goal.
Because everything absolutely everything depends on you."
10 de ago. de 2010
Administração onde o futebol é serio!
Nesta retomada do blog apos minha colação de grau um texto muito interessante que encontrei no site da BBC SPORTS relatando como ocorre com os clubes que possuem dividas praticamente impagáveis no futebol inglês, onde os mesmos adotam um sistema de administração externo.
É um procedimento legal que permite a uma empresa (clube) em dificuldade financeira continuar operando sem serem forçados a vender ativos para pagar dívidas. O objetivo é dar à empresa uma margem de manobra que lhe permita reestruturar suas finanças e coloque o seu negócio em uma base mais sólida. É preferencial a liquidação ou venda de um clube em sérias dificuldades financeiras, pois sua finalidade legal é a "sobrevivência da empresa sendo de interesse comum." Os credores geralmente são favoráveis a um período de planejamento administrativo ao invés de passar diretamente para a venda, porque existe uma maior chance de receber todo o seu investimento.
Ele assume o papel de dirigir a empresa (clube) com o objetivo de obter dos credores tanto dinheiro quanto possível, para manter o clube vivo. Ele fará uma série de propostas sobre o futuro da empresa (clube), desde a venda de ativos como de jogadores.
Como é que um clube inícia sua recuperação?
Como as coisas podem chegar a ficar ruins?
Se a reestruturação não for bem sucedida, os administradores vão passar para a fase de liquidar a companhia, vendendo seus ativos para pagar os credores, como bancos e tomadores. Se todas as dívidas sejam cumpridas e não há dinheiro que sobra, é distribuído entre os acionistas.Essa e uma forma inteligente de fazer futebol, todos podem acompanhar no futebol inglês a cada ano as dificuldade de algumas equipes, mas dificuldades essas que quase em sua totalidade se reerguem e voltam fortes no mercado do futebol no reino unido.
1 de ago. de 2010
25 de jul. de 2010
Finanças no velho continente!
A UEFA entidade maior do futebol europeu informou esta semana que o Real Mallorca não poderá jogar a Uefa Europa League por questões financeiras, segundo informações a equipe possui débitos entre 50 e 60 milhões de euros, esta decisão segundo a UEFA foi "com base em todas as revisões peritas que foram empreendidas, no controle e no corpo disciplinar, o clube não cumpre os critérios necessários da admissão [artigo 2.07 dos regulamentos da liga do Europa do UEFA], porque a licença do clube não foi concedida de acordo com os regulamentos lde licença do clube naUEFA, na edição 2008, e o clube não cumpriu suas obrigações como definidas nestes regulamento." esta informação foi obtida no site sportbussines, provavelmente o Villareal irá ocupar a vaga em aberto.
9 de jul. de 2010
Esporte
Podemos afirmar que esta é nova ordem econômica, uma dinâmica e obriga as organizações que estão envolvidas neste mundo do esporte a transformar suas estruturas em unidades agressivas e com visão global para competir com êxito em um mercado cada dia mais exigente pelo a
vanço tecnológico que coloca o consumidor no cenário de referencia no universo da informação.Conseqüentemente com esta realidade e como quaisquer outras unidades de produção deverão adaptar seus modelos de negócio com as tendências da moda e dos novos enfoques de marketing para saltar nos cenários de competência as grandes plataformas de consumo, como sendo marcas antes de clubes, ligas e federações.
Nesta questão de serem marcas antes de clubes e ligas, podemos dar maior enfoque as ligas na Europa que são “donas” das maiores competições européias, na Inglaterra a BARCLAYS, a COCA-COLA hoje NPOWER, em Portugal a BTWIN hoje SAGRES , na Italia a TIM, Espanha com BBVA, enfim são muitas os exemplos desta questão na Europa.
A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!
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