15 de ago. de 2018

A busca de Competitividade através da Gestão Estratégica!

A mais de duas décadas as empresas começaram a incorporar a visão de processos nos negócios na busca pela qualidade, produtividade e eficácia gerencial. Alguns anos mais tarde, a própria tecnologia de informação passou a incorporar o conceito de processos de negócio. Ao implementar esse processo que esta relacionado a tecnologia da informação, muitas organizações foram convidadas a refletir sobre o fluxo atividades que entrega valor ao cliente – a chamada cadeia de valor. Funções empresariais como suprimentos, logística, vendas, produção, engenharia, até então entendidas como atividades isoladas em silos do negócio, foram repensadas em fluxos lógicos e integrados, a exemplo do processo Compras até Pagamento, Vendas até Recebimento e Do Contato ao Contrato com Clientes.

Todos nós sabemos que em 15 anos – 1990-2004 – o mundo mudou, as tecnologias invadiram nosso dia-a-dia, o ciclo de vida de produtos encurtou e a velocidade dos acontecimentos triplicou. Em realidade, neste período de transição, as organizações despertaram para a necessidade de estratégia como questão de sobrevivência. Estratégia nunca foi tão importante, foi o título de uma pesquisa da Fortune Magazine realizada recentemente por consultorias internacionais. As empresas e os empresários acordaram para uma questão básica e fundamental da gestão que é o de empregar e administrar consciente e deliberadamente recursos financeiros e humanos limitados em situações e contextos de negócio ilimitados: quando não se tem uma direção, qualquer caminho serve, já dizia Lewis Caroll. Desta forma, os executivos destas empresas se perguntaram, ainda que inconscientemente: para que mesmo investimos milhões no sistema de gestão X, na norma ISO Y, na reengenharia do processo Z?

Supondo, por exemplo, que uma empresa de produtos em um mercado competitivo fez a opção estratégica, após uma série de reflexões e análises, de se transformar em uma empresa de serviços. Os executivos e empresários destes negócios definiram em determinado momento:
  • um prazo para realização desta visão – ex.: 10 anos;
  • objetivos – ex.: ser reconhecida pelo mercado pela excelência em serviços ao cliente;
  • indicadores – ex.: pesquisa de imagem junto aos clientes;
  • metas – ex.: número 1 em market share de serviços;
  • intervenções estratégicas – reorientar os processos para serviços, com forte ênfase no processo de relacionamento com os clientes.

Ao desenhar a curva de Geração de Valor ao Negócio deste cliente, não será difícil reconhecer que, durante 4 ou 5 anos esta empresa realizou uma Intervenção Estratégica, haverá um boom de criatividade e inovação em seus processos, um período de caos necessário e que talvez esteja seja um período de intensa lucratividade. Este período pode coincidir também com a entrada de novos players realizando o mesmo tipo de movimento – sobretudo se esta for uma idéia original e inovadora no mercado. Assim como no ciclo de produtos, em que o produto é lançado, faz sucesso, novos entrantes imitam o sucesso do concorrente, o mesmo podemos afirmar do ciclo de vida dos processos: os processos são continuamente comparados e absorvidos pelas organizações através de práticas como o benchmarking.

Por vários anos, enquanto passamos de uma organização de produtos para uma organização de serviços, devemos conviver simultaneamente com a Gestão Estratégica, que tem como objetivo realizar ganhos substanciais através dos projetos estratégicos e uma Gestão Operacional – ou da rotina – dos processos, que tem como objetivo produzir melhorias graduais e contínuas. Algumas empresas chamam este processo de gestão da multiplicidade – estratégica e operacional.

O fato é que, antes mesmo de iniciar a fase de estabilização e normatização dos processos – após 4 ou 5 anos de intervenção estratégica – possivelmente nossa empresa tenha que se reorientar estrategicamente (...) Isto porque, por diversas razões, abriu-se uma janela de oportunidade e decidimos comprar nosso concorrente, o número 1 em fabricação de produtos e agora somos uma empresa de soluções completas: produtos + serviços. E o que fazer com nossos processos? E a melhoria contínua? A fase de estabilização e normatização, nestes caso, pode ser mínima – talvez 1 ou 2 anos – quando será necessária uma nova intervenção estratégica.

Nossa tese é de quanto maior for a orientação estratégica de uma organização na busca pela competitividade, maior a intensidade de projetos – intervenções estratégicas –  e menor a intensidade dos processos.

Para exemplificar esta tese, utilizaremos a curva de valor apresentada por Kaplan e Norton no seu livro 'Mapas Estratégicos' para um mercado competitivo...

1° Movimento – Excelência Operacional: caracterizado pela padronização do fluxo físico e financeiro dos produtos e serviços, da obsessão pela qualidade total, da reengenharia, da terceirização de funções não essenciais do negócio, da automação das transações através dos sistemas de gestão tecnologica. 

2° Movimento – Orientação ao Cliente: caracterizado por uma sensibilidade maior das organizações à voz do cliente, num esforço de compreender as necessidades e requerimentos dos clientes e propor produtos, serviços, soluções ou experiências que atendam ou superem as expectativas dos mesmos.  

3° Movimento – Inovação: neste movimento, a organização antecipa-se a seus clientes, desenvolvendo e lançando produtos e serviços inéditos – inovadores – do ponto de vista tecnológico e funcional.

4° Movimento – Sustentabilidade: ainda que poucas empresas conheçam e comprovem os benefícios deste movimento, muito se tem investido na chamada sustentabilidade, a busca por resultados sociais e ambientais, além do econômico – o chamado Triple Bottom Line – envolvendo todas as partes interessadas do negócio – acionistas, comunidade, clientes, fornecedores, empregados, governo.

Os ganhos substanciais acontecem durante a intervenção estratégica, sendo que após a estabilização dos processos em rotinas, os ganhos passam de substanciais a incrementais. Esses movimentos podem ocorrer simultaneamente nas empresas(organizações esportivas), sobretudo naquelas organizações que passaram muitos anos sem uma consciência ou diretriz estratégica e torna-se necessário, por uma questão de sobrevivência, queimar etapas no curto e médio prazo.

Além disso, a gestão estratégica – quando se buscam ganhos substanciais pela diferenciação – convive simultaneamente por vários períodos com a gestão operacional de processos – quando se obtém melhoria incremental e contínua – a chamada gestão da multiplicidade.

Um método comprovado para gerenciar a curva de valor – o PDCA da estratégia:
Há 12 anos era criado pelos Professores Kaplan e Norton o Balanced Scorecard (BSC), método e instrumento de gestão estratégica, atualmente difundido em diversas organizações internacionais líderes. Atualmente, pode-se afirmar que o BSC inovou no desenvolvimento de um processo de gerenciamento da estratégia – o chamado PDCA da estratégia ou aprendizado estratégico.

A aplicação da metodologia BSC, segundo pesquisas recentes, demonstram a consolidação de Organizações Orientadas – ou focadas – pela Estratégia a partir de 5 princípios fundamentais...
  • mobilizar a liderança: participação ativa e visível da equipe executiva. Orientar uma organização da estratégia deve ser encarado como um processo de mudança cultural. Inicialmente, os líderes devem mobilizar a organização a fim de criar o momento adequado para iniciar o processo. O emprego da persistência e do senso comum deve motivar as pessoas em torno da estratégia.
  • traduzir a Estratégia: descrever a estratégia, alcançar a clareza da estratégia através de mapas estratégicos, indicadores, metas e projetos para que todas as pessoas possam compreendê-la e possuir um processo de implementação e gestão da estratégia.
  • alinhar a Organização e os Processos à Estratégia: o desdobramento da estratégia para a organização – unidades de negócio e de suporte – o alinhamento dos processos à estratégia através dos fatores críticos de sucesso e até mesmo para além fronteiras da organização joint ventures, fornecedores e parceiros,
  • motivar e fazer da Estratégia em Tarefa de Todos: educar, conscientizar e reforçar comportamentos das pessoas na direção da estratégia.
  • fazer da Estratégia um Processo Contínuo: a gestão estratégica depende da capacidade da organização de revisar e ajustar continuamente suas hipóteses e projetos estratégicos. Avaliar o avanço na implementação da estratégia e incorporar estratégias emergentes e mudanças ambientais é fundamental neste processo. O sistema deve enfatizar o diálogo e a responsabilidade compartilhada da equipe executiva.
    Competitividade e estratégia empresarial: ser o melhor por fazer diferente.
A busca pela competitividade, facilitado pela gestão estratégica, vai além da busca pela qualidade, eficiência e produtividade. Pressupõe a consciência estratégia de empresários, executivos e políticos de querer ser o melhor por fazer diferente. Isto vale para o setor privado lucrativo, para o setor público e para as organizações do terceiro setor. Mover-se na direção de ações estratégias na busca de diferenciação sustentável é um esforço deliberado e exige coragem e empenho das lideranças.


(Base de busca na FGV)

22 de jul. de 2018

Um pesadelo chamado PROFUT

Quando o bom senso iniciou o processo objetivando a modernização do futebol brasileiro em 2013 a esperança pairou no ar, foram protestos significativos no campeonato brasileiro e posteriormente acompanhamos os resultados destas ações.

Foi iniciado um estudo a cerca do fair-play financeiro e novas posturas que deveriam ser adotadas pelos clubes e federações a cerca do futebol.

O grande resultado esperado por todos que vivem do futebol foi posto em pratica com a aprovação da Lei Profut dia 04 de agosto de 2015, ainda este ano os clubes tiveram a oportunidade de refinanciar suas dividas fiscais com a União, aparentemente vivíamos uma nova realidade, uma esperança que praticamente se tornava realidade pouco a pouco.

Os anos passaram um total de 127 clubes aderiram ao programa de refinanciamento e acreditava-se que poderíamos viver uma nova era, porém nem mesmo os que aderiram nos proporcionaram alegrias nesta renovação, menos de 20% dos clubes pagaram a primeira parcela do financiamento que ainda contava com uma redução significativa da divida.

Passados pouco mais de dois anos da aprovação da Lei Profut o supremo tribunal federal suspendeu todas as obrigatoriedades, realmente estamos longe de nos tornar um exemplo de gestão, todo processo para que o profut saísse de órbita foi articulado pela CBF que lançou no mesmo mês de setembro de 2017 as novas regras para licenciamento dos clubes, ou seja, todo poder do futebol continua exclusivamente com a CBF, regras e mais regras impostas e fiscalizadas pela CBF com seu presidente e ex-presidentes denunciados em esquemas de corrupção.

Mais um ano da aprovação da lei esta se completando e o que vemos é o descaso pela grande maioria dos clubes e entidades que fiscalizam. A nova entidade que fiscaliza o nosso futebol até se posicionou com relação ao balanço patrimonial dos clubes da Série A do Brasileiro, mas o futebol nacional não se limita a 20 clubes e a morosidade do processo de fiscalização só nos remete ao descaso que vivemos.

Com a retomada do blog pretendo focar na analise dos balanços patrimoniais e suas características técnicas de acordo com as normas que foram desenvolvidas no final de 2017.

10 de out. de 2017

Não é só futebol!

A formação de um atleta de futebol não passa simplesmente por jogos e competições, muitos fatores precisam ser trabalhados e processados para que este atleta consiga chegar em um nível elevado.
Pensar que para ser um profissional basta colocar a camisa de jogo e entrar em campo é um erro tremendo, precisamos (profissionais) estar atentos a muitas questões extracampo que afetam diretamente na performance do atleta.
Perguntas que podemos fazer, será que ainda existem profissionais que pensam assim? será que ainda existem atletas que pensam que o futebol basta "saber jogar"?
Como destaque ainda podemos frisar, nem sempre as equipes que conseguem os melhores resultados de base, conseguem colocar o maior número de atletas no profissional.
A expressão do momento é ainda mais valida neste contexto "Não é só futebol".

7 de jun. de 2017

SEJA VOCÊ A MUDANÇA NO FUTEBOL!

Vai mais uma pequena reflexão ao nosso futebol, uma realidade em que vivemos atualmente é que as equipes estão preocupadas apenas com o “EU”, ainda não existe uma preocupação do espetáculo futebol, e temos exemplos de ligas em crescimento que trabalham em conjunto e com regras básicas fundamentais para a saúde do esporte.

O futebol brasileiro ainda não caiu na realidade do espetáculo, campeonatos ainda deficitários, e não é culpa de uma ou outra equipe especificamente e sim de uma cultura que vem de décadas.

Por mais que algumas equipes tentem vender o futebol como um produto rentável, por mais que alguns profissionais tentem transmitir essa informação, ainda está enraizado aquela situação de que “EU” sou mais importante que todos os demais, o "EU" sou mais importante do que o conjunto, ainda no nosso futebol o importante é o “EU” não o “NOSSO”.

Enquanto não mudarmos a cultura este será o futuro de muitos clubes de futebol e suas belas estruturas.

Até quando o produto vai ser vendido como o EU??? Onde esta este erro?? Não precisamos de muito para saber que o produto futebol deveria ser comercializado de uma forma mais conjunta em todas as competições.

Temos campeonatos deficitários e este não é um problema exclusivo dos clubes, é principalmente das federações que administram mau suas competições, sim as federações são as culpadas por estarem organizando competições problemáticas, não fiscalizar os clubes da forma como deveria, impor regras abaixo das capacidades das instituições, ou pior, impor as regras e não fiscalizar para que as mesmas tenham um cumprimento e consequentemente a imagem do futebol melhore.

Está na hora de mudar esta cultura arcaica, não existe uma pensamento lógico de que uma competição organizada, patrocinada e vendida da melhor forma possível, e que isso vai ser melhor para todos, e não uma competição catastrófica que apresenta todas as dificuldades possíveis e impossíveis de se ver no futebol, a federação é para os clubes, e ela vive dos clubes, só os clubes que não entenderam ainda este processo.

A Federação é parte do processo mas não é o “TODO”, ela não tem que ser a dona do negócio ela tem que ser alguém que vai fazer parte desse processo, mas até quando os clubes vão manter esse pensamento de que as Federações são o todo??? As Federações são nada e os clubes são TUDO, mas enquanto os diretores de clubes não entenderem isso, assim continuará o nosso futebol, deficitário. POUCOS COM MUITO e MUITOS COM POUCO e todas as equipes com suas dificuldades básicas, mas essas dificuldades não estão ai por acaso, começa nos estaduais onde a desvalorização das equipes é visível em todos os sentidos.

Continuaremos com mais uma pergunta sem resposta, até quando os clubes irão permitir a continuidade deste processo.


Por Tiago Borges

30 de abr. de 2017

Contabilidade no Futebol


Mais um ano econômico se encerrou no dia 28 de abril de 2017, dia em que todos os clubes do futebol brasileiro deveriam ter publicado seus demonstrativos contábeis referente ao ano de 2016, sabemos que ainda estamos distantes de conseguir esta perfeição do nosso futebol e muito menos contar com as entidades federativas para organizar tal procedimento.
Conforme leis nacionais (PELÉ 1998 E PROFUT 2015) as punições deveriam ser impostas a todos os presidentes de clubes profissionais do nosso amado futebol, que muitas vezes esta mais para futebol amador que profissional, mas a luta continua a cada temporada.
Em Santa Catarina cinco dos 25 clubes profissionais não publicaram seus demonstrativos, na ordem da Série A Tubarão, Internacional de Lages, Navegantes e da Série C Porto e Caçador,  mesmo assim as demais instituições que publicaram apresentam alguns erros administrativos, mas ao menos publicaram seus demonstrativos, importante também fazer uma colocação a cerca das diferentes formas de publicação das associações.

Diferente de Santa Catarina que cobra dos clubes, no Rio Grande do Sul, no site da Federação não existe publicação de seus filiados, e no meio de 2016 enviei e-mail a FGF questionando o porque de não cobrarem os clubes do procedimento e fui informado pela entidade que não poderia exigir dos clubes (?????) fiquei com mutias interrogações e o questionamento fica ao ministério público, que deveria tomar as medidas necessárias para tal obrigatoriedade, sendo que as leis federais não estão sendo respeitadas.
De acordo com NBC T 10.13 (2004) os clubes deveriam padronizar seus demonstrativos contábeis, mas depois de mais de 10 anos de publicação da norma, ainda não conseguimos atingir esta maturidade administrativa, culpa dos clubes? Acredito que na totalidade não, por contarmos na sua grande maioria por apaixonados pelos clubes o grande vilão neste história é a federação de cada estado que não obriga este procedimento.


#contabilidade #futebol #futeboladministração #administração #soccer #bussiness #fcf  #gestão 



14 de mai. de 2016

Vale título!

Quem me conhece sabe qual é meu clube do coração...

Foram anos encarando tristes jornadas, foram anos na Segunda Divisão Gaúcha, foram anos jogando contra os times do interior gaúcho, foram anos amargando Série C ou D do brasileirão que eram jogadas em grupos de 4 e 5 clubes, foram anos sonhando com este dia, foram anos acreditando que seria possível estar nos melhores campeonatos do Brasil,. Foram anos sofrendo ao lado de amigos e de colegas de trabalho, foram anos sendo chacota na princesa do Sul, mas tudo mudou, hoje começa o maior campeonato para todo torcedor Xavante, hoje estufamos o peito e gritamos "SOMOS SÉRIE B ".
Mesmo quase 1000 km de distância hoje é o dia de estar em sentimento no estádio Bento Freitas.
Dia de torcer a cada milésimo de segundo para o melhor, vale lembrar que a primeira rodada não estamos brigando por nada a não ser pelo título do campeonato, assim é o campeonato de pontos corridos, vale título sempre!
Que dia, que momento!

4 de mai. de 2016

Mais uma goleada!

Chegamos em maio de 2016, passaram praticamente 18 anos do surgimento da Lei Pele (muitas foram as alterações até hoje), e na última sexta-feira(29 de abril) completamos mais um ano econômico, sendo a data limite para publicação de todos os clubes profissionais de seus balanços patrimoniais com parecer de auditoria INDEPENDENTE.

Esta noticia sem dúvida deveria estar em todos os jornais do nosso Brasil, deveríamos ter inclusive programas esportivos voltados a analisar os resultados econômicos dos clubes, suas variações apresentadas e suas projeções para o ano, mas aqui não estamos preocupados com gestão e sim somente com o futebol dentro de quatro linhas, alguns comentaristas estão em programas de TV falando em amadorismo de diretores, mas não existe um consentimento da imprensa sobre a importância deste assunto.

Assim, estamos esta semana sofrendo mais uma goleada no futebol, o pior de tudo é que não existe um vencedor neste resultado, clubes continuam com seus presidentes amadores e federações com seus ditadores.

Quem esta envolvido com o futebol a alguns anos sabe o quanto este mercado é sujo em clubes que não presam pelo gerenciamento consciente e profissional, atletas sem salários, sem alimentação, sem condições de treinamento, algo tão normal no nosso futebol "amador", se bem que não podemos taxar clubes profissionais de amadores, pois existem muitos clubes amadores com organização infinitamente superior a os ditos profissionais.

Levantar a bandeira da gestão profissional é oque resta as pessoas que querem o bem do nosso futebol, esperamos o mesmo de órgãos como Bom Senso e Primeira Liga. Por mais complicado que sejam nossas teorias, são importantes para a credibilidade e o respeito no futebol.
Apaixonado por Futebol


A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...