O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e B do Brasileiro e então é criada a MAIOR liga de futebol do mundo, bem ao menos este é o planejamento estratégico desenvolvido pela equipe de trabalho do CEO da entidade que a partir de agosto deste ano administra o futebol nacional.
A competição terá em sua primeira edição os 16 melhores colocados no Brasileirão de 2019 mais os dois melhores da segunda divisão, a Serie B também será administrada pela LIGA e contará com 24 clubes, para fortalecimento do futebol nas divisões inferiores a CBF irá concentrar suas forças nas próximas divisões, além de ser a responsável pela seleção brasileira e Copa do Brasil, ainda existe a possibilidade da criação de uma nova entidade de gerenciamento das ligas menores, mas no momento não houve um consenso sobre tal procedimento.
Com o fim dos grandes clubes jogando os campeonatos estaduais as federações precisam se adequar as novas demandas do esporte, as séries E e F serão criadas em caráter estadual, sendo os campeões classificados para as fazes seguintes que irão determinar os acessos as divisões maiores.
Um calendário justo e administrado por uma nova instituição que visa o fortalecimento do produto futebol.
Série A 34 jogos
18 clubes
(34 rodadas 3 equipes rebaixadas diretamente e a 15ª enfrenta o quarto da Série B em dois jogos de mata mata)
Série B 50 jogos
24 clubes (46 rodadas 3 sobem direto, mais 4 equipes jogam mata mata e o vencedor destes confrontos enfrenta o 15º da Série A em dois jogos)
(4 últimos serão rebaixados)
Série C 40 jogos
24 clubes (2 grupos de 12 clubes regionalizados)
( Segunda fase 10 clubes Turno e Returno)
Série D 30 jogos
48 clubes (4 grupos de 12 clubes regionalizados- classificam 4 de cada grupo para a segunda fase - dois últimos de cada grupo serão rebaixados)
(Fazes seguintes mata mata até os acessos a Série C)
Série E
(Fase inicial dentro dos estados e depois fazes mata mata até os acessos a série D - 8 equipes no total sobem a série D- Rebaixamentos definidos em cada estado)
Série F
(Fase inicial dentro dos estados que irão definir os classificados a Série E -Acessos definidos em cada estado)
Serão muitas as novidades nesta nova era do futebol(já existentes em lei, porém não cobradas);
1- Os clubes precisam apresentar antes do inicio de cada temporada as suas projeções de receitas e despesas para a temporada que se incia, para cada receita a empresa que estará patrocinando o clube deverá apresentar uma carta de responsabilidade de aporte do valor conforme descrito em documento;
2- Os clubes não poderão ultrapassar com salários de jogadores o correspondente a 60% de sua projeção de receitas;
3- Cada clube deverá apresentar um quadro administrativo que será responsável pelo gerenciamento do clube nos âmbitos, administrativo, financeiro e jurídico.
4- A grande novidade fica por conta das cotas de televisão, que serão divididas de forma uniforme e cada clube poderá comercializar espaços específicos em seu estádio que irá possibilitar o aumento de sua cota comercial.
5- Os clubes que não apresentaram o balanço patrimonial de acordo com as novas regras federais e conforme determina a Lei Pelé serão excluídos do campeonatos subsequentes, pois seu presidente não terá mais poderes por determinação da entidade que administra o futebol;
A LIGA tem sua primeira edição na temporada 2020/2021 exatamente, nossos campeonatos seguirão o formato do calendário mundial, ou quase que na totalidade de futebol.
26 de dez. de 2018
15 de ago. de 2018
A busca de Competitividade através da Gestão Estratégica!
A mais de duas décadas as empresas começaram a incorporar a visão de processos nos negócios na busca pela qualidade, produtividade e eficácia gerencial. Alguns anos mais tarde, a própria tecnologia de informação passou a incorporar o conceito de processos de negócio. Ao implementar esse processo que esta relacionado a tecnologia da informação, muitas organizações foram convidadas a refletir sobre o fluxo atividades que entrega valor ao cliente – a chamada cadeia de valor. Funções empresariais como suprimentos, logística, vendas, produção, engenharia, até então entendidas como atividades isoladas em silos do negócio, foram repensadas em fluxos lógicos e integrados, a exemplo do processo Compras até Pagamento, Vendas até Recebimento e Do Contato ao Contrato com Clientes.
Todos nós sabemos que em 15 anos – 1990-2004 – o mundo mudou, as tecnologias invadiram nosso dia-a-dia, o ciclo de vida de produtos encurtou e a velocidade dos acontecimentos triplicou. Em realidade, neste período de transição, as organizações despertaram para a necessidade de estratégia como questão de sobrevivência. Estratégia nunca foi tão importante, foi o título de uma pesquisa da Fortune Magazine realizada recentemente por consultorias internacionais. As empresas e os empresários acordaram para uma questão básica e fundamental da gestão que é o de empregar e administrar consciente e deliberadamente recursos financeiros e humanos limitados em situações e contextos de negócio ilimitados: quando não se tem uma direção, qualquer caminho serve, já dizia Lewis Caroll. Desta forma, os executivos destas empresas se perguntaram, ainda que inconscientemente: para que mesmo investimos milhões no sistema de gestão X, na norma ISO Y, na reengenharia do processo Z?
Supondo, por exemplo, que uma empresa de produtos em um mercado competitivo fez a opção estratégica, após uma série de reflexões e análises, de se transformar em uma empresa de serviços. Os executivos e empresários destes negócios definiram em determinado momento:
- um prazo para realização desta visão – ex.: 10 anos;
- objetivos – ex.: ser reconhecida pelo mercado pela excelência em serviços ao cliente;
- indicadores – ex.: pesquisa de imagem junto aos clientes;
- metas – ex.: número 1 em market share de serviços;
- intervenções estratégicas – reorientar os processos para serviços, com forte ênfase no processo de relacionamento com os clientes.
Ao desenhar a curva de Geração de Valor ao Negócio deste cliente, não será difícil reconhecer que, durante 4 ou 5 anos esta empresa realizou uma Intervenção Estratégica, haverá um boom de criatividade e inovação em seus processos, um período de caos necessário e que talvez esteja seja um período de intensa lucratividade. Este período pode coincidir também com a entrada de novos players realizando o mesmo tipo de movimento – sobretudo se esta for uma idéia original e inovadora no mercado. Assim como no ciclo de produtos, em que o produto é lançado, faz sucesso, novos entrantes imitam o sucesso do concorrente, o mesmo podemos afirmar do ciclo de vida dos processos: os processos são continuamente comparados e absorvidos pelas organizações através de práticas como o benchmarking.
Por vários anos, enquanto passamos de uma organização de produtos para uma organização de serviços, devemos conviver simultaneamente com a Gestão Estratégica, que tem como objetivo realizar ganhos substanciais através dos projetos estratégicos e uma Gestão Operacional – ou da rotina – dos processos, que tem como objetivo produzir melhorias graduais e contínuas. Algumas empresas chamam este processo de gestão da multiplicidade – estratégica e operacional.
O fato é que, antes mesmo de iniciar a fase de estabilização e normatização dos processos – após 4 ou 5 anos de intervenção estratégica – possivelmente nossa empresa tenha que se reorientar estrategicamente (...) Isto porque, por diversas razões, abriu-se uma janela de oportunidade e decidimos comprar nosso concorrente, o número 1 em fabricação de produtos e agora somos uma empresa de soluções completas: produtos + serviços. E o que fazer com nossos processos? E a melhoria contínua? A fase de estabilização e normatização, nestes caso, pode ser mínima – talvez 1 ou 2 anos – quando será necessária uma nova intervenção estratégica.
Nossa tese é de quanto maior for a orientação estratégica de uma organização na busca pela competitividade, maior a intensidade de projetos – intervenções estratégicas – e menor a intensidade dos processos.
Para exemplificar esta tese, utilizaremos a curva de valor apresentada por Kaplan e Norton no seu livro 'Mapas Estratégicos' para um mercado competitivo...
1° Movimento – Excelência Operacional: caracterizado pela padronização do fluxo físico e financeiro dos produtos e serviços, da obsessão pela qualidade total, da reengenharia, da terceirização de funções não essenciais do negócio, da automação das transações através dos sistemas de gestão tecnologica.
2° Movimento – Orientação ao Cliente: caracterizado por uma sensibilidade maior das organizações à voz do cliente, num esforço de compreender as necessidades e requerimentos dos clientes e propor produtos, serviços, soluções ou experiências que atendam ou superem as expectativas dos mesmos.
3° Movimento – Inovação: neste movimento, a organização antecipa-se a seus clientes, desenvolvendo e lançando produtos e serviços inéditos – inovadores – do ponto de vista tecnológico e funcional.
4° Movimento – Sustentabilidade: ainda que poucas empresas conheçam e comprovem os benefícios deste movimento, muito se tem investido na chamada sustentabilidade, a busca por resultados sociais e ambientais, além do econômico – o chamado Triple Bottom Line – envolvendo todas as partes interessadas do negócio – acionistas, comunidade, clientes, fornecedores, empregados, governo.
Os ganhos substanciais acontecem durante a intervenção estratégica, sendo que após a estabilização dos processos em rotinas, os ganhos passam de substanciais a incrementais. Esses movimentos podem ocorrer simultaneamente nas empresas(organizações esportivas), sobretudo naquelas organizações que passaram muitos anos sem uma consciência ou diretriz estratégica e torna-se necessário, por uma questão de sobrevivência, queimar etapas no curto e médio prazo.
Além disso, a gestão estratégica – quando se buscam ganhos substanciais pela diferenciação – convive simultaneamente por vários períodos com a gestão operacional de processos – quando se obtém melhoria incremental e contínua – a chamada gestão da multiplicidade.
Um método comprovado para gerenciar a curva de valor – o PDCA da estratégia:
Há 12 anos era criado pelos Professores Kaplan e Norton o Balanced Scorecard (BSC), método e instrumento de gestão estratégica, atualmente difundido em diversas organizações internacionais líderes. Atualmente, pode-se afirmar que o BSC inovou no desenvolvimento de um processo de gerenciamento da estratégia – o chamado PDCA da estratégia ou aprendizado estratégico.
A aplicação da metodologia BSC, segundo pesquisas recentes, demonstram a consolidação de Organizações Orientadas – ou focadas – pela Estratégia a partir de 5 princípios fundamentais...
- mobilizar a liderança: participação ativa e visível da equipe executiva. Orientar uma organização da estratégia deve ser encarado como um processo de mudança cultural. Inicialmente, os líderes devem mobilizar a organização a fim de criar o momento adequado para iniciar o processo. O emprego da persistência e do senso comum deve motivar as pessoas em torno da estratégia.
- traduzir a Estratégia: descrever a estratégia, alcançar a clareza da estratégia através de mapas estratégicos, indicadores, metas e projetos para que todas as pessoas possam compreendê-la e possuir um processo de implementação e gestão da estratégia.
- alinhar a Organização e os Processos à Estratégia: o desdobramento da estratégia para a organização – unidades de negócio e de suporte – o alinhamento dos processos à estratégia através dos fatores críticos de sucesso e até mesmo para além fronteiras da organização joint ventures, fornecedores e parceiros,
- motivar e fazer da Estratégia em Tarefa de Todos: educar, conscientizar e reforçar comportamentos das pessoas na direção da estratégia.
- fazer da Estratégia um Processo Contínuo: a gestão estratégica depende da capacidade da organização de revisar e ajustar continuamente suas hipóteses e projetos estratégicos. Avaliar o avanço na implementação da estratégia e incorporar estratégias emergentes e mudanças ambientais é fundamental neste processo. O sistema deve enfatizar o diálogo e a responsabilidade compartilhada da equipe executiva.
Competitividade e estratégia empresarial: ser o melhor por fazer diferente.
A busca pela competitividade, facilitado pela gestão estratégica, vai além da busca pela qualidade, eficiência e produtividade. Pressupõe a consciência estratégia de empresários, executivos e políticos de querer ser o melhor por fazer diferente. Isto vale para o setor privado lucrativo, para o setor público e para as organizações do terceiro setor. Mover-se na direção de ações estratégias na busca de diferenciação sustentável é um esforço deliberado e exige coragem e empenho das lideranças.
(Base de busca na FGV)
22 de jul. de 2018
Um pesadelo chamado PROFUT
Quando o bom senso iniciou o processo objetivando a modernização do futebol brasileiro em 2013 a esperança pairou no ar, foram protestos significativos no campeonato brasileiro e posteriormente acompanhamos os resultados destas ações.
Foi iniciado um estudo a cerca do fair-play financeiro e novas posturas que deveriam ser adotadas pelos clubes e federações a cerca do futebol.
O grande resultado esperado por todos que vivem do futebol foi posto em pratica com a aprovação da Lei Profut dia 04 de agosto de 2015, ainda este ano os clubes tiveram a oportunidade de refinanciar suas dividas fiscais com a União, aparentemente vivíamos uma nova realidade, uma esperança que praticamente se tornava realidade pouco a pouco.
Os anos passaram um total de 127 clubes aderiram ao programa de refinanciamento e acreditava-se que poderíamos viver uma nova era, porém nem mesmo os que aderiram nos proporcionaram alegrias nesta renovação, menos de 20% dos clubes pagaram a primeira parcela do financiamento que ainda contava com uma redução significativa da divida.
Passados pouco mais de dois anos da aprovação da Lei Profut o supremo tribunal federal suspendeu todas as obrigatoriedades, realmente estamos longe de nos tornar um exemplo de gestão, todo processo para que o profut saísse de órbita foi articulado pela CBF que lançou no mesmo mês de setembro de 2017 as novas regras para licenciamento dos clubes, ou seja, todo poder do futebol continua exclusivamente com a CBF, regras e mais regras impostas e fiscalizadas pela CBF com seu presidente e ex-presidentes denunciados em esquemas de corrupção.
Mais um ano da aprovação da lei esta se completando e o que vemos é o descaso pela grande maioria dos clubes e entidades que fiscalizam. A nova entidade que fiscaliza o nosso futebol até se posicionou com relação ao balanço patrimonial dos clubes da Série A do Brasileiro, mas o futebol nacional não se limita a 20 clubes e a morosidade do processo de fiscalização só nos remete ao descaso que vivemos.
Com a retomada do blog pretendo focar na analise dos balanços patrimoniais e suas características técnicas de acordo com as normas que foram desenvolvidas no final de 2017.
Foi iniciado um estudo a cerca do fair-play financeiro e novas posturas que deveriam ser adotadas pelos clubes e federações a cerca do futebol.
O grande resultado esperado por todos que vivem do futebol foi posto em pratica com a aprovação da Lei Profut dia 04 de agosto de 2015, ainda este ano os clubes tiveram a oportunidade de refinanciar suas dividas fiscais com a União, aparentemente vivíamos uma nova realidade, uma esperança que praticamente se tornava realidade pouco a pouco.
Os anos passaram um total de 127 clubes aderiram ao programa de refinanciamento e acreditava-se que poderíamos viver uma nova era, porém nem mesmo os que aderiram nos proporcionaram alegrias nesta renovação, menos de 20% dos clubes pagaram a primeira parcela do financiamento que ainda contava com uma redução significativa da divida.
Passados pouco mais de dois anos da aprovação da Lei Profut o supremo tribunal federal suspendeu todas as obrigatoriedades, realmente estamos longe de nos tornar um exemplo de gestão, todo processo para que o profut saísse de órbita foi articulado pela CBF que lançou no mesmo mês de setembro de 2017 as novas regras para licenciamento dos clubes, ou seja, todo poder do futebol continua exclusivamente com a CBF, regras e mais regras impostas e fiscalizadas pela CBF com seu presidente e ex-presidentes denunciados em esquemas de corrupção.
Mais um ano da aprovação da lei esta se completando e o que vemos é o descaso pela grande maioria dos clubes e entidades que fiscalizam. A nova entidade que fiscaliza o nosso futebol até se posicionou com relação ao balanço patrimonial dos clubes da Série A do Brasileiro, mas o futebol nacional não se limita a 20 clubes e a morosidade do processo de fiscalização só nos remete ao descaso que vivemos.
Com a retomada do blog pretendo focar na analise dos balanços patrimoniais e suas características técnicas de acordo com as normas que foram desenvolvidas no final de 2017.
10 de out. de 2017
Não é só futebol!
A formação de um atleta de futebol não passa simplesmente por jogos e competições, muitos fatores precisam ser trabalhados e processados para que este atleta consiga chegar em um nível elevado.
Pensar que para ser um profissional basta colocar a camisa de jogo e entrar em campo é um erro tremendo, precisamos (profissionais) estar atentos a muitas questões extracampo que afetam diretamente na performance do atleta.
Perguntas que podemos fazer, será que ainda existem profissionais que pensam assim? será que ainda existem atletas que pensam que o futebol basta "saber jogar"?
7 de jun. de 2017
SEJA VOCÊ A MUDANÇA NO FUTEBOL!
Vai mais uma pequena
reflexão ao nosso futebol, uma realidade em que vivemos atualmente é
que as equipes estão preocupadas apenas com o “EU”, ainda não
existe uma preocupação do espetáculo futebol, e temos exemplos de
ligas em crescimento que trabalham em conjunto e com regras básicas
fundamentais para a saúde do esporte.
O futebol brasileiro
ainda não caiu na realidade do espetáculo, campeonatos ainda
deficitários, e não é culpa de uma ou outra equipe especificamente
e sim de uma cultura que vem de décadas.
Por mais que algumas
equipes tentem vender o futebol como um produto rentável, por mais
que alguns profissionais tentem transmitir essa informação, ainda
está enraizado aquela situação de que “EU” sou mais
importante que todos os demais, o "EU" sou mais importante do que
o conjunto, ainda no nosso futebol o importante é o “EU” não o
“NOSSO”.
![]() |
| Enquanto não mudarmos a cultura este será o futuro de muitos clubes de futebol e suas belas estruturas. |
Até quando o
produto vai ser vendido como o EU??? Onde esta este erro?? Não
precisamos de muito para saber que o produto futebol deveria ser
comercializado de uma forma mais conjunta em todas as competições.
Temos campeonatos
deficitários e este não é um problema exclusivo dos clubes, é principalmente das federações que administram mau suas competições,
sim as federações são as culpadas por estarem organizando
competições problemáticas, não fiscalizar os clubes da forma como
deveria, impor regras abaixo das capacidades das instituições, ou
pior, impor as regras e não fiscalizar para que as mesmas tenham um
cumprimento e consequentemente a imagem do futebol melhore.
Está na hora de
mudar esta cultura arcaica, não existe uma pensamento lógico de que
uma competição organizada, patrocinada e vendida da melhor forma
possível, e que isso vai ser melhor para todos, e não uma
competição catastrófica que apresenta todas as dificuldades
possíveis e impossíveis de se ver no futebol, a federação é para
os clubes, e ela vive dos clubes, só os clubes que não entenderam
ainda este processo.
A Federação é
parte do processo mas não é o “TODO”, ela não tem que ser a
dona do negócio ela tem que ser alguém que vai fazer parte
desse processo, mas até quando os clubes vão manter esse pensamento
de que as Federações são o todo??? As Federações são nada e os
clubes são TUDO, mas enquanto os diretores de clubes não entenderem
isso, assim continuará o nosso futebol, deficitário. POUCOS COM
MUITO e MUITOS COM POUCO e todas as equipes com suas dificuldades
básicas, mas essas dificuldades não estão ai por acaso, começa
nos estaduais onde a desvalorização das equipes é visível em
todos os sentidos.
Continuaremos com mais uma pergunta
sem resposta, até quando os clubes irão permitir a continuidade
deste processo.
Por Tiago Borges
30 de abr. de 2017
Contabilidade no Futebol
Conforme leis nacionais (PELÉ 1998 E PROFUT 2015) as punições deveriam ser impostas a todos os presidentes de clubes profissionais do nosso amado futebol, que muitas vezes esta mais para futebol amador que profissional, mas a luta continua a cada temporada.
Em Santa Catarina cinco dos 25 clubes profissionais não publicaram seus demonstrativos, na ordem da Série A Tubarão, Internacional de Lages, Navegantes e da Série C Porto e Caçador, mesmo assim as demais instituições que publicaram apresentam alguns erros administrativos, mas ao menos publicaram seus demonstrativos, importante também fazer uma colocação a cerca das diferentes formas de publicação das associações.
Diferente de Santa Catarina que cobra dos clubes, no Rio Grande do Sul, no site da Federação não existe publicação de seus filiados, e no meio de 2016 enviei e-mail a FGF questionando o porque de não cobrarem os clubes do procedimento e fui informado pela entidade que não poderia exigir dos clubes (?????) fiquei com mutias interrogações e o questionamento fica ao ministério público, que deveria tomar as medidas necessárias para tal obrigatoriedade, sendo que as leis federais não estão sendo respeitadas.
De acordo com NBC T 10.13 (2004) os clubes deveriam padronizar seus demonstrativos contábeis, mas depois de mais de 10 anos de publicação da norma, ainda não conseguimos atingir esta maturidade administrativa, culpa dos clubes? Acredito que na totalidade não, por contarmos na sua grande maioria por apaixonados pelos clubes o grande vilão neste história é a federação de cada estado que não obriga este procedimento.
#contabilidade #futebol #futeboladministração #administração #soccer #bussiness #fcf #gestão
14 de mai. de 2016
Vale título!
Quem me conhece sabe qual é meu clube do coração...
Foram anos encarando tristes jornadas, foram anos na Segunda Divisão Gaúcha, foram anos jogando contra os times do interior gaúcho, foram anos amargando Série C ou D do brasileirão que eram jogadas em grupos de 4 e 5 clubes, foram anos sonhando com este dia, foram anos acreditando que seria possível estar nos melhores campeonatos do Brasil,. Foram anos sofrendo ao lado de amigos e de colegas de trabalho, foram anos sendo chacota na princesa do Sul, mas tudo mudou, hoje começa o maior campeonato para todo torcedor Xavante, hoje estufamos o peito e gritamos "SOMOS SÉRIE B ".
Mesmo quase 1000 km de distância hoje é o dia de estar em sentimento no estádio Bento Freitas.
Dia de torcer a cada milésimo de segundo para o melhor, vale lembrar que a primeira rodada não estamos brigando por nada a não ser pelo título do campeonato, assim é o campeonato de pontos corridos, vale título sempre!
Que dia, que momento!
4 de mai. de 2016
Mais uma goleada!
Chegamos em maio de 2016, passaram praticamente 18 anos do surgimento da Lei Pele (muitas foram as alterações até hoje), e na última sexta-feira(29 de abril) completamos mais um ano econômico, sendo a data limite para publicação de todos os clubes profissionais de seus balanços patrimoniais com parecer de auditoria INDEPENDENTE.
Esta noticia sem dúvida deveria estar em todos os jornais do nosso Brasil, deveríamos ter inclusive programas esportivos voltados a analisar os resultados econômicos dos clubes, suas variações apresentadas e suas projeções para o ano, mas aqui não estamos preocupados com gestão e sim somente com o futebol dentro de quatro linhas, alguns comentaristas estão em programas de TV falando em amadorismo de diretores, mas não existe um consentimento da imprensa sobre a importância deste assunto.
Assim, estamos esta semana sofrendo mais uma goleada no futebol, o pior de tudo é que não existe um vencedor neste resultado, clubes continuam com seus presidentes amadores e federações com seus ditadores.
Quem esta envolvido com o futebol a alguns anos sabe o quanto este mercado é sujo em clubes que não presam pelo gerenciamento consciente e profissional, atletas sem salários, sem alimentação, sem condições de treinamento, algo tão normal no nosso futebol "amador", se bem que não podemos taxar clubes profissionais de amadores, pois existem muitos clubes amadores com organização infinitamente superior a os ditos profissionais.
Levantar a bandeira da gestão profissional é oque resta as pessoas que querem o bem do nosso futebol, esperamos o mesmo de órgãos como Bom Senso e Primeira Liga. Por mais complicado que sejam nossas teorias, são importantes para a credibilidade e o respeito no futebol.
Esta noticia sem dúvida deveria estar em todos os jornais do nosso Brasil, deveríamos ter inclusive programas esportivos voltados a analisar os resultados econômicos dos clubes, suas variações apresentadas e suas projeções para o ano, mas aqui não estamos preocupados com gestão e sim somente com o futebol dentro de quatro linhas, alguns comentaristas estão em programas de TV falando em amadorismo de diretores, mas não existe um consentimento da imprensa sobre a importância deste assunto.
Assim, estamos esta semana sofrendo mais uma goleada no futebol, o pior de tudo é que não existe um vencedor neste resultado, clubes continuam com seus presidentes amadores e federações com seus ditadores.
Quem esta envolvido com o futebol a alguns anos sabe o quanto este mercado é sujo em clubes que não presam pelo gerenciamento consciente e profissional, atletas sem salários, sem alimentação, sem condições de treinamento, algo tão normal no nosso futebol "amador", se bem que não podemos taxar clubes profissionais de amadores, pois existem muitos clubes amadores com organização infinitamente superior a os ditos profissionais.
Levantar a bandeira da gestão profissional é oque resta as pessoas que querem o bem do nosso futebol, esperamos o mesmo de órgãos como Bom Senso e Primeira Liga. Por mais complicado que sejam nossas teorias, são importantes para a credibilidade e o respeito no futebol.
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| Apaixonado por Futebol |
25 de out. de 2015
Liga Nacional de futebol vem ai!
Em outubro escrevi no blog...
Neste momento o futebol brasileiro assim como na década de 80 esta passando por um processo de mudança, quando foi criada a Copa União a revolução comercial modificou totalmente o futebol que passou a ter um retorno jamais esperado na época e não será diferente nos dias atuais.
Desde quando comecei a ler sobre a revolta dos clubes do RJ com a federação local no inicio do ano de 2015 e posteriormente o retorno da SUL MINAS com a entrada de equipes do RJ, só tenho a afirmar o meu posicionamento de que a LIGA NACIONAL finalmente será criada e passaremos novamente por uma grande e gigante revolução em nosso futebol.
O nome de PRIMEIRA LIGA deixa clara a intenção das equipes com esta marca, a aprovação da CBF e posterior desistência de apoiar a LIGA reforça a realidade, li na semana passada que os clubes não iniciaram as negociações com a TV sobre a renovação de contrato televisivo sobre o comando da CBF, todos os fatores nos levam a crer nesta reviravolta tão esperada.
Estamos 25 anos ou mais atrás das grandes ligas mundias, mas teremos ainda em um futuro muito próximo o surgimento de uma grande marca nacional que irá transformar a forma de fazer futebol e comercializar o mesmo.
5 de out. de 2015
Projetos auxilio artigo pós
Estes dois projetos que desenvolvi, estou tirando do baú para que possa auxiliar no meu artigo de pós graduação.
Planejamento G.A. Farroupilha Pelotas-RS
http://pt.slideshare.net/tiago1812/projeto-em-andamento-03-122008-impresso
Projeto TCC 2010/1
http://pt.slideshare.net/tiago1812/o-processo-de-transformao-administrativa-do-grmio-esportivo-brasil
Planejamento G.A. Farroupilha Pelotas-RS
http://pt.slideshare.net/tiago1812/projeto-em-andamento-03-122008-impresso
Projeto TCC 2010/1
http://pt.slideshare.net/tiago1812/o-processo-de-transformao-administrativa-do-grmio-esportivo-brasil
4 de out. de 2015
Balanço patrimonial
Sabemos da obrigatoriedade de publicação do balanço patrimonial por parte dos clubes, conforme lei sancionada de número 12.395, de 16 de março de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 17/03/2011, que, dentre outras providências, alterou a Lei nº 9.615/98 (Lei Pelé) e entrou em vigor dia 17/03/2011, onde estabelece, de acordo com a nova redação do inciso I do art. 46-A, que as entidades de administração de desporto (Confederações e Federações) e as de prática desportivas (clubes) envolvidas em qualquer competição de atletas profissionais, independentemente da forma jurídica adotada ficam obrigadas a elaborar suas demonstrações financeiras, separadamente por atividade econômica, de modo distinto das atividades recreativas e sociais, nos termos da lei e de acordo com os padrões estabelecidos pelo Conselho Federal de Contabilidade, e, após terem sido submetidas à auditoria independente, providenciar sua publicação até o último dia útil do mês de abril do ano subseqüente, por período não inferior a 3 (três) meses, em sítio eletrônico próprio e da respectiva da respectiva entidade de administração ou de liga desportiva.
Foi salientado ainda em oficio da Federação Catarinense de Futebol que, as entidades dirigentes (Confederações e
Federações) e os clubes profissionais que não cumprirem o dispositivo legal acima
mencionado os seus dirigentes serão afastados e será declarada a nulidade de
todos os atos praticados pelos dirigentes em nome da entidade após a
infração, ficando os dirigentes das entidades dirigentes inelegíveis por dez
anos e os dirigentes de clubes inelegíveis por cinco anos.
Gostaria de aproveitar a oportunidade e perguntar a todos os clubes que se dizem profissionais e não publicam seus balanços patrimoniais, qual o motivo que leva uma instituição a não publicar algo que é exigido por lei, isso é uma grande perguntar que gostaríamos de fazer a todos os dirigentes que se dizem presidentes de clubes profissionais. Pelo que pude observar no site da Federação Catarinense de Futebol apenas 10 equipes profissionais publicaram seus balanços e estão de acordo com a lei... E agora FCF????
FONTE: Circular FCF/2011
30 de out. de 2014
Gerenciamento consciente
Normalmente falo em gestão esportiva ou planejamento estratégico, hoje resolvi modificar a palavra chave do texto e usar o termo gerenciamento.
Acompanhando o Redação Sportv hoje (30/10/14) me deparei com lamentações referente as medidas que os clubes Guarani e Portuguesa pretendem adotar objetivando uma saúde financeira para a equipe, não podemos ficar lamentando tal medida administrativas das organizações sem analisar os fatos, temos sim é que verificar as melhores ações que serão adotadas pelo clube nos próximos passos administrativos.
Um clube não deve simplesmente decidir vender seu estádio sem fazer um plano de negócio, uma analise aprofundada e detalhada da situação.
Na minha visão três pontos importantes devem ser estudados;
- Primeiro verificar ao longo de sua história qual a média de torcedores que acompanham os jogos do clube, uma análise financeira aprofundada desta situação, bem como, qual competições que apresentam um volume significativo na demanda.
Nesta temporada de 2014 na Série B como exemplo a Portuguesa tem um péssimo resultado, em 15 jogos como mandante a média é pouco mais de 1.000 torcedores, o déficit desta competição sem dúvida que é muito alto para uma equipe da Série B nacional.
- Segundo qual a localização geográfica desta equipe, fatores importantes e relevantes que precisam ser adotados para tais posicionamentos.
- Quais medidas estratégicas ponderadas serão necessárias após esta "mudança".
Falando basicamente sobre os dois clubes podemos rapidamente verificar posições positivas e negativas nas duas decisões, acredito que para a Portuguesa o fato de negociar o Canindé é algo de grande valia, tendo em vista que esta localizada em um grande centro e a construção de um pequeno estádio seria suficiente para atender a demanda de seus torcedores, salientando que esse estádio deve levar em consideração fundamentalmente sua localização geográfica no município, qual possibilidade de agregar ao estádio novos negócios e não apenas utilizar o mesmo somente para jogos oficiais.
Por outro lado para o Guarani a venda do Brinco de Ouro deve ter um estudo maior que os números, pois, além de ter uma forte rivalidade local a construção de um estádio de menor tamanho e nova localização pode ser um fator que a levaria a perdas significativas e gerar ainda mais dificuldade para administração da diretoria e este reforço financeiro não teria um resultado satisfatório em médio prazo.
O titulo fala em gerenciamento, desta forma não poderia deixar de fazer um breve resumo, esta significativa palavra se refere à ação e ao efeito de administrar/gerenciar. Através do gerenciamento se levarão a cabo diversas diligências, trâmites, as quais conduzirão ao lucro de um objetivo determinado, de um negócio ou de um desejo que leva longo tempo em planos, como se diz popularmente, em um gerenciamento terá que dirigir, governar, dispor, organizar e por em ordem para conseguir os objetivos propostos, uma tarefa que requererá de muita consciência, esforço, recursos e boa vontade para ser levada a cabo satisfatoriamente. Um gerenciamento, então, poderá estar orientado a resolver um problema específico, a concretizar um projeto, um desejo, mas também pode se referir à direção e administração que se realiza em uma empresa, uma organização, um negócio, e inclusive a nível governamental. O gerenciamento pode ser subdividido em diversos tipos, como, projetos, tempo, social, conhecimento e ambiental, mas foquei apenas na palavra gerenciamento.
Desta forma vale salientar que o processo de decisão deve ser adotado com base no máximo de informações possíveis e gerenciar será fundamental para um retorno significativo para a instituição.
9 de jul. de 2014
FUTEBOL BRASILEIRO
O nosso futebol considerado o melhor do mundo, sucumbiu ontem frente a potencia Alemã. (1x7)
Surpreso? Sim,
Triste? não,
O primeiro titulo mundial que vi foi em 1994 e como podemos verificar as metodologias continuam as mesmas, a grande maioria dos treinadores nacionais não se atualizam, não procuram olhar para fora da casinha e reconhecer que o futebol mudou e continuamos com a mesma mentalidade.Motivação pode ganhar um jogo? Pode, mas também precisa de trabalho com qualidade para se chegar lá.
Falamos de nossos políticos "diretos" (presidentes, governadores, deputados, senadores, prefeitos e vereadores), mas precisamos pensar no futebol olhando para os diretores da confederação e das federações, para os presidentes de clubes, para os administradores que tiram proveito de sonhos para ganhar dinheiro no futebol a custas dos meninos, não querem formar profissionais, querem colocar grana no bolso.
A nossa política esportiva esta imunda, suja, porca, só uma reviravolta para mudar isso, presidentes de federações se perpetuam no poder, porquê? Se as federações deveriam ser entidades sem fins lucrativos.
Enfim, tanta coisa a ser falada e a dor que fica é que acreditamos que infelizmente isso irá permanecer por muitos anos, quem sabe a eliminação nas eliminatórias da copa 2018 seja o novo e definitivo alerta.
22 de dez. de 2013
2013 > 2014
Chegamos a mais um final de ano, com a graça de DEUS um ano bençoado com muita saúde e com novas projeções pessoais e profissionais.
Assim como os demais anos existe sempre a expectativa de um novo ano realmente novo, com alguns contatos que venho recebendo e efetuando a algum tempo existe a possibilidade de novos projetos e novas expectativas principalmente profissionais.
O principal hoje é desejar a todos que passarem por aqui um ótimo natal e um 2014 com muitas novidades e desafios a todos, que DEUS possa abençoar este novo ano com muita saúde e alegria.
#feliznatal #felizanonovo #happynewyear #GOD #saudeepaz
#feliznatal #felizanonovo #happynewyear #GOD #saudeepaz
16 de dez. de 2013
Amadores no Futebol Profissional
Mais uma temporada se encerrando no futebol brasileiro, motivos para pensarmos em um 2014 cheio de alegrias e emoções com vista a copa do mundo, mas por atitudes amadoras de dirigentes de clubes profissionais teremos algumas rodadas na série A nacional sem nenhum clube em campo.
Por utilizarem jogadores irregulares na ultima rodada do Brasileirão, Flamengo e Portuguesa após julgamentos nesta segunda-feira, perdem 4 pontos na tabela de classificação. O amadorismo entrou mais uma vez em ação e a Portuguesa de forma provisória foi rebaixada, tudo isso com seus próprios méritos.
Sou torcedor do Brasil de Pelotas e meu clube sofreu do mesmo problema quando foi rebaixado a série D nacional por escalar jogador de forma irregular, assim como os clubes de série A deste ano que perderam pontos, na minha visão todos foram rebaixados justamente.
Sou torcedor do Brasil de Pelotas e meu clube sofreu do mesmo problema quando foi rebaixado a série D nacional por escalar jogador de forma irregular, assim como os clubes de série A deste ano que perderam pontos, na minha visão todos foram rebaixados justamente.
O descaso por parte dos dirigentes é claro com relação a julgamentos, não existe uma ação mais cuidadosa por parte dos clubes, que na sua grande maioria fazem como a Portuguesa fez, enviam advogados que atuam defendendo vários clubes ou em casos piores onde sequer enviam alguém para defender seus atletas nos tribunais.
O que cabe a lamentar é que ainda teremos muitos capítulos desta novela, recursos, novas derrotas e por fim a justiça comum, e o pior, poderemos ter um campeonato brasileiro com 21 clubes na série A, assim como tivemos na série C este ano onde o Rio Branco na justiça comum conquistou o retorno a competição.
Ainda podemos esperar pelo pior, onde nem o rebaixamento do Vasco da Gama caso a poderosa CBF resolva manter os 4 rebaixados na primeira divisão em 2014, não duvidem em se tratando de CBF tudo é possível.
Ainda podemos esperar pelo pior, onde nem o rebaixamento do Vasco da Gama caso a poderosa CBF resolva manter os 4 rebaixados na primeira divisão em 2014, não duvidem em se tratando de CBF tudo é possível.
O fator determinante é que, o erro ocorreu, não existe nada que possa mudar isso, claro que o fator camisa pesa e não podemos afirmar que em caso contrário o resultado seria igual, cabe a lamentar a forma amadora com que os diretores tratam o futebol e são em várias situações, essa é só mais uma que fica clara a sociedade.
13 de nov. de 2013
Bom Senso F.C.
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| Arena do Grêmio (Grêmio x Vasco) primeiro ato da rodada. |
Noite histórica para o futebol Brasileiro, no dia de hoje (13/11/2013) as 19h30 a entrada de jogadores com uma faixa marcou um momento interessante(simbólico) e curioso da 34 rodada do Brasileirão, quando o arbitro deu inicio a partida entre Grêmio x Vasco a bola rolou, porém todos os jogadores cruzaram os braços em forma de protesto, uma punhalada nas poderosas Globo e CBF. (esse gesto foi praticado por todos os clubes na rodada).
A atitude começa a tomar repercussão mundial (abola portugal), afinal de contas não é somente os jogadores que protestam neste Brasil, o povo nas ruas na busca de educação, saúde e segurança, e agora no campo os jogadores encontraram a forma de chamar atenção do mundo e exigir das duas poderosas CBF e GLOBO o que é direito de todos, e são solicitações simples e pertinentes.
Não existe uma ordem prioritária de exigências na minha concepção, férias de 30 dias como todo cidadão brasileiro tem direito, uma pré temporada também de 30 dias que possibilita aos jogadores uma melhor preparação e evita lesões durante a temporada(inicio principalmente) e o terceiro fator que é tão importante quanto os dois anteriores, o fair play finaceiro, muito justo, pois na atualidade 90% dos clubes além de definirem como salário base o minimo nacional, ainda tem uma grande maioria que não paga.
Uma postagem para demonstrar minha alegria nesta atitude dos jogadores e tenho certeza que essa irá ganhar novos capítulos e quem sabe em um futuro próximo uma greve nacional de jogadores.
3 de nov. de 2013
Profissional
Estamos
a poucos meses do maior evento esportivo mundial, e especialmente para nós
brasileiros este evento será realizado em nosso pais, esta fato é magnifico e
empolgante para quem vive o futebol em todos os dias de sua vida. De outro
lado temos a finalização de mais uma temporada e junto com ela começam as
discussões a cerca de 2014. Lamentavelmente todos os anos o assunto nas mídias
é o mesmo, ou seja, apenas o calendário toma conta dos noticiários.
Quando
ocorreu a publicação no diário oficial da união da famosa lei Pelé esperava-se
que muitas ações seriam tomadas pelas agremiações tendo em vista as novas
medidas administrativas, o poder de terceiros frente os clubes continuam a levar
todos a um caminho amador e sem estrutura.
Com base na temporada 2013 existem 678 clubes profissionais disputando competições no Brasil, independente de sua divisão estadual, em um primeiro momento pode se pensar, "que noticia fantástica termos quase 700 clubes em atividade" , mas
a realidade é bem diferente, grande parte deles são totalmente ou quase amadores, outra número significativo finge aos olhos da comunidade ser profissional e podemos ter a certeza que não existem em nossa atualidade 10% com
gestão profissional e suas obrigações em dia.
Quando veremos uma mudança real de mentalidade por parte de todos os envolvidos no futebol profissional, por
que não focar na gestão dos clubes, para que desta forma o espetáculo seja analisado de formal geral e não superficial. Seria interessante a criação de uma LIGA de Futebol que tivesse como objetivo primordial nortear os clubes para uma gestão profissional em todos os sentidos, inclusive instituindo regras básicas para que não ocorram absurdos nas negociações.
Precisamos nos basear nas grandes ligas de todos os esportes mundiais, assim poderemos crescer como profissionais no mercado esportivo, pois apesar das receitas de TV serem satisfatória para muitos, mais uma vez eu reforço, estamos rodeados de clubes AMADORES no mercado PROFISSIONAL, fica a dúvida de até quando isso irá prosseguir e a esperança de termos alguma atitude administrativa por partes dos órgãos gestores das competições.
29 de set. de 2013
Gestão
Neste final de ano iniciando meu maior projeto esportivo, desenvolver teoricamente todo processo administrativo de um clube de futebol.
Fazer toda programação relacionada a gestão do clube, sua estrutura e possibilidades de negócio antes do processo esportivo propriamente dito, mãos a obra...
"Uma empresa sem planejamento não tem direção".
Fazer toda programação relacionada a gestão do clube, sua estrutura e possibilidades de negócio antes do processo esportivo propriamente dito, mãos a obra...
"Uma empresa sem planejamento não tem direção".
5 de set. de 2013
Visão Estratégica
As empresas precisão ter uma visão estratégica e na minha concepção o futebol deve ser tratado como uma empresa e adaptar-se a realidade do esporte para adotar medidas que indicam uma serenidade nas atitudes.
O texto abaixo tirei do site administradores.com.br e serve para pensarmos para o lado esportivo, mais precisamente o nosso amado futebol que necessita de profissionais que o tratem com cuidado e atenção necessária.
A importância da visão estratégica
Quando o sonho do empreendedor não contribui para a realização do sonho dos empregados, fica quase impossível mobilizá-los para conquistar o seu.
Pensar de maneira estratégica é a coisa mais difícil do mundo, principalmente, para quem não é dono da empresa tampouco diretor ou gerente. Em geral, os valores pessoais dos empregados têm pouco a ver com os valores escolhidos pela organização.
2 de dez. de 2012
Categorias de base
REDUNDÂNCIA IMPORTANTE!
Tanto falam em futebol de base e sua importância para os clubes, mas quando passa um ou dois anos de investimento na base sem retorno os diretores começam a pensar de forma diferente, aquilo que deveria ser primordial acaba por ser deixado de lado, vale salientar que todos os diretores sabem que este não é um retorno imediato, esta é a realidade, essa importância só existe no papel, muitos problemas são gerados pelas categorias de base e raros são os clubes profissionais que prezam por este setor fundamental em um clube de futebol.
Tanto falam em futebol de base e sua importância para os clubes, mas quando passa um ou dois anos de investimento na base sem retorno os diretores começam a pensar de forma diferente, aquilo que deveria ser primordial acaba por ser deixado de lado, vale salientar que todos os diretores sabem que este não é um retorno imediato, esta é a realidade, essa importância só existe no papel, muitos problemas são gerados pelas categorias de base e raros são os clubes profissionais que prezam por este setor fundamental em um clube de futebol.
Atualmente
é mais fácil você encontrar clubes amadores com projetos de base de longos
anos, do que clubes profissionais que prezam pelo setor, a sua grande maioria
quando é obrigada a jogar campeonatos organizados por sua federação, chegando próximo ao inicio da temporada das categorias dos menores faz um processo
de captação de garotos visando a participação nesta competição a qual as mesmas
são obrigadas a participar e posteriormente a isso dispensa os garotos, desta
forma tanto o clube fez um investimento sem retorno quando o menino que comprou
uma ideia e acabou por ser iludido.
Clubes devem apostar em uma base com profissionais "independentes" ou apoiar por inteiro o setor do clube, pois esta ali o retorno que pode vir de diversas formas, tanto com pais associando-se como negociações dos direitos econômicos futuros.
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