20 de out. de 2010

Cada dia uma "nova" noticia!


Tudo é muito curioso no processo eleitoral, para todo lado falam de corrupção, roubo, desvios, abandono entre outros "casos", curioso é que todos nós continuamos votando neles.

Para nossos conterrâneos desta pátria esta faltando comprometimento e entendimento que estamos cometendo erros gravíssimos votando sempre nos mesmos canditados, essa é a palavra mais adequada para a situação.

Se fôssemos comprometidos com nosso pais teríamos um pouco de consciência ao votar sempre nos mesmos políticos desse BRASIL.

Continuando o relato eleição, no dia de hoje uma agressão em caminhada de um determinado candidato por eleitores identificados como sendo do partido adversário. O "partido" agressor no mesmo instante em nota diz que não instiga a violência, mas fica a dúvida, eles se matam na campanha eleitoral e querem passar paz aos eleitores mais apaixonados pelo seu partido, mais esta curiosidade no meio político.

Rugby up! Baseball down!

O rugby consegue mais um importante "apoiador" no Brasil, este que é o segundo patrocínio com o esporte de grande importância e terá duração até 2016, com o foco total nas Olimpíadas no Rio.O Bradesco é o segundo contrato de peso fechado pelo rugby nacional, o primeiro foi o fornecimento de material pela Topper

O acordo terá validade para as equipes masculina e feminina, e o mote do investimento será na valorização do esporte no país.

Nas Olimpíadas de 2016, o Rugby volta a fazer parte do quadro de modalidades da competição, fato que não acontece desde 1928.

E o BEISEBOL??? Será que esta parado por conseqüência da Confederação Brasileira de Beisebol e Softboll??

Marketing



“Marketing no futebol é coisa pra vigarista. Marketing no futebol é camisa, manga, PPV, contratar empresa pra licenciar produto, as lojas são privatizadas e o clube recebe percentual, e isso não é coisa de marketing. Nós fazemos tudo aquilo que os outros clubes fazem. Quadruplicamos nossa camisa, triplicamos nossa manga, temos um faturamento estúpido de PPV, e aqui não tem dpto de marketing, tinham 20 pessoas, mandei todos embora. Não faziam nada. Não tem assunto grande que não é tratado pelo presidente. Quando peguei o depto de marketing do clube tinha um prejuízo de 4 milhões/ano. Com marketing aqui, minha camisa valia 1/6 do que ela vale quando eu contratei sem marketing.”

Estas foram as palavras do presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, ao Lancenet e que vocês podem ouvir aqui. Ela vem reafirmar algumas declarações que o presidente já havia dado de que o marketing de um clube não serve para nada.

Vejo como uma afirmação normal, tendo em vista que para ele marketing é apenas uniforme, televisão e produtos. Esta visão micro do presidente não colabora para o desenvolvimento do clube.

Como se pode ter um presidente que ainda acha que o marketing de nada serve? Os patrocínios conseguidos pelo clube foram através do seu poder de negociação e da imagem do clube perante o cenário nacional, e o papel do marketing, entre outras funções, é atuar com a imagem de uma instituição.

Seu pensamento impede que o clube consiga valores consideráveis através de ferramentas que o marketing disponibiliza. Sendo através da internet, sócio-torcedor, matchdays e a possibilidade de fechar com novos parceiros que possam explorar o CT do clube, entrevistas e os próprios jogadores.

Ao fazer esta afirmação está clara a posição do presidente em não ouvir a necessidade do seu torcedor. Se o marketing se baseia na troca, no entendimento das necessidades do consumidor para supri-las, o presidente vai no caminho oposto. Pra que licenciar produtos se você nem ouve o torcedor? E se os produtos não são aqueles que os torcedores esperavam ou precisam? Isto sim é prejuízo.

Se o prejuízo era de 4 milhões, seu papel seria reestruturá-lo, analisar as carências, investir e esperar resultados de médio e longo prazo. Sua atitude radical, prejudicou o clube.

Em clubes como Real Madrid, Manchester United e Barcelona, o marketing representa 30% do faturamento. Não se pode comparar, mas pode-se afirmar que o marketing é sim rentável e necessário.

Mas enquanto existirem dirigentes que enxerguem o marketing desta maneira, que não valorizam a imagem do clube para trazer um retorno benéfico a sua agremiação, continuaremos a dar passos longos no desenvolvimento do futebol brasileiro.

A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...