30 de set. de 2010

O Mundo é um diamante!


Para os Rangers de Texas campeão da divisão Oeste da Liga Americana que nunca ganhou uma serie de pós temporada, o objetivo é a world series, a equipe não se conforma apenas com um objetivo médio já conquistado neste ano de 2010.

Provavelmente não começaram como favoritos qualquer que sejam seus adversários na divisão. Sobre o grupo de jogadores o manager Ron Washington tem um plantel mais completo que nas edições que os Rangers classificaram a pós temporada de outubro de 1996, 1998 e 1999.

“Temos as ferramentas”, assegurou o outfield Nelson Cruz, que passou por lesões e esta em uma temporada sólida como titular dos Texas pelo segundo ano seguido.

“Nossos arremessadores são fortes –comandado pelos starters Cliff Lee, C.J. Wilson e Colby Lewis e reforçado por um bullpen liderado pelo sensacional novato Neftalí Féliz- e nosso ataque também, isso não temos dúvida”, analisou Cruz, que se sente orgulhoso de haver trabalhado forte para retornar mais rápido que o esperado de suas lesões para ajudar aos Rangers a ganhar.

Tanto Cruz como os demais Rangers –um dos planteis da Major League com maior quantidade de jogadores latinos- irão para os playoffs com objetivos grandes, sabendo que não pode pensar na world series sem encarar as difíceis primeiras rodadas.

“Temos capacidade para mesclar velocidade, força e arremessos e com isso vamos poder fazer muito barulho”, disse o venezuelano Elvis Andrus, que se sente satisfeito de estar na postemporada em sua segunda temporada completa.

Washington se encarregara que sua equipe não durma em seus louros da vitória. Obviamente, Washington, que vai aos playoffs em apenas sua quarta temporada como manager dos Rangers, sabe que classificar antecipadamente pode ser saboroso, porém também perigoso porque as vezes as equipes perdem esse toque ganhador mágico por ter muito descanso.

A chave nos playoffs será os arremessadores e os managers precisam estar cientes de quem colocará toda sua qualidade e experiência para tratar de ajudar a Texas a vencer.

Um comentário interessante de Benjie Molina: “Temos bons arremessadores e nosso line-up é capaz de anotar cinco corridas ou mais de maneira consistente”.

Jogar sem lesões é o que ajudou ao dominicano Vladimir Guerrero a conquistar uma invejável temporada, somando sua maior quantidade de corridas impulsionadas desde 2007.

“Sempre peço a DEUS que me permita jogar sem lesões”, agradeceu Guerrero. “Estou muito bem este ano”.

Guerrero já havia classificado cinco vezes a pós temporada com os Angels e espera que em 2010 possa alcançar com os Rangers o que não conseguiu, ou seja, ir a world series.

“Desde o dia que começamos a temporada sabíamos que poderíamos ir a world series”, disse Féliz, que salvou nesta temporada 38 jogos, e fez uma importante marca na Major League para um novato.

A meta de todos os jogadores é precisamente esta: Etapas vitoriosas no playoffs como os Rangers nunca alcançaram em uma pós temporada.

Fonte:Beisbol.net

23 de set. de 2010

Iniciando o Planejamento Estratégico

Por Fabio Fontanela Moreira, publicado na revista Liderança (Set 2010 – n. 71)

Uma execução eficiente depende de uma estratégia bem formulada.

Ao iniciar a mobilização para o ciclo anual de planejamento estratégico, muitas empresas utilizam técnicas apuradas de análise, com ou sem ajuda de consultoria, outras utilizam um processo mais informal e caseiro de planejamento. Independente da forma, o conteúdo gerado deve conter em sua essência alguns aspectos que possibilitem tornar realidade algo que no início nada mais é do que um plano.

O Planejamento Estratégico é o método pelo qual uma organização define como irá explorar os recursos que dispõe e as condições que desfruta visando o alcance de determinados objetivos futuros.

Muitas empresas têm falhado no alcance dos objetivos futuros justamente por não levarem em consideração que a estratégia gerada deve sair do papel. Por mais incrível que possa parecer, muitos planejamentos estratégicos tem finalidade em si mesmo.

Um dos grandes motivos de falha desse processo é a complexidade da estratégia gerada. Muitas estratégias são um compêndio de centenas ou milhares de diretrizes, metas e ações não interligadas. Não levam em consideração que na ponta existem recursos limitados e muitas vezes não capacitados nem ao menos em entender as estratégias. Tendo acompanhado por muitos anos execuções bem e mal sucedidas, posso afirmar que é melhor ter um conjunto reduzido de metas alcançadas do que centenas impossíveis.

Outro aspecto determinante no sucesso de uma estratégia definida é a maneira como ela se traduz em ações. Toda estratégia pressupõe transformações na organização. Significa dizer que novas entregas ou entregas semelhantes de forma diferente deverão acontecer. As transformações só ocorrem a partir de iniciativas estruturadas na forma de ações ou projetos., São esses projetos, portanto, as ferramentas que farão as estratégias tornarem-se realidade.

O que tenho visto nas organizações é o grande desalinhamento dos projetos com os direcionadores estratégicos. Muitas coisas são feitas ao mesmo tempo, competindo por recursos e com propósitos totalmente difusos. Qual o resultado disso? A empresa não saí do lugar com resultados inexpressivos e com pessoas exaustas de tanto trabalhar.

Existe um seleto grupo de organizações que são muito bem sucedidas no planejamento estratégico e também na execução da estratégia. Alguns fatores são comuns a essas organizações:

• Fundamentação técnica baseada em dados e análises consistentes.

• Foco e objetividade no estabelecimento de objetivos (Querer fazer tudo é o mesmo que não fazer nada bem feito);

• Diretrizes claras e alinhadas num mesmo propósito;

• Objetivos estratégicos perfeitamente desdobrados em projetos e ações;

• Desenvolvimento de um modelo de gestão estratégica que propicie acompanhamento constante e tomada de decisão.

Eu gostaria de ressaltar dois pontos: O primeiro é que planejamento não tem nada a ver com previsão, caso contrario, algumas cartomantes seriam as mais indicadas para a equipe de planejamento. Em segundo lugar o planejamento deve estar necessariamente inserido em um modelo contínuo de gestão estratégica. Empresas falham por tratar pontualmente a estratégia sendo o ambiente extremamente dinâmico.

16 de set. de 2010

HOMENAGEM AO ADMINISTRADOR

Administrador...

Administrador não come, degusta o produto.
Administrador não cheira, sente a fragrância.
Administrador não toca, examina o design.
Administrador não dá a resposta, cria outra pergunta.
Administrador não conquista, persuade.
Administrador não tem destino, tem target.
Administrador não ouve barulho, ouve ruído.
Administrador não fala, envia mensagem verbal.
Administrador não vende, faz marketing.
Administrador não escuta, decodifica a mensagem.
Administrador não tem idéia, tem brain storm.
Administrador não recebe resposta, recebe feedback.
Administrador não faz calculo, analisa.
Administrador não tem memória, tem repertório.
Administrador não lê, decifra o código textual.
Administrador não pergunta, faz pesquisa.
Administrador não ouve música, ouve trilha sonora.
Administrador não copia, se inspira.
Administrador não vê outdoor, vê mídia exterior.
Administrador não falece, é seu ciclo de vida que chega ao fim.

Fonte: e-mail de amigos

A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...