29 de abr. de 2010

Maquina do esporte

Ingleses terão de indicar proprietários
REDAÇÃO Da Máquina do Esporte, em São Paulo
Os clubes da primeira divisão inglesa, Premier League, terão de indicar quem são seus proprietários. A norma, que está em fase de análise e debate, surge para dar credibilidade à liga. O novo presidente da entidade, Greg Clarke, afirmou que tem uma "propensão a pensar na transparência como algo fantástico". A medida, portanto, deve ser apenas a primeira, e já promete incomodar quem não está adaptado a ela. É o caso do Leeds United. Caso seja promovido à elite, o clube terá de revelar informações sobre seus donos, até hoje mantidas em sigilo. Com a regra, acionistas que detenham mais de 10% terão de ser divulgados no site oficial da equipe. O real intuito da entidade é saber nas mãos de quem o dinheiro que é dado às agremiações está sendo depositado. Atualmente, a Premier League distribui um auxílio de 23,4 milhões de libras para recém-rebaixados durante dois anos, e planeja aumentar essa cota para 48 milhões de libras e estender o período para quatro anos. O "pagamento solidário" que é feito aos clubes da segunda divisão, a Football League, também deve ser ampliado, devido às graves dificuldades financeiras enfrentadas pela maioria deles.

Revolução

Tanto ouvimos falar nesta palavra, muitos foram os anos de revolução politica, economica, social até cultural...

Acredito que a maior revolução esta diretamente relacionada a nós mesmos que a cada dia precisamos revolucionar de diversas formas, transformando situações que não estão de acordo com nosso ideal, mesmo que este ideal não seja o correto para a "maioria".

Trabalhando no futebol percebo que hoje este mercado precisa de uma revolução, mas esta revolução teria algum siginificado positivo na sociedade?, qual a melhor forma de revolucionar?, a questão do futebol pesa muito quando ligamos a politica ao esporte. Até que ponto podemos fazer uma revolução e sermos reconhecidos como pessoas que fizeram algo para a melhora de determinada situação?, realmente estas perguntas me deixam pensativos e confiantes ao mesmo tempo, se existem pessoas com pensamentos revolucionários é um sinal que algo ainda pode ser feito.

7 de abr. de 2010

Gestão no futebol -Sistemas exemplares de gestão e administração

Por inúmeras ocasiões a Premier League Inglesa e aos seus clubes surgem como referência e destaque no que diz respeito à sua filosofia financeira e de gestão desportiva, na sua maioria as notícias dos meios de comunicação social prendem-se com os avultados valores dos contratos e das transferências efectuados pelos clubes, mas também pela gestão e o rigor organizacionais aplicados pelos dirigentes da liga, no entanto da Premier League está longe de ser uma liga de futebol perfeita.

Por toda a Europa os modelos e filosofias de gestão desportiva e financeiros utilizados por clubes e ligas varia consideravelmente de país para país, apesar dos esforços por parte da Uefa que através do seu programa de licenciamento colectivo já atingiu alguns resultados, continua a existir alguma dificuldade em introduzir medidas de fundo que possam impedir os graves problemas financeiros e administrativos praticados um pouco por todo o lado.

1. Sistema de Licenciamento

Acreditamos que o projecto de licenciamento introduzido pela Uefa, teve origem no modelo utilizado na Ligue 1 e 2 em França, onde a DNCG – Direcção Nacional de Controle e Gestão, assegura eficazmente o cumprimento das obrigações financeiras dos clubes. Pode consultar mais dados sobre o modelo de licenciamento Francês em – Modelo de fiscalização e controle das finanças dos clubes.

2. Sistema Accionista

O capital aberto de um clube de futebol tem vindo a trazer alguns amargos de boca para alguns clubes mas principalmente para os seus adeptos. O modelo ideal passará sempre pela detenção de 51% das acções por parte do clube, gerido por dirigentes eleitos pelos associados. Este é o modelo utilizado na maioria dos clubes ou existe a intenção que o seja, sendo em grande parte fruto de auto-implementação por parte dos dirigentes e sócios dos clubes. No entanto estas regras e intenções também podem ser alteradas em qualquer altura pela mesma via.

Como exemplo de uma regulamentação perfeita a este nível está o modelo Alemão. Segundo as regras da Bundesliga, os clubes tem que ser proprietários de 50% mais uma acção do clube, tornando impossível que um investidor privado tome conta do clube.

Este modelo impede o descalabro que se verifica em Inglaterra, onde a aquisição de clubes tem sido prática comum (embora já com entraves – As 3 recomendações dos governantes Britânicos), com o endividamento dos clubes a ultrapassar os 3.500 milhões de Euros, fruto dos empréstimos contraídos na aquisição dos clubes por parte dos seus novos proprietários (saiba mais em – O estado financeiro dos clubes da Premier League).


Fonte : Futebol Finance

A virada do futebol brasileiro (Um sonho)!

O ano é 2020 a marca de uma nova era no futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol abriu mão do gerenciamento das Série A e ...